O maior canalha já colocado no poder, em toda a história da América Latina, agora teme suas crias. Sabe que seus anéis todos irão e sobrarão, apenas, os incompletos dedos. Sua "gerenta", uma desorientada de nascimento, joga bravatas que ninguém mais ouve, graças à sua insignificância e o chefe tenta jogar à opinião pública, a ideia de perseguição, também sem qualquer eco, graças à rejeição de um povo que demorou muito para acordar. Hoje, num grito uníssono, só se ouve fora Lula, fora Dilma e fora PT. Tememos apenas as reações dos terroristas mentecáptos petralhas (desculpe o pleonasmo), no desespero, acuados pela Justiça paranaense e do restante do Brasil, com uma exemplar ação em parceria, da Polícia Federal. Eles poderão antecipar ou provocar o que nossas Forças tentam evitar há muito e, mudar o rumo de desinfecção pacífica (pelo menos para o povo) do covil que se tornou o Planalto.
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Matéria abaixo: créditos Veja -
Por: Vera Magalhães
Bumlai: Lula quer que ele pare de falar
Diante do cerco ao filho caçula, Luís Cláudio, Lula mandou que o
amigo José Carlos Bumlai pare de falar. O ex-presidente considerou
temerário o pecuarista dizer, em entrevista, que recebeu empréstimo do
lobista Fernando Baiano.
O receio é que a história desmorone caso membros da família Schain
fechem mesmo acordo para contar tudo sobre a intermediação, feita por
Bumlai, de um empréstimo de 60 milhões de reais do banco do grupo para
a campanha de Lula em 2006.
Segundo o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa, a dívida foi quitada
com recursos do petrolão, por meio de um contrato para a construtora
Schain operar navio-sonda sem licitação.
A bomba da semana pode dar início a uma fase que, no momento, não estava programada.
O presidente meliante
por Celso Brasil
O envolvimento direto de Lula na série de revelações que foram desencadeadas em Curitiba - palco da justiça que o povo sempre esperou - pode mudar totalmente a "programação revolucionária" do Foro de São Paulo - liderado pelo PT ou, mais precisamente, pelo chefe de todas as ações que levaram o Brasil ao calamitoso estado em que se encontra.
Hoje não mais nos orgulhamos do Itamaraty - que sempre foi referência na diplomacia mundial - nem da Petrobras - que já alcançou um status sonhado por inúmeras empresas privadas e estatais do planeta.
Seguido e aplaudido por poucos insanos e já odiado pelas centenas de milhões de brasileiros.
Não é segredo nenhum a atuação vergonhosa deste indivíduo que manipulou a fé do povo que, com o País em pleno desenvolvimento, acreditou que tudo poderia melhorar ainda mais, num momento em que o Brasil alcançava as primeiras posições no cenário mundial. O gigante que preocupava as maiores nações da terra, pela sua pujança, riqueza e povo criativo e trabalhador, hoje provoca vergonha na população que, nos momentos mais difíceis de aceitação, confessa não se orgulhar mais, a ponto de ter provocado uma torcida contra a própria seleção no mundial de 2014, quando a única manifestação era de desprezo e decepção por aqueles que, de forma fraudulenta, garantiu a presidência para mais quatro anos.
Mas a matéria publicada pela Revista ÉPOCA desta semana (matéria completa abaixo), traz à tona aquilo que todos já sabem, porém, formal e comprovada - Lula é o chefe de Estado tirano, que não deixou o poder e continua promovendo o apodrecimento das estruturas do Estado, aviltando a democracia e levando a Nação para um buraco cada vez mais profundo.
Ainda assim, como que tomado pelo espírito malévolo que embriaga os despreparados que recebem o poder, ergue-se em bravatas incitando o caos, a luta armada, tentando garantir, ou preservar, a destruição da economia, da família e de todos os princípios éticos e morais de toda a sociedade.
Envergonhando o Brasil no cenário mundial, o chefe chega às portas da justiça cega que poderá desencadear, até mesmo, uma sangrenta batalha.
Chegamos ao ponto em que não há outra solução.
Ou este verdadeiro meliante aceita as regras democráticas que o levará fatalmente para a prisão, por tantos descalabros cometidos ou, como todo comunista, reagirá espalhando a violência que obrigará a reação das Forças Armadas e auxiliares.
O apoio da população, nosso exército do bem já conta.
O que será dos vermes que nos ameaçam e corroem nosso futuro?
Os dias que virão serão determinantes e, certamente, o roteiro será totalmente modificado, em nome da preservação do poder que jamais lhes pertenceu.
O Ministério Público Federal abre uma
investigação contra o petista – ele é suspeito de ajudar a Odebrecht em
contratos bilionários
THIAGO BRONZATTO E FILIPE COUTINHO
30/04/2015 - 22h46 - Atualizado 01/05/2015 01h07
>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
Quando entregou a faixa presidencial a sua pupila, Dilma Rousseff, em janeiro de 2011, o petista Luiz Inácio Lula da Silva deixou o Palácio do Planalto, mas não o poder. Saiu de Brasília com um capital político imenso, incomparável na história recente do Brasil. Manteve-se influente no PT, no governo e junto aos líderes da América Latina e da África – líderes, muitos deles tiranetes, que conhecera e seduzira em seus oito anos como presidente, a fim de, sobretudo, mover a caneta de seus respectivos governos em favor das empresas brasileiras. Mais especificamente, em favor das grandes empreiteiras do país, contratadas por esses mesmos governos estrangeiros para tocar obras bilionárias com dinheiro, na verdade, do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, presidido até hoje pelo executivo Luciano Coutinho, apadrinhado de Lula. Como outros ex-presidentes, Lula abriu um instituto
com seu nome. Passou a fazer por fora (como ex-presidente) o que fazia
por dentro (como presidente). Decidiu continuar usando sua preciosa influência. Usou o prestígio político para, em cada negócio, mobilizar líderes de dois países em favor do cliente, beneficiado em seguida com contratos governamentais lucrativos. Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se o lobista em chefe do Brasil.
Nos últimos quatro anos, Lula viajou constantemente para cuidar de seus negócios. Os destinos foram basicamente os mesmos – de Cuba a Gana, passando por Angola e República Dominicana. A maioria das andanças de Lula foi bancada pela construtora Odebrecht, a campeã, de longe, de negócios bilionários com governos latino-americanos e africanos embalada por financiamentos do BNDES. No total, o banco financiou ao menos US$ 4,1 bilhões em projetos da Odebrecht em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba durante os governos de Lula e Dilma. Segundo documentos obtidos por ÉPOCA, o
BNDES fechou o financiamento de ao menos US$ 1,6 bilhão com destino
final à Odebrecht após Lula, já como ex-presidente, se encontrar com os
presidentes de Gana e da República Dominicana – sempre bancado pela
empreiteira. Há obras como modernização de aeroporto e portos, rodovias e
aquedutos, todas tocadas com os empréstimos de baixo custo do BNDES em
países alinhados com Lula e o PT. A Odebrecht foi a construtora que mais
se beneficiou com o dinheiro barato do banco estatal. Só no ano
passado, segundo estudo do Senado, a empresa recebeu US$ 848 milhões em operações de crédito para tocar empreendimentos no exterior
– 42% do total financiado pelo BNDES. Há anos o banco presidido por
Luciano Coutinho resiste a revelar os exatos termos desses
financiamentos com dinheiro público, apesar de exigências do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União e do Congresso. São o segredo mais bem guardado da era petista.
Moralmente, as atividades de Lula como ex-presidente são, no mínimo, questionáveis. Mas
há, à luz das leis brasileiras, indícios de crime? Segundo o Ministério
Público Federal, sim. ÉPOCA obteve, com exclusividade, documentos que
revelam: o núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da
República em Brasília abriu, há uma semana, investigação contra Lula por
tráfico de influência internacional e no Brasil. O ex-presidente é formalmente suspeito de usar sua influência para facilitar negócios da Odebrecht com representantes de governos estrangeiros onde a empresa toca obras com dinheiro do BNDES. Eis o resumo do processo: “TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES. Supostas
vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira
Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva,
entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados
por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República
Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou
indiretamente, pelo BNDES”.
Os procuradores enquadram a relação de Lula com a Odebrecht, o BNDES e os chefes de Estado, a princípio, em dois artigos do Código Penal. O
primeiro, 337-C, diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si
ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir
em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de
suas funções, relacionado a transação comercial internacional”. O nome do crime: tráfico de influência em transação comercial internacional. O
segundo crime, afirmam os procuradores, refere-se à suspeita de tráfico
de influência junto ao BNDES. “Considerando que as mencionadas obras
são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES,
caso se comprove que o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da
Silva também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do
mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o
tipo penal do artigo 332 do Código Penal (tráfico de influência)”, diz o
documento.
A investigação do MPF pode envolver pedidos de documentos aos órgãos e governos envolvidos, assim como medidas de quebras de sigilos. Nas últimas semanas, ÉPOCA obteve documentos oficiais, no Brasil e no exterior, e entrevistou burocratas estrangeiros para mapear a relação
entre as viagens internacionais do ex-presidente e de integrantes do
Instituto Lula com o fluxo de caixa do BNDES em favor de obras da
Odebrecht nos países visitados. A papelada e os depoimentos revelam contratos de obras suspeitas de superfaturamento bancadas pelo banco estatal brasileiro,
pressões de embaixadores brasileiros para que o BNDES liberasse
empréstimos – e, finalmente, uma sincronia entre as peregrinações de
Lula e a formalização de liberações de empréstimos bilionários do banco
estatal em favor do conglomerado baiano.
A Odebrecht tem receita anual de cerca R$ 100 bilhões. É uma das principais empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, que desmontou um esquema de pagamento de propinas na Petrobras.
Segundo delatores, a construtora tinha um método sofisticado de
pagamento de propinas, incluindo remessas ao exterior trianguladas com
empresas sediadas no Panamá. A empreiteira, que foi citada pelo doleiro Alberto Youssef e por ex-funcionários do alto escalão da Petrobras, nega as acusações. Saiba mais sobre a investigação do Ministério Público
Federal em ÉPOCA desta semana. A reportagem detalha os casos dos
documentos e imagens abaixo: