Sem rumo, busca desorientar os idiotas úteis que
ajudaram na montagem das falcatruas da facção.
"É assim o modo petista de agir: quando companheiros são pilhados em delitos capazes de embaraçar até mesmo o mais crédulo dos militantes, os figurões do partido tentam virar o jogo, apostando na confusão moral, imputando a seus adversários os mesmos desvios éticos de que os petistas são acusados. "
A presidente Dilma Rousseff disse
recentemente, em tom indignado, que seu governo estava sendo atacado por
“moralistas sem moral”, isto é, políticos sujos cujas biografias
desautorizariam qualquer forma de acusação ou de crítica e que só lhe
assacam crimes que eles mesmos cometeram, com o único objetivo de dar um
golpe e tirá-la do poder. É assim o modo petista de agir: quando
companheiros são pilhados em delitos capazes de embaraçar até mesmo o
mais crédulo dos militantes, os figurões do partido tentam virar o jogo,
apostando na confusão moral, imputando a seus adversários os mesmos
desvios éticos de que os petistas são acusados. Assim, tentam minimizar a
roubalheira generalizada que o País hoje testemunha, fruto de inédito
projeto de pilhagem do Estado para a manutenção do poder.
Essa estratégia está em pleno curso. O mais recente movimento foi
feito na segunda-feira, quando o PT entrou no Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) e no Ministério Público Eleitoral com um pedido para que
se investiguem suspeitas de irregularidades na campanha de Aécio Neves
(PSDB) à Presidência em 2014.
Alega o partido que 2.397 recibos eleitorais da campanha do tucano,
ou quase 80% do total, continham alguma irregularidade. Aponta também
que há indícios de caixa 2, uso irregular do Fundo Partidário,
exploração do trabalho de servidores públicos lotados no gabinete do
senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e contratação irregular de funcionários,
entre outros problemas. O PT quer que Aécio e os demais tucanos
envolvidos sejam punidos por crime eleitoral e por improbidade
administrativa.
O TSE ainda não apreciou as contas da campanha de Aécio porque
técnicos do tribunal pediram esclarecimentos. Os tucanos entregaram
retificações em agosto e alegaram, na ocasião, que os problemas eram
apenas formais e já foram sanados. Para o PT, os recibos supostamente
irregulares têm de ser auditados pela Receita Federal e pelo Tribunal de
Contas da União.
Nem se discute se devem ou não ser investigadas eventuais
irregularidades cometidas pelos tucanos na campanha. É evidente que o
Judiciário é capaz de averiguar a lisura da prestação de contas de Aécio
e de qualquer outro candidato – e, caso conclua que houve algum crime,
que aplique a punição adequada, nos termos da lei.
Mas não é de justiça que o PT quer tratar. Ao contrário: a tática
diversionista objetiva exclusivamente disseminar a falsa tese de que, se
o dinheiro que irrigou a campanha petista é ilegal, o dinheiro que
financiou a dos tucanos também é.
Não é por outra razão que a decisão do PT de questionar a campanha
tucana no TSE se deu três
semanas depois que o tribunal resolveu dar
continuidade a uma ação em que o PSDB pede a cassação do mandato de
Dilma e do vice-presidente, Michel Temer (PMDB). Entre outras coisas, os
tucanos acusam a campanha petista de ter sido financiada por doações
eleitorais que, na verdade, eram fruto de propinas pagas por
empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobrás.
Os petistas querem fazer acreditar, portanto, que os recursos
utilizados pelos tucanos não se diferenciam dos milhões desviados dos
cofres da Petrobrás para bancar o palanque do PT e de seus comparsas. De
acordo com essa lógica, se todos roubam, não existem ladrões. A
diferença, alegam os ideólogos do partido, é que o PT aceitou o jogo da
corrupção porque seria a única forma de chegar ao poder para implementar
seu redentor projeto de justiça social. É a reedição do cínico bordão
“rouba, mas faz”.
Quando era o partido que se dizia campeão da ética, o PT
especializou-se em moer reputações alheias, para surgir como alternativa
a “tudo o que está aí”. Agora, usa sua expertise para nivelar a tudo e a
todos ao rés do chão, para que no final ninguém consiga diferenciar
criminosos de inocentes. Felizmente, como têm demonstrado a Justiça e a
polícia desde o escândalo do mensalão, as instituições do País são
plenamente capazes de colocar as coisas em seu devido lugar.
General Mourão é exonerado após repercussão de seus discursos
O General Mourão fez tudo certo, da forma errada
O Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, decidiu demitir o
general Antonio Hamilton Martins Mourão, do comando Militar do Sul, e
transferi-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília.
O general Mourão, assim, perde o comando de uma tropa e passa a exercer um cargo
mais burocrático.
O General Mourão fez tudo certo, da forma errada
Mostrou sua hombridade, seu brio e sua coragem num momento muito difícil de se
manter calado. Porém, em sua posição jamais poderia ter se expressado como o fez.
Da forma que fez, deixou claro o pensamento uno das Forças Armadas sobre o
estado de coisas em que se encontra a Nação. Isso não poderia ocorrer, já que,
sobretudo um General, jamais avisará sobre possíveis articulações ou ações das
Forças.
Quisera tivéssemos essa liberdade, porém, graças à repercussão nas redes
sociais, uma agravante,
onde "mestres" opinam publicamente e "analisam" de
forma fantasiosa e sensacionalista, acrescentando fatos e coisas inexistentes,
para "florear" ainda mais seus discursos insanos, as declarações do General
assumiram uma conotação de "grito de guerra", "aviso de uma
intervenção militar" etc. Esses falsos sabedores de tudo acabam sendo
seguidos por milhares de desavisados, ansiosos por uma solução, impulsionados
pelo patriotismo e instinto de sobrevivência. Esses acabam por viralizar
informações distorcidas, formando outras opiniões e comprometendo, ainda mais,
as Forças Armadas. Justo no momento em que assume um notório comunista convicto
para controlá-la.
Isso acelerou providências de correções e prejudicou, ainda mais, a retomada
de um processo realmente democrático.
Infelizmente temos que admitir a correção na decisão do Alto Comando em
afastá-lo.
Brasil "Preparem-se porque as coisas vão ficar piores", diz ex-presidente Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na terça-feira, 14, com a presidente Dilma Rousseff
Preocupado com os efeitos da Operação Lava Jato sobre o
governo, que já enfrenta grave crise política, o ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva se reuniu na terça-feira, 14, com a presidente
Dilma Rousseff e ministros, no Palácio da Alvorada, para montar a
estratégia de reação. No diagnóstico de Lula, o estrago foi grande com
as buscas e apreensões realizadas em casas de políticos da base aliada,
como o senador Fernando Collor (PTB-AL), e o cenário previsto é de mais
dificuldades.
"Preparem-se porque as coisas vão ficar piores", afirmou o
ex-presidente, segundo relatos obtidos pelo jornal "O Estado de S.
Paulo". O encontro começou por volta de meio-dia, com um almoço, e
terminou às 16h30. Lula estava furioso com a forma como a Polícia
Federal vem agindo e disse a Dilma que ela precisa sair logo dessa
agenda negativa.
"Você não tem que ficar falando de Lava Jato", esbravejou Lula, de
acordo com dois participantes da reunião no Alvorada. "Você tem que
governar, ir para a rua, conversar com o povo, divulgar os seus
programas. Não pode ficar só nessa agenda de Lava Jato e ajuste fiscal."
Antes de se reunir com Dilma, Lula esteve com o ministro da Fazenda,
Joaquim Levy. Pediu a ele que insista em divulgar as medidas para a
etapa seguinte ao ajuste porque, na sua avaliação, o governo deve
"vender" esperança. Para o ex-presidente, a aprovação de Dilma e mesmo a
dele desmoronaram muito mais por problemas na economia do que por
denúncias de corrupção na Petrobras.
Lula disse a Levy que o governo ainda erra na comunicação. "O ajuste
fiscal não pode ser
apresentado como um fim em si mesmo", insistiu. "O
que nós temos que mostrar para as pessoas é onde queremos chegar."
A conversa entre os dois foi cordial. Tanto que, no Alvorada, Lula
afirmou que as divergências entre Levy e o ministro do Planejamento,
Nelson Barbosa, sobre a redução da meta fiscal precisam ser contornadas.
O ex-presidente cobrou unidade no governo e chegou a elogiar o vice
Michel Temer, que comanda o PMDB e é articulador político do Planalto.
Dilma concordou com o padrinho, mas não escondeu a insatisfação com
as últimas críticas feitas por ele. Afirmou, ainda, nada poder fazer em
relação às investigações da PF. Nos bastidores, políticos dizem que os
próximos alvos são os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e
do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Quebrando o gelo
Lula não conversava com Dilma havia quase um mês, desde que criticou a
estratégia do Planalto para sair da crise. Num encontro com religiosos,
o ex-presidente disse que ele e a sucessora estavam no "volume morto".
O receio do governo é que o novo movimento da PF provoque ainda mais
tensão no relacionamento com a base, no momento em que Dilma que sofre
ameaças de impeachment. Há quem avalie, porém, que, se Cunha e Renan
forem denunciados, o discurso pró-saída de Dilma perde consistência no
Congresso.
Além de Lula, participaram da reunião no Alvorada os ministros
Aloizio Mercadante (Casa Civil), Edinho Silva (Comunicação Social),
Jaques Wagner (Defesa), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), o governador
de Minas, Fernando Pimentel, e o presidente do PT, Rui Falcão. Pimentel
é alvo de operação da PF que apura arrecadação ilegal de dinheiro em
suas campanhas.
O inevitável momento se aproxima. Decisões deverão ser tomadas.
O psicopata está entre a cruz e a espada. Medo e desespero entram em cena.
A pressão sobre a facção petista está em seu limite máximo e seus integrantes não terão outra alternativa, a não ser a reação da qual não estão preparados.
Vislumbravam um quadro de implantação do comunismo muito mais calmo, obedecendo a regra que chamam de moderna, ou seja, através do convencimento da massa pela alienação e doutrinação simplesmente. Porém, não esperavam uma queda de mais de 90% de popularidade, revolta e reação nas ruas, embora não tenha sido significativa a ida do povo às manifestações.
Não será com alguns dias, muito alternados, que se derruba um governo corrupto, porém, ficou provada a indignação que atingiu as populações mais simples e desinformadas.
Este fator pesa forte no balanço do golpe comunista que, até 2014, achavam ir de vento em popa.
O fato é que o barco do PT, principal "partido" e líder do Foro de São Paulo, começou a virar e hoje se encontra em vias de afundar definitivamente.
O chefe da facção, Lula da Silva, chegou a declarar que se for o caso eles fundam um outro partido.
O que quis dizer com isso?
Que reconhece estarem em vias do registro do mesmo ser caçado e a eleição de Dilma ser impugnada?
Até os próprios líderes acéfalos conseguem raciocinar o suficiente e perceberem que a situação é caótica - para eles!
Mas toda implantação de regime autoritário e insano como o que querem para o Brasil, tem seu plano
"B". E este, é evidente, baseia-se na força - no confronto armado.
Nos países em que tentam eternizar essa situação, houve a preparação das Forças Armadas para que aceitassem - por força das circunstâncias - passivamente a situação.
No Brasil encontram um povo que apoia essa única Força Salvadora e nossos militares mostram seu descontentamento e preparo para o esperado confronto.
Um ponto a ser destacado é o apoio da população. Diferente dos outros países, somos mais de duzentos milhões e nossas Forças Armadas está entre as mais bem preparadas, embora defasadas por falta de investimento do próprio desgoverno que deixamos chegar aos 12 anos de poder. Mas isswo não fará muita diferença sob este aspecto. Enquanto eles contam com militantes de mentes desgovernadas que, quando saem às ruas, não imaginam porque estão gritando as palavras de ordem que repetem como papagaios. Quanto aos milhares de terroristas que importaram, cada um tem um treinamento e um modus operandi, ou seja, não agirão com a sincronia e precisão do nosso Exército - a Força que lidera as Forças.
Outro problema é que, no caso deles, cada um fala seu idioma e não conhecem tão bem nosso território que, nossos soldados mantém mapeados e atualizados.
Assim como foi um desastre tudo que fizeram até agora, o confronto também poderá sê-lo.
Essa é a razão do desespero do chefe psicopata e seus asseclas.
Nem mesmo a militância paga conseguem manter na ativa.
Estes são apenas alguns itens. Muito mais os desfavorecem nesse tal plano "B" que recebe a inicial do que poderá resultar.
Enfim, só podemos concluir que essa "novela" está em seus capítulos finais com forte tendência de final trágico, porque não era o que queríamos mas, como diz o hino do Exército:
"A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor"
____________________________________________________ Matéria da Revista VEJA - blog Felipe Moura Brasil 6/05/2015
Ricardo Pessoa delatou gráfica fantasma da campanha de Dilma Rousseff e avisou: “Não vou poupar ninguém”Ricardo Pessoa delatou a VTPB.
A gráfica fantasma de Beckembauer Rivelino, irmão do jornalista
Kennedy Alencar, foi usada para lavar propina do esquema de corrupção da
Petrobras, segundo o empreiteiro.
Ele também avisou: “Não vou poupar ninguém”.
A reportagem da IstoÉ desta semana informa:
“Uma das pistas reveladas por Pessoa atinge diretamente a campanha de Dilma e sua contabilidade.
Aos procuradores, o dono da UTC teria indicado que parte dos R$ 26,8
milhões que o PT pagou a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior teve
origem no Petrolão.
Só a campanha de Dilma injetou na VTPB quase R$ 23 milhões, dinheiro
que daria para imprimir 368 milhões de santinhos do ‘tipo cartão’,
modelo descrito nas notas fiscais anexadas à prestação de contas.
O montante é duas vezes e meia o total de eleitores habilitados no País.”
Não é maravilhoso? O PT paga o suficiente para imprimir material de
campanha para dois Brasis e meio, e quer quer que você acredite que o
objetivo era mesmo imprimi-lo.
Dilma Rousseff, Edinho Silva e Lula: preocupadíssimos
Tem mais:
“Em suas conversas com os procuradores, Pessoa afirmou que a gráfica
foi usada para que dinheiro fruto do Petrolão chegasse à campanha
petista como se fosse uma doação oficial.
Com isso, endossou a tese de investigadores da Lava Jato sobre a
possibilidade de o caixa oficial da campanha ter sido ferramenta para
lavar dinheiro de corrupção.”
Por fim:
“A suspeita sobre o uso da VTPB levou o vice-presidente do TSE, o
ministro Gilmar Mendes, a oficiar a Procuradoria Geral da República, a
Receita Federal, a Secretaria de Fazenda de São Paulo e o Conselho de
Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Em seu despacho, Gilmar alegou ‘indícios de irregularidades’ nas contas da ‘gráfica fantasma’.
A iniciativa, que agora terá o apoio do Ministério Público, servirá
para rastrear a origem do dinheiro e seu destino final, saber se a UTC
bancou diretamente os custos de impressão dos santinhos ou se o dinheiro
passou pela conta do PT, e se os serviços foram realmente prestados.
Em suas delações, Pessoa detalha a participação do ex-tesoureiro de Dilma e atual ministro Edinho Silva no esquema.”
Acrescento:
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, comentou com os
mais próximos, segundo a coluna Radar, que Dilma Rousseff estava
distante, preocupada e nada sorridente durante o almoço oferecido pelo
prefeito Eduardo Paes.
De fato, ela tem todos os motivos para estar assim.
O livro como prova já é usado na tentativa da mídia refém e vendida contestar o fato.
Eu menti sem querer querendo e sabia sem saber sabendo.
Todo mentiroso acaba esquecendo do que disse e torna-se vítima da contradição. Para o Brasil e o mundo já estava claro. Agora, apenas confirmam através do livro escrito pelo presidente Mujica. Matéria formatada por Celso Brasil
"Para Mujica, ficou claro que Lula falava do mensalão", diz autor de livro
Segundo
Andrés Danza, um dos autores da biografia 'Uma Ovelha Negra no Poder',
não restou dúvida para o ex-presidente uruguaio que Lula se referia ao
escândalo ao dizer que teve de "lidar com muitas coisas imorais"
Revista Veja - por: Leonardo Coutinho - Atualizado em
Aos poucos o bando é denunciado claramente e as máscaras não caem porque já nem existem mais.
Andrés Danza, um dos autores do livro Una Oveja Negra al Poder
(Uma Ovelha Negra no Poder), confirmou a VEJA declaração do
ex-presidente uruguaio, José Mujica, de que Lula se referia ao mensalão
quando justificou a corrupção em seu governo. Uma frase de Danza
publicada no site G1 nesta sexta-feira
deu a falsa impressão de que ele estava negando o conteúdo do livro. Na
frase em questão ("Não, Lula estava falando sobre as 'coisas imorais' e
não sobre o mensalão. O que Lula transmitiu ao Mujica foi que é dificil
governar o Brasil sem conviver com chantagens e 'coisas imorais"),
Danza apenas esclareceu que Lula não tinha usado especificamente a
palavra "mensalão", embora tenha ficado claro para Mujica que era
exatamente a esse escândalo que o brasileiro se referia. Ao relatar a
conversa aos jornalistas que escreveram o livro, Mujica associou
imediatamente a confissão ao escândalo que levou à prisão algumas das
principais lideranças do PT e do governo Lula, como José Dirceu, José
Genoino e João Paulo Cunha. A seguir, a entrevista de Danza a VEJA: O jornal O Globo publicou uma reportagem sobre seu
livro, que causou muita repercussão porque revelou o conteúdo de uma
conversa entre o ex-presidente José Mujica e o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva. Nele está a revelação de que Lula sabia o que se
passou...
No mensalão. Sim. Quais são os detalhes dessa conversa?
Foi uma conversa que Mujica teve com Lula antes de assumir a
presidência do Uruguai, em 2010. Mujica viajou ao Brasil com o
vice-presidente Danilo Astori. A conversa foi em Brasília. Mujica conta
que Lula lhe disse que como presidente teve de lidar com questões
imorais e chantagens, e que essa é a forma de governar o Brasil. Lula
não usou especificamente a expressão "mensalão". Ele disse que a
corrupção é alta no Brasil e que um presidente tem de lidar com questões
imorais e chantagens. Embora a confissão que Lula fez sobre corrupção
tenha sido genérica, para Mujica ficou claro que ele estava se referindo
especificamente ao mensalão. Mujica disse a Lula que isso é algo típico
de muitos países. Como Mujica avaliou a afirmação de Lula de que não há como governar sem corrupção?
Mujica se preocupa com a corrupção. Vive de forma humilde e a
combate. Ele não a defende. Mas ele defende Lula, com quem tem uma
relação muito próxima. Ele considera que Lula não é corrupto e o vê como
padrinho. Ele entende que Lula teve de conviver com a corrupção. Mujica ficou incomodado com a repercussão dessa revelação?
Não falei com ele ainda. Mas é um trabalho jornalístico. Nós temos
tudo mais que confirmado e por isso publicamos. Mujica participou do
lançamento do livro em Buenos Aires, na semana passada. Faz muito tempo
que nos conhecemos e há entre nós respeito profissional. Ele nunca
exigiu que algo que disse fosse ou não publicado.
Em livro, Mujica diz que Lula se referiu ao mensalão como "única forma de governar o Brasil'
O ex-presidente uruguaio relatou ainda que fazer política em Brasília sem se envolver com corrupção é praticamente impossível
- Atualizado em
José Mujica e Lula
O
ex-presidente uruguaio José Mujica revela em livro sobre sua passagem
pela presidência que o ex-presidente Lula confessou o crime do mensalão
para ele. A obra Una Oveja Negra al Poder (Uma ovelha negra no
poder, em tradução livre), escrita pelos jornalistas Andrés Danza e
Ernesto Tulbovitz com depoimentos de Mujica, relata que, em 2010, ao
conversarem sobre o escândalo do mensalão, que consistia em compra de
apoio político no Congresso, o petista teria dito ao presidente uruguaio
que aquela era "a única forma de governar o Brasil".
"Lula não é um corrupto como [Fernando] Collor de Mello e outros ex-presidentes brasileiros", disse Mujica no livro, "mas viveu esse episódio [do mensalão]
com angústia e um pouco de culpa". Ainda segundo o relato, o assunto
mensalão veio à tona durante uma reunião feita em Brasília nos primeiros
meses de 2010, e Lula teria dito textualmente: "Neste mundo tive que
lidar com muitas coisas imorais, chantagens". E logo em seguida
completou: "Essa era a única forma de governar o Brasil". Mujica afirma
que o ex-vice-presidente uruguaio Danilo Astori também estava na sala e
ouviu a declaração do petista.
Nesta semana, em entrevista ao El País sobre o lançamento do
livro, Mujica classificou de "inexplicáveis" os escândalos de corrupção
que ocorrem no Brasil. Ao jornal espanhol, o ex-presidente uruguaio
afirmou que qualquer envolvimento de dinheiro na política abre o
precedente para a ação de corruptores. "A esquerda morre quando a cobiça
de se fazer dinheiro entra na política. Por que a corrupção prolifera
tanto? Parece sensato que pessoas de 60, 70 anos se emporcalhem com uns
pesos imundos? Eles sabem que têm pouca vida pela frente. O tema de ter
dinheiro para ser alguém pode ser uma ferramenta de progresso no mundo
do comércio, onde se correm riscos empresariais, mas estamos fritos
quando se mete na política. Isso aconteceu na Itália, em parte da
Espanha. É inexplicável o que se passa no Brasil", declarou.
Na obra, ainda sem data de lançamento no Brasil, Mujica fala sobre os
cinco anos em que esteve no governo e discorre sobre temas relevantes
para a política latino-americana. Para ele, fazer política no Brasil sem
se envolver com corrupção é praticamente impossível. "A democracia
moderna é muito cara. O Brasil é muito grande, tem Estados que são como
países. Existem partidos locais, e a legenda que ganha o governo
nacional precisa negociar com eles. Aí acontece de tudo", disse. Argentina - O uruguaio também recordou que o
vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, enfrenta uma série de
processos na Justiça. Na terça-feira, Mujica participou de um evento no
país e disse já ter visto a presidente Cristina Kirchner "enraivecida
como uma aranha má, como se estivesse ofendida ou ressentida". Em
seguida, saiu em defesa da mandatária, com quem teve divergências
durante o período em que ocupou a presidência uruguaia. "Depois,
naturalmente, ela sempre defendeu os interesses que considera
pertencentes à nação argentina. A meu ver, ela o fez em algumas vezes de
forma acertada e, em outras, equivocadamente", afirmou.
Como no Uruguai não existe reeleição, Mujica não concorreu à Presidência no ano passado e deu lugar a Tabaré Vásquez,
do seu partido de esquerda Frente Ampla. Mujica foi eleito para o
Senado pelo Frente Ampla e, aos 80 anos, disse não ter perspectiva de
retornar ao Executivo. "Sigo como uma referência, mas não sei como vou
estar daqui cinco anos. Tenho 80, pensar nos 85 é muito corajoso, não?",
brincou.
Caiado quer ouvir Mujica no Senado sobre confissão de Lula
- Atualizado em
Lula cumprimenta o presidente do Uruguai, José Mujica, durante encontro no Itamaraty, em 2010 (Jose Cruz / ABr/VEJA)
O
líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO) quer que o ex-presidente
uruguaio José Mujica compareça à Comissão de Relações Exteriores do
Senado para explicar a confissão
feita a ele pelo ex-presidente Lula sobre o mensalão. Em livro que
narra sua passagem pela Presidência, recém-lançado, Mujica conta que
Lula lidava com o episódio com "um pouco de culpa". O uruguaio relata o
que ouviu do petista em um encontro cinco anos atrás: "Neste mundo tive
que lidar com muitas coisas imorais, chantagens". Em seguida, Lula
prosseguiu: "Era a única forma de governar o Brasil". O requerimento que
será apresentado por Caiado também vale para Danilo Astori, que foi
vice de Mujica e estava na sala quando Lula fez a confissão. (Gabriel Castro, de Brasília)
Participantes do Ciência sem Fronteiras terão como sobreviver?
Enviar pão com mortadela ou coxinha aos estudantes enganados? Não importa! Eles não poderão passar fome por terem acreditado no desgoverno.
O dinheiro desviado para bem longe da "Pátria Educadora", foi financiar regimes ditatoriais e rechear contas nos paraísos fiscais.
Enquanto isso o Brasil vira, mais uma vez, piada no exterior, enquanto os corruptos estão soltos e o povo preso em dívidas para morar, comer, estudar...
A facção criminosa que tomou o "puder" continua festejando, apesar dos 101% de rejeição que atingiu até as comunidades mais apolíticas e despolitizadas.
Este é o Brasil 2015 que jamais poderá chegar a 2016 com o mesmo quadro caótico em que se encontra.
As ruas tornam-se a única solução, com mensagens de protesto realmente condizentes com o momento atual.
Lideranças se preparam para o contra golpe, na derradeira tentativa de derrotar o comunismo que
toma a Nação que sempre se pautou nos bons princípios com uma boa dose de trabalho e realizações que nos levaram a ocupar os melhores lugares nos rankings e agora começa a perdê-los.
O Foro de São Paulo - maior facção criminosa dos 500 anos de Brasil - liderado pelo PT, começa a ser pautado nas manifestações com maior veemência. O movimento tende a se agigantar e, se assim acontecer, será o fim dos desvios éticos e morais que provocam o caos atual.
Vamos para as ruas mas, desta vez, com o grito certo que causará adesão e não a rejeição que estratégias erradas, geradas propositalmente e bem planejadas pelos infiltrados, causaram.
A correção de rumos ainda pode salvar o País da invasão comunista bolivariana que deve ser extinta, definitivamente, de toda a América Latina.
A matéria abaixo tem como fonte: Globo.com
Participantes do Ciência sem Fronteiras reclamam de entidade que indicou usar o ‘jeitinho brasileiro’. A sugestão foi dada para que estudantes possam se manter nos Estados Unidos caso ocorra atraso em repasses
RIO E BRASÍLIA - Um inusitado produto de exportação chegou aos Estados Unidos e está gerando revolta: é o famoso “jeitinho brasileiro”. Estudantes do Ciência sem Fronteiras foram aconselhados a usarem as distintas habilidades nacionais para se manterem durante um período em que não receberão auxílio financeiro.
A curiosa sugestão veio em um e-mail do Institute of International Education (IIE), entidade parceira da Capes que coordena as finanças dos alunos nos EUA. Na correspondência, o instituto indica o “Brazilian method of creative problem solving” (método brasileiro de resolver o problema criativamente) para suprir demandas de comida e alojamento em caso de atraso nos repasses.
A bomba da semana pode dar início a uma fase que, no momento, não estava programada.
O presidente meliante
por Celso Brasil
O envolvimento direto de Lula na série de revelações que foram desencadeadas em Curitiba - palco da justiça que o povo sempre esperou - pode mudar totalmente a "programação revolucionária" do Foro de São Paulo - liderado pelo PT ou, mais precisamente, pelo chefe de todas as ações que levaram o Brasil ao calamitoso estado em que se encontra.
Hoje não mais nos orgulhamos do Itamaraty - que sempre foi referência na diplomacia mundial - nem da Petrobras - que já alcançou um status sonhado por inúmeras empresas privadas e estatais do planeta.
Seguido e aplaudido por poucos insanos e já odiado pelas centenas de milhões de brasileiros.
Não é segredo nenhum a atuação vergonhosa deste indivíduo que manipulou a fé do povo que, com o País em pleno desenvolvimento, acreditou que tudo poderia melhorar ainda mais, num momento em que o Brasil alcançava as primeiras posições no cenário mundial. O gigante que preocupava as maiores nações da terra, pela sua pujança, riqueza e povo criativo e trabalhador, hoje provoca vergonha na população que, nos momentos mais difíceis de aceitação, confessa não se orgulhar mais, a ponto de ter provocado uma torcida contra a própria seleção no mundial de 2014, quando a única manifestação era de desprezo e decepção por aqueles que, de forma fraudulenta, garantiu a presidência para mais quatro anos.
Mas a matéria publicada pela Revista ÉPOCA desta semana (matéria completa abaixo), traz à tona aquilo que todos já sabem, porém, formal e comprovada - Lula é o chefe de Estado tirano, que não deixou o poder e continua promovendo o apodrecimento das estruturas do Estado, aviltando a democracia e levando a Nação para um buraco cada vez mais profundo.
Ainda assim, como que tomado pelo espírito malévolo que embriaga os despreparados que recebem o poder, ergue-se em bravatas incitando o caos, a luta armada, tentando garantir, ou preservar, a destruição da economia, da família e de todos os princípios éticos e morais de toda a sociedade.
Envergonhando o Brasil no cenário mundial, o chefe chega às portas da justiça cega que poderá desencadear, até mesmo, uma sangrenta batalha.
Chegamos ao ponto em que não há outra solução.
Ou este verdadeiro meliante aceita as regras democráticas que o levará fatalmente para a prisão, por tantos descalabros cometidos ou, como todo comunista, reagirá espalhando a violência que obrigará a reação das Forças Armadas e auxiliares.
O apoio da população, nosso exército do bem já conta.
O que será dos vermes que nos ameaçam e corroem nosso futuro?
Os dias que virão serão determinantes e, certamente, o roteiro será totalmente modificado, em nome da preservação do poder que jamais lhes pertenceu.
O Ministério Público Federal abre uma
investigação contra o petista – ele é suspeito de ajudar a Odebrecht em
contratos bilionários
THIAGO BRONZATTO E FILIPE COUTINHO
30/04/2015 - 22h46 - Atualizado 01/05/2015 01h07
>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
Quando entregou a faixa presidencial a sua pupila, Dilma Rousseff, em janeiro de 2011, o petista Luiz Inácio Lula da Silva deixou o Palácio do Planalto, mas não o poder. Saiu de Brasília com um capital político imenso, incomparável na história recente do Brasil. Manteve-se influente no PT, no governo e junto aos líderes da América Latina e da África – líderes, muitos deles tiranetes, que conhecera e seduzira em seus oito anos como presidente, a fim de, sobretudo, mover a caneta de seus respectivos governos em favor das empresas brasileiras. Mais especificamente, em favor das grandes empreiteiras do país, contratadas por esses mesmos governos estrangeiros para tocar obras bilionárias com dinheiro, na verdade, do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, presidido até hoje pelo executivo Luciano Coutinho, apadrinhado de Lula. Como outros ex-presidentes, Lula abriu um instituto
com seu nome. Passou a fazer por fora (como ex-presidente) o que fazia
por dentro (como presidente). Decidiu continuar usando sua preciosa influência. Usou o prestígio político para, em cada negócio, mobilizar líderes de dois países em favor do cliente, beneficiado em seguida com contratos governamentais lucrativos. Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se o lobista em chefe do Brasil.
Nos últimos quatro anos, Lula viajou constantemente para cuidar de seus negócios. Os destinos foram basicamente os mesmos – de Cuba a Gana, passando por Angola e República Dominicana. A maioria das andanças de Lula foi bancada pela construtora Odebrecht, a campeã, de longe, de negócios bilionários com governos latino-americanos e africanos embalada por financiamentos do BNDES. No total, o banco financiou ao menos US$ 4,1 bilhões em projetos da Odebrecht em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba durante os governos de Lula e Dilma. Segundo documentos obtidos por ÉPOCA, o
BNDES fechou o financiamento de ao menos US$ 1,6 bilhão com destino
final à Odebrecht após Lula, já como ex-presidente, se encontrar com os
presidentes de Gana e da República Dominicana – sempre bancado pela
empreiteira. Há obras como modernização de aeroporto e portos, rodovias e
aquedutos, todas tocadas com os empréstimos de baixo custo do BNDES em
países alinhados com Lula e o PT. A Odebrecht foi a construtora que mais
se beneficiou com o dinheiro barato do banco estatal. Só no ano
passado, segundo estudo do Senado, a empresa recebeu US$ 848 milhões em operações de crédito para tocar empreendimentos no exterior
– 42% do total financiado pelo BNDES. Há anos o banco presidido por
Luciano Coutinho resiste a revelar os exatos termos desses
financiamentos com dinheiro público, apesar de exigências do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União e do Congresso. São o segredo mais bem guardado da era petista.
Moralmente, as atividades de Lula como ex-presidente são, no mínimo, questionáveis. Mas
há, à luz das leis brasileiras, indícios de crime? Segundo o Ministério
Público Federal, sim. ÉPOCA obteve, com exclusividade, documentos que
revelam: o núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da
República em Brasília abriu, há uma semana, investigação contra Lula por
tráfico de influência internacional e no Brasil. O ex-presidente é formalmente suspeito de usar sua influência para facilitar negócios da Odebrecht com representantes de governos estrangeiros onde a empresa toca obras com dinheiro do BNDES. Eis o resumo do processo: “TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES. Supostas
vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira
Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva,
entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados
por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República
Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou
indiretamente, pelo BNDES”.
Os procuradores enquadram a relação de Lula com a Odebrecht, o BNDES e os chefes de Estado, a princípio, em dois artigos do Código Penal. O
primeiro, 337-C, diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si
ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir
em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de
suas funções, relacionado a transação comercial internacional”. O nome do crime: tráfico de influência em transação comercial internacional. O
segundo crime, afirmam os procuradores, refere-se à suspeita de tráfico
de influência junto ao BNDES. “Considerando que as mencionadas obras
são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES,
caso se comprove que o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da
Silva também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do
mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o
tipo penal do artigo 332 do Código Penal (tráfico de influência)”, diz o
documento.
A investigação do MPF pode envolver pedidos de documentos aos órgãos e governos envolvidos, assim como medidas de quebras de sigilos. Nas últimas semanas, ÉPOCA obteve documentos oficiais, no Brasil e no exterior, e entrevistou burocratas estrangeiros para mapear a relação
entre as viagens internacionais do ex-presidente e de integrantes do
Instituto Lula com o fluxo de caixa do BNDES em favor de obras da
Odebrecht nos países visitados. A papelada e os depoimentos revelam contratos de obras suspeitas de superfaturamento bancadas pelo banco estatal brasileiro,
pressões de embaixadores brasileiros para que o BNDES liberasse
empréstimos – e, finalmente, uma sincronia entre as peregrinações de
Lula e a formalização de liberações de empréstimos bilionários do banco
estatal em favor do conglomerado baiano.
A Odebrecht tem receita anual de cerca R$ 100 bilhões. É uma das principais empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, que desmontou um esquema de pagamento de propinas na Petrobras.
Segundo delatores, a construtora tinha um método sofisticado de
pagamento de propinas, incluindo remessas ao exterior trianguladas com
empresas sediadas no Panamá. A empreiteira, que foi citada pelo doleiro Alberto Youssef e por ex-funcionários do alto escalão da Petrobras, nega as acusações. Saiba mais sobre a investigação do Ministério Público
Federal em ÉPOCA desta semana. A reportagem detalha os casos dos
documentos e imagens abaixo: