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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Ministro Fachin liberou inquérito contra Renan

http://oebrasileiro.blogspot.com.br/2016/02/ministro-fachin-liberou-inquerito.html
Renan faz companhia a Cunha na alça de mira
As evidências já não podem ser negligenciadas na podre máquina política que, desgovernada, ruma ao abismo.

Fachin, depois de experimentar a pressão de grupos de ação, num dos julgamentos que surpreendeu o Brasil com sua decisão, passa a pensar mais sobre suas decisões.

Vendo a Lava Jato passar por cima de muitas blindagens e, bem conhecido pelos juízes da mesma, já que Curitiba é seu reduto, onde fez sua história política, o relator do caso Renan não mais surpreende.

A decisão pode livrar Cunha da solidão, já que terá um companheiro na alça de mira da justiça, embora a palavra companheiro não seja a mais bem colocada. Cunha questionou o fato da Polícia Federal invadir sua privacidade enquanto Renan ainda era blindado, quando a devassa em sua residência foi executada.

O mesmo ocorre e ocorrerá, com mais frequência, em outros homens de decisão no Planalto Central. Um caminho que mostra tendências de mudanças, embora lentas, na cultura brasileira, a começar pelos envolvidos com o podre poder que solapou a Nação e, depois, os doleiros, empresários etc betc etc.



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Matéria da Mídia

Três anos após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter oferecido denúncia contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar se abre ação penal. Se a acusação for acolhida pelo plenário do Supremo, Renan passa a ser réu, respondendo pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso.

Relator do caso, o ministro Luiz Edson Fachin liberou para a pauta de julgamento o inquérito que apura se Renan usou dinheiro de empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. O escândalo, ocorrido em 2007, foi um dos fatores que levou Renan a renunciar à presidência do Senado na época. Agora, cabe ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, marcar a data da sessão que vai discutir o recebimento da denúncia.

O caso tramita em segredo de justiça no Supremo e chegou ao tribunal em 2007. Lewandowski era o relator original do caso, mas deixou o processo quando assumiu a presidência do STF, em setembro de 2014. Fachin assumiu o caso em junho de 2015, logo após tomar posse no Supremo.

Para justificar que tinha renda para fazer os pagamentos da pensão, Renan apresentou documentos e disse que tinha recebido uma parte com a venda de gado. O suposto comprador, porém, negou que tenha adquirido bois do senador.

Na denúncia, a Procuradoria disse que Renan não possuía recursos disponíveis para custear os valores repassados a jornalista Mônica Veloso entre janeiro de 2004 e dezembro de 2006, e que inseriu “informações diversas das que deveriam ser escritas sobre seus ganhos com atividade rural, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, qual seja, sua capacidade financeira”.

A pena prevista no Código Penal para o crime de peculato (quando servidor utiliza o cargo para desviar dinheiro público) é de 2 a 12 anos de prisão. Se Renan for condenado pelos três crimes, a soma de suas penas pode variar de 5 a 23 anos de cadeia, mais pagamento de multa a ser estipulada pelo STF.
Improbidade

O STF discute a parte criminal do caso. Em outra frente, a Justiça Federal de Brasília abriu, no ano passado, ação contra o presidente do Senado na qual ele é acusado de improbidade administrativa por receber propina da construtora Mendes Júnior para pagar despesas pessoais.

A Procuradoria da República no Distrito Federal enviou à Justiça, em 2014, uma ação de improbidade administrativa, afirmando que o peemedebista recebeu propina da construtora Mendes Júnior para pagar despesas que teve numa relação extraconjugal.

Na ação ainda é dito que Cláudio Gontijo, lobista da Mendes Júnior, fazia os pagamentos para o peemedebista e que a construtora foi beneficiada por emendas parlamentares apresentadas pelo Senador.

Se for condenado por improbidade, o presidente do Senado pode ter que ressarcir os cofres públicos e até perder o cargo público.
Lava Jato

O presidente do Senado também é alvo de seis inquéritos no Supremo que apuram seu suposto envolvimento com o esquema de corrupção da Petrobras. Ele nega envolvimento com os desvios na estatal.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O carnaval da Justiça




O carnaval da Justiça
da série Crônicas de um Cidadão comum
Celso Brasil


Longe de um simples tráfico de influência, mistérios não mais misteriosos, circundam as viagens do chefe a inúmeros países onde reina a ditadura oriunda da filosofia do “Venha a nós e ao povo... Oras o povo!”
Temos as suspeitas mais que fundamentadas, de que muito dinheiro viajava no Força Aérea 1 ou “aerolula”, como era chamado.

Até agora nada foi anunciado sobre o caso dos 25 Milhões de Euros transportados no avião presidencial com a segunda “dama” Rose para o banco Espirito Santo em Portugal.

Cerveró afirma que Angola foi usada para lavar propina da Petrobrás na campanha de Lula, o que não é novidade, pois, há muito, as ditaduras de esquerda são usadas para lavar dinheiro sujo, levado do trabalho limpo de um povo que hoje, graças aos criminosos do podre poder, não consegue colocar, em muitos casos, o pão na mesa e estão devolvendo suas casas que, um dia, já foram suas vidas, num sonho utópico de quem acreditou nas sórdidas enganações dos déspotas que tomaram o Brasil de extremo a extremo. Ou de extremo ao Supremo.

No caso de Angola, somente na compra de lotes para exploração de petróleo pela Petrobras, ocorreu uma operação de 300 Milhões de Dólares, gerando uma propina de 50 Milhões de Reais para a campanha de Lula.

Podemos imaginar o quanto se esvaiu para Cuba, se em apenas uma viagem a Portugal foram 25 Milhões na mala diplomática da clandestina segunda dama Rose Noronha.

Além do transporte de dinheiro que exigia carro forte para descarrega-lo do avião, aconteceram acordos e os estranhos perdões bilionários de dívidas das nações onde impera a ditadura escravista que o Foro de São Paulo tanto idolatra e busca implantar no Brasil.

Antes do retorno das férias do Juiz Sérgio Moro, foi solicitado o remanejamento de alguns petistas, digo, prisioneiros da Polícia Federal de Curitiba para o presídio de Pinhais. Um sinal claro do que já anunciei antes do Natal passado – esvaziar para preencher com novos hóspedes.

Sim!

A Lava Jato volta com boas novidades para os cidadãos brasileiros e a mídia aguarda, ansiosa, os acontecimentos para as matérias que farão aumentar a audiência por vários dias.

Novamente veremos equipes de reportagem acotovelarem-se para captar o melhor take, os melhores detalhes, as melhores fotos que serão viralizadas nas redes sociais. Muitas com legendas criativas e palavras de ordem expressando a vontade popular dos mais de 200 milhões de brasileiros, não simpatizantes da “gerenta” que ocupa, indevidamente, a cadeira presidencial.

A aclamação de um povo cansado dos protagonistas do maior escândalo de corrupção do planeta será, sem dúvida alguma, o impeachment.

Mas ainda teremos os mascarados e vermelhinhos desfilando nas vias públicas em defesa do bando, da fantoche e do seu ventríloquo chefe.

Não faltará o reforço, oriundo da direita, vestindo verde e amarelo, cantando o Hino Nacional, empunhando a bandeira brasileira, travestidos de patriotas, endossando, reforçando e repetindo, uníssono com os petralhas, o grito – “Impeachment é golpe!!!” – tentando sabotar o sonho de 200 milhões e o suado trabalho de inúmeros grupos que lutaram pela retirada da rainha da mandioca que Lula plantou no Planalto.

Em meio a essa tempestade de ideias absurdas, aclamações utópicas e tentativas de fuga da legalidade através de argumentos infundados, ignorando os inimigos da democracia, a equipe da Lava Jato, comandada pelos corajosos Deltan Dallagnol e Sérgio Moro, agirá em conjunto com a Polícia Federal.

Os nossos queridos congressistas entrarão logo depois, com os contras e os favoráveis, dependendo de quanto dinheiro sujo for investido, acompanhados dos “justos juízes” do STF - Submisso Tribunal Federal, rezando a inconstitucionalidade de qualquer ato que atinja a “gerenta” e seu ventríloquo chefe.

Mas, ainda ecoando as últimas palavras delatórias de Nestor Cerveró, o honoris causa do caos já não consegue achar mais argumentos diante de tantas delações e incontestáveis evidências.

Com sua equipe de defesa agora reforçada com a contratação de Nilo Batista, Lula ainda tenta se safar daquilo que fatalmente terá de enfrentar – as grades.

Mas existe algo de muito romântico nisso tudo!
Nilo Batista, que foi governador do Rio de Janeiro em 1994, era vice de Brizola quando o governador se afastou para concorrer à presidência. Seu nome foi cogitado por Lula, para assumir o STF e é considerado um dos melhores criminalistas do Estado do Rio.

Ah... Sobre o romantismo?
É que Nilo Batista afirma que está trabalhando de graça para Lula da Silva, embora as especulações mostrem que os advogados de defesa na Lava Jato recebam de 3 a 5 Milhões e alguns chegam a 15 Milhões de Reais pelo trabalho.

Mas, amigo que é amigo, é amigo!
Então, Nilo não cobrará nada.
Isso até me comove, sabe?
Não se vê mais pessoas assim no Brasil.

Enquanto isso...

O Lulinha está de “passagem comprada” para Curitiba. A cidade o espera ansiosa para um verdadeiro carnaval antecipado, tamanha será a alegria do seu povo tão hospitaleiro.

E quando chegar o pai (da corrupção no Brasil), sem qualquer sombra de dúvida, o carnaval curitibano causará inveja ao Rio de Janeiro que, apesar de sua tradição, não conseguirá superar a capital paranaense nessa modalidade.

Quem diria que Lulinha e Lulão seriam recebidos com tanta alegria na Capital da Justiça?

E Curitiba que nem carnaval tem, correrá o risco de superar a tradicional festa dos cariocas!

Por que não dos baianos também?

Atrás do trio elétrico só não vai quem já foi preso!

Destino irônico, não?

Mas agora é rezar e esperar. Mas com nosso bloco desde já nas ruas, é claro!

Minha fantasia está separada e pronta. É simples, mas, ao mesmo tempo, muito significativa.
Contrariando esquerdopatas
que só dizem asneiras,
Ela é verde e amarela.
E jamais será vermelha.

Até a próxima.



 


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Mais e-mails incriminam Lula

Troca de mensagens entre Marcelo Odebrecht e executivos afastados do grupo foi anexada aos autos da Operação Lava Jato.

Uma série de e-mails trocados entre Marcelo Odebrecht e executivos afastados do grupo mostra como o empreiteiro usava de sua proximidade com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-diretores da Petrobras para tentar obter contratos em outros países. Anexadas aos autos da Operação Lava Jato em dezembro, as mensagens tratam de negócios da Odebrecht na Argentina, Bolívia e Peru.

Em uma das trocas de e-mails destacadas pela Polícia Federal, Marcelo Odebrecht - afastado da presidência do grupo em novembro, após ser preso pela Lava Jato em 19 de junho - conversa com os executivos do grupo Carlos Brenner, Roberto Prisco Ramos, Márcio Faria e Rogério Araújo. O assunto tratado são negócios da Braskem - petroquímica da empresa em sociedade com a Petrobras - no Peru e uma visita do ex-presidente Lula.

Para a PF, o documento indica a tentativa de Odebrecht de usar a influência do ex-presidente para fechar o negócio. Quem também participa da troca de mensagens é o ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e o ex-gerente da estatal Luís Moreira.

Em 25 de janeiro de 2008, Brenner escreve para Roberto Ramos. "Vi no jornal que o Lula estará em Lima em 5/3 para encontrar-se com Alan García (ex-presidente peruano). O foco é a discussão de relações bilaterais. Já pensou se conseguirmos incluir na agenda a assinatura do MoU?", diz. O negócio buscado pelo grupo, "MoU", era um acordo para a instalação de um polo petroquímico no Peru que envolvia a parceria entre Petrobras e Petroperu. O projeto, segundo a Braskem, previa a industrialização de etanol.

Cinco dias depois, em 30 de janeiro, Ramos envia a Rogério Araújo - preso na Lava Jato e suposto operador de propinas do grupo - mensagem sobre o caso. "Só para sua informação. O ideal era voltar ao assunto depois do carnaval e ver se conseguimos combinar com nosso amigo Nestor (Cerveró) estar em condições de assinar o protocolo durante a visita de Lula".

No mesmo dia, Araújo repassa o e-mail de Ramos intitulado "Lula no Peru" a Cerveró com a mensagem: "O que você acha desta estratégia?". Um dia depois, 31, o ex-diretor de Internacional responde a Araújo e copia o ex-gerente da Petrobras em seu e-mail funcional: "Este assunto já foi acertado com o Cesar Gutierrez (presidente da Petroperu) na minha reunião da última semana, quando estive em Lima. Acho boa ideia e vamos andar rápido com o assunto". A troca de mensagens é copiada para Marcelo Odebrecht. "Apenas para inf. Assunto em evolução."

Em 7 de fevereiro, o próprio dono da Odebrecht responde aos executivos. "Ótimo. Estes eventos com Lula são bons pois criam um deadline." O acordo buscado pela Braskem foi assinado durante a visita de Lula.

Argentina - Nos e-mails anexados a um dos inquéritos em que executivos da Odebrecht são investigados, há também a atuação de Marcelo Odebrecht em visita de Lula feita em fevereiro de 2008 à Argentina. No relatório da PF, foi destacado trecho de mensagem enviada por Odebrecht a Henrique Valladares, executivo do grupo, em 4 de fevereiro. "Preciso (de) uma nota sobre Garabi para preparar a ajuda memória final que quero enviar para Lula até amanhã, referente à visita dele a Argentina." O projeto é o da usina hidrelétrica Garabi-Panambi, que está para ser construída na fronteira entre Brasil e Argentina.

Marcelo Odebrecht recebe o material e responde: "Roberto (Ramos). Um terço de página apenas ou o cara não lê". Para a PF, o empreiteiro se referia a Lula. "Pela dimensão e importância dos projetos atualmente em execução e em estudo pela Odebrecht na Argentina, havendo oportunidade, seria importante que o presidente Lula pudesse reforçar, junto à presidente Cristina (Kirchner), a confiança que tem na Odebrecht", diz outro trecho de mensagem.

Nas mensagens tratando sobre interesses da Odebrecht na Argentina, há referência ao presidente da Bolívia, Evo Morales. "Sugere-se ao presidente Lula comentar com o presidente Evo Morales sua satisfação em relação à boa evolução do projeto." O negócio de interesse naquele país era um polo de gás químico. O encontro entre Lula, a ex-presidente argentina Cristina Kirchner e Evo Morales ocorreu em 23 de fevereiro de 2008.

A Odebrecht diz lamentar "que se repita o expediente de vazamento de mensagens descontextualizadas de ex-executivos da empresa" e afirma que elas "expressam fatos absolutamente normais", como o fornecimento de subsídios para viagens a países onde empresas mantêm operações. "Tenta-se promover uma leitura maliciosa de mensagens em que o ex-presidente da holding Odebrecht se mantém informado sobre investimentos do acionista. Previsões de mercado são propositalmente confundidas com informações privilegiadas."

A Odebrecht informou também que mantém "relações institucionais transparentes" com presidentes "de forma condizente com a importância do cargo em benefício de interesses nacionais". Segundo a empresa, a prática é comum nos EUA e França, cujos chefes de Estado promovem suas empresas na busca por uma maior participação no comércio global.

A Braskem afirma que um acordo para a instalação de um polo petroquímico no Peru "já estava em gestação desde antes da visita do ex-presidente Lula ao país". "O acordo foi efetivamente assinado durante a visita, dentro do rol de acordos bilaterais comum a missões presidenciais." O Instituto Lula não respondeu aos questionamentos. Lula já negou "tráfico de influência" em favor da Odebrecht e afirmou que "presidentes e ex-presidentes do mundo inteiro defendem as empresas de seus países no exterior".

Fonte: Veja

domingo, 3 de janeiro de 2016

Esposa & sócia do Ministro do STF Barroso abre Offshore nos EUA com nome de solteira

Importantíssimo vídeo no final desta matéria!
Tereza Cristina Van Brussel Barroso esposa e sócia do ministro do Supremo Tribunal Fedreral Luís Roberto Barroso, abriu em 09 de junho de 2014 a Offshore TELUBE FLORIDA, LLC, a offshore está registrada nos Estados Unidos com o nome de solteira Tereza Cristina Van Brussel na Ilha de Key Biscayne.

O endereço da sede é um imóvel da própria Offshore, porém no registro a esposa de Barroso apresenta como seu endereço particular o de um conhecido operador de Offshore’s de brasileiros que tem problemas com a justiça brasileira a “Barbosa Legal” na 407 LINCOLN ROAD PH-NE, MIAMI BEACH também na Flórida.

O endereço da Telube e do imóvel ficam 350 Ocean Dr UNIT 302N, na Ilha Key Biscayne estado da Flórida fica à poucos minutos do centro de Miami e é um lugar lindo para conhecer. Ela fica conectada à Miami através da ponte Rickenbacker.

O imóvel fica em uma das áreas mais valorizadas da Florida, que também é sede da Offshore e tem um estimado em USD 3 milhões o que daria hoje uns R$ 12 milhões de reais.

De acordo com a Vila de Key Biscayne Building, Zoneamento e Planejamento Departamento, foram 2 licenças de construção arquivados no estabelecimento durante o ano (2014) passado.1 deles tem um valuation, que é de US $ 52,179.00.

Tal reforma ocorreu em outubro de 2014, enquanto a esposa de Luis Roberto Barroso já era ministro do STF e sua esposa já era dona da offshore. O que tudo leva a crer que a offshore seja dona do imóvel da ilha paradisíaca.

Além dessa Offhshore nos Estados Unidos, Tereza (Teresa Barroso como chamam alguns jornais) também é sócia administradora de outros negócios em sociedade com o Ministro do STF.
No Brasil

A LRBT EMPREENDIMENTOS ( 17.409.139/0001-96 ) com capital social de R$ 1 milhão é administrada por TEREZA CRISTINA VAN BRUSSEL e tem como sócio o Ministro do STF LUIS ROBERTO BARROSO, a LRBT fica situada na Avenida RIO BRANCO 125 Sala 2102 no Rio de Janeiro.

A CHILE 230 PARTICIPACOES ( 15.558.023/0001-93 ) com capital social de R$ 40 mil também é administrada por TEREZA CRISTINA VAN BRUSSEL e também tem como sócio LUIS ROBERTO BARROSO ficando situada na Avenida Chile 230 sala 401 no Rio de Janeiro.



O Ministro LUIS ROBERTO BARROSO continua a responder ilegalmente por duas empresas segundo o site a receita federal, pois ele é o único responsável e consta como como presidente da CASA DE CULTURA JURIDICA DO RIO DE JANEIRO CCJ (68.653.047/0001-98) e do INSTITUTO DE DIREITO DO ESTADO E ACOES – IDEIAS (07.884.820/0001-32), a CCJ funciona na rua SAO FRANCISCO XAVIER 524 e a IDEIAS funciona no mesmo endereço da LRBT.

Acreditamos que a esposa de Barroso declarou ao Banco Central a Offshore e os recursos recebidos em 2014 e 2015, caso contrario o Ministro esta muito encrencado.

Sobre o contrato que a Barroso mantém com o Governo Dilma e a Eletronorte, estamos de olho e será outra bomba publicada neste veículo.

Ministro Barroso e sua família, 2016 será um ótimo ano para o Brasil, porém se a esposa do Ministro não declarou o imóvel, a reforma e a Offshore, poderá ter um ano turbilhado.

Fonte: Vetor documentos & informações
  
Vídeo que você não pode deixar de assistir!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Um pigmeu entre gigantes


General de Brigada Paulo Chagas
No início do mês passado, fui convidado pelo Comandante do Exército, Gen Villas Bôas, a acompanhá-lo em uma visita oficial ao Regimento de Dragões da Independência, onde um Oficial da Reserva (R2) seria recepcionado.

Tratava-se de atender ao pedido de alguém que tivera o privilégio de aprender as táticas elementares da Cavalaria e de conviver, por algum tempo, no salutar ambiente de um regimento e de ter feito contato com os valores, as virtudes e os princípios que norteiam a vida castrense.

O Exército como um todo e a Cavalaria em especial, são instituições apaixonantes e marcantes para quem tem a oportunidade de conhecê-los mais de perto.

Neste contexto, para aqueles que cursaram o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR/SP), no tempo em que a Cavalaria era a cavalo, sobressai de importância o antigo 17º Regimento de Cavalaria, sediado em Pirassununga (SP), hoje mecanizado e aquartelado em Amambai (MT).

Foi para relembrar seus tempos no “17”, onde estagiou, que o 2º Ten Cav (R2) Ricardo Lewandowski, hoje Presidente do STF,  solicitou uma visita ao quartel do “1º de Dragões”. Nada mais justo e lógico para quem conheceu o agradável sabor da vida agitada e alegre de um Regimento de Cavalaria.

O roteiro da visita incluiu uma magnífica demonstração do treinamento aplicado aos cavalos e aos Dragões para habilitá-los ao emprego nas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

O Ten Lewandowski, como era de se esperar, ficou realmente muito impressionado com o que viu em termos de motivação, capacitação, destreza, disciplina, coragem e vigor físico da tropa e dos animais.

A visita foi encerrada com um almoço no Salão Nobre do Regimento, ocasião em que o Gen Villas Bôas presenteou o visitante com uma placa de madeira na qual estava fixado um estribo.

O Comandante do Exército fez questão de frisar que se tratava do estribo do lado esquerdo, o do “lado de montar”, e alertou o homenageado, agora não mais o Tenente de Cavalaria, mas o Ministro Presidente do STF, para o fato de que o do lado direito estará sendo empunhado pelo Exército Brasileiro, para evitar que a sela vire no momento de montar, garantindo a firmeza na tomada de assento na sela.

Complementando, o Comandante justificou o sentido figurado da gesto, dizendo ao Ministro que ele, no exercício de suas elevadas funções judiciais, terá sempre o Exército à sua direita, vigilante e atento, para garantir o cumprimento da lei e o respeito à ordem pública e aos preceitos constitucionais.

O Ministro recebeu e entendeu a mensagem, agradeceu a lembrança e disse, com ênfase, em seu discurso de agradecimento, que a Suprema Corte brasileira, a exemplo das FFAA,  é uma instituição de Estado e não de governo, ou seja, comprometida, antes de tudo, com o Brasil e não com governos de ocasião!

Hoje, depois de ter assistido à tramoia dos integrantes daquele supremo tribunal de justiça para favorecer, no processo de impeachment, o governo que o aparelhou, sinto-me autorizado a pensar que houve falha na avaliação do Aluno e do Tenente Lewandowski nos indicadores relacionados ao compromisso com a verdade, fundamento da moral cavalariana e do Exército de Caxias!

Se, por um momento, encontrei no Presidente do STF identidade no amor e na admiração à Cavalaria, hoje, rechaço este sentimento, porquanto, de fato, enquanto esteve entre nós, no CPOR e no “17”, não passou de um pigmeu entre gigantes, o que justifica ele ter imaginado que, voltando a um quartel, na posição que ocupa, poderia equiparar-se àqueles que o devem ter humilhado com sua imensa superioridade moral!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

GOLPE: Conveniência confessa - Senado pode arquivar impeachment

O STF - Supremo Tribunal Federal pode, a partir de agora, ser rebatizado de SUBMISSO Tribunal Federal, ao comprovar sua única competência – Manter a implantação do comunismo bolivariano no Brasil.
Aos que assistiram, mesmo que parcialmente, a seção do STF neste 17 de dezembro de 2015, podem, com toda tranquilidade comprovar o que já era público e notório, ou seja, o aparelhamento do Estado é comprovado e merece uma devassa nas contas bancárias particulares de cada um de seus integrantes e uma investigação profunda por parte da Polícia Federal e instituições sérias. Com isso saberão quanto cada um recebeu para que a votação fosse tão tendenciosa no sentido de blindar a terrorista, assaltante de bancos etc, manipulada pelo chefe da gangue Luiz Inácio Lula da Silva.
O processo de impeachment cessaria a fonte corrupta que envolve todos aqueles que a evitam. E são tantos que, mesmo as falcatruas sendo divulgadas abertamente e de conhecimento, até, de moradores de rua, os seguidores beneficiários da maior quadrilha já formada na história universal, declaram abertamente que Senado pode negar processo em nome “do útil, do oportuno e do conveniente”.
Oras!!! Se for conveniente para eles, “que o povo coma brioches”?
Mais do que nunca o povo deve tomar as ruas, as frentes das residências dos corruptos, a frente das instituições e, diariamente, a frente do Congresso Nacional, STF e todo e qualquer espaço que seja convenientes para a pressão que, caso não haja, determinará a continuidade do processo de “miserabilização” da Nação. Condenando o Brasil ao seu fim definitivo, sendo vendido a nações sóciocomunistas, com a perda de suas riquezas, território e destruição do progresso conquistado em seus mais de 500 anos de história.
Nada mais há o que fazer senão o povo se manifestar de forma organizada em pequenos grupos e continuamente.
Não! Eu não tenho vergonha de ser brasileiro e essa enorme quadrilha não tirará de mim o orgulho e amor que tenho pela Pátria Amada Brasil.
Quero meu País de volta.
  

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Artigo de Reinaldo Azevedo esclarece.
Há uma tentativa de golpe em curso no STF, que quer dar ao Senado o direito de se negar a abrir o processo de impeachment; parece que golpistas já são maioria
Celso de Mello, para escândalo da ordem jurídica, diz que Senado pode negar processo em nome “do útil, do oportuno e do conveniente”
Estão armando um golpe contra a Constituição no Supremo. Quem abriu a divergência foi Roberto Barroso. Teori Zavascki já entrou na onda. Marco Aurélio já se manifestou nesse sentido. Ricardo Lewandowski também. Carmen Lúcia fez umas pequenas intervenções que parecem ir em igual sentido… Fique com a impressão que Luiz Fux vai com o grupo
E, por incrível que pareça, a argumentação mais fraca é a de Celso de Mello. Já chego lá.
A que me refiro?
O caput do Artigo 86 da Constituição é claríssimo. Leiam:
Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.
Como se vê, e já chamei aqui a atenção para isto, uma vez admitida a acusação pela Câmara, não existe instância intermediária entre a admissão e a instauração do processo. Ele é obrigatório. Onde está escrito isso?
Celso de Mello se enrolou de modo estupefaciente. Um homem inteligente sem argumentos é sempre mais patético do que um homem burro.
Barroso deu início a um argumento furado como nota de R$ 3. Assim como o Supremo autoriza ou não processo contra o presidente da República em caso de crime comum, caberia ao Senado autorizar ou a instauração do processo.
A argumentação é estúpida. Estamos falando de Poderes distintos nesse caso. Câmara e Senado são o mesmo Poder. A Constituição atribui à Câmara o juízo de admissibilidade. E ao Senado cabe processar e julgar.
Sem argumento técnico nenhum, Celso de Mello, para espanto da ordem jurídica, disse que, dada a gravidade do assunto, cabe ao Senado avaliar se o processo de impeachment é “útil, oportuno e conveniente”. Entendi: logo, se conclui que, por oportunismo, utilitarismo e conveniência, pode-se mandar a Constituição para o lixo.
Assim, segundo a turma, ainda que a Câmara admita a denúncia, o Senado pode se negar a abrir o processo.
Não sei se contaram: no grupo acima, já há seis votos.
Ah, sim: Dias Toffoli, para registro, da história, opôs-se ao à defesa do golpe.
Fonte: VEJA

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Renan, Jader e Delcídio na Lava Jato

Renan, Jader e Delcídio
Estas "autoridades" receberam propina a partir de contratos fraudados na Petrobras.

O ministro Teori Zavascki (pasmém, senhores!!!), relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira a abertura de dois novos inquéritos para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-líder do governo Delcídio do Amaral (PT-MS). Os três foram citados por delatores do escândalo do petrolão como autoridades que receberam propina a partir de contratos fraudados na Petrobras. Por decisão de Zavascki, também será investigado o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), apontado pelos investigadores do petrolão como o preposto de Calheiros nas negociações de propina.

Em acordo de delação premiada, conforme revelou VEJA, Baiano contou que o esquema de corrupção na área internacional da Petrobras começou em 2006, no governo Lula, e envolveu os senadores Renan Calheiros (PMDB), Delcídio Amaral (PT), Jader Barbalho (PMDB) e o ex-ministro Silas Rondeau, que, após o mensalão, substituiu Dilma Rousseff na pasta de Minas e Energia. Todos negam as acusações.

Apontado pelo Ministério Público como o operador do PMDB no escândalo do petrolão, o lobista Fernando 'Baiano' Soares admitiu que atuou em "repasses pontuais" de dinheiro sujo ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a Renan Calheiros. Ele disse que repassou propina a integrantes do partido relativa à compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e de contratos de sondas. "[Baiano] realizou apenas alguns repasses pontuais envolvendo o PMDB, dentre eles o relacionado a Eduardo Cunha e a Renan Calheiros, quanto a este sempre por meio de Jorge Luz", disse. Luz é uma espécie de lobista histórico da Petrobras.

Apontado pelo Ministério Público como o operador do PMDB no escândalo do petrolão, o lobista Fernando 'Baiano' Soares admitiu que atuou em "repasses pontuais" de dinheiro sujo ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a Renan Calheiros. Ele disse que repassou propina a integrantes do partido relativa à compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e de contratos de sondas. "[Baiano] realizou apenas alguns repasses pontuais envolvendo o PMDB, dentre eles o relacionado a Eduardo Cunha e a Renan Calheiros, quanto a este sempre por meio de Jorge Luz", disse. Luz é uma espécie de lobista histórico da Petrobras.

Em outros depoimentos que embasam a Operação Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa informou às autoridades que Renan recebia dinheiro de empreiteiras contratadas pela estatal, realizava as negociatas em sua própria casa e recolhia propina da Transpetro, subsidiária da Petrobras então controlada por Sergio Machado, seu aliado. Renan Calheiros é alvo de inquéritos no STF, embora ainda não tenha sido denunciado pelo Ministério Público, o que deverá acontecer em poucos dias, em meio a esta confusão entre os corruptos delatores e a máquina aparelhada por tantos outros corruptos - todos sofrendo de insônia nos últimos dias.
Fonte: VEJA






sábado, 28 de novembro de 2015

Responsabilidade Criminal - Gen Pimentel

Gen Gilberto Rodrigues Pimentel - Pres do Clube Militar
Quem pode duvidar que uma das mais importantes e delicadas tarefas de um governante, em especial numa democracia, é a escolha dos seus auxiliares? É uma responsabilidade e tanto. Se falha nesse mister ele vai pagar caro nas urnas quando se constata a pura incompetência dos escolhidos, ou em outras instâncias, incluída aí a criminal, se os danos causados aos governados for produto de dolo, que é definido como a violação consciente da lei, por ação ou omissão. Há, nesse caso, pleno conhecimento do crime que está sendo praticado.
Para conhecimento dos menos informados, é muito importante enfatizar que o Presidente da República do Brasil dispõe de um eficiente e muito bem montado sistema de inteligência capaz de assessorá-lo com alta margem de confiabilidade quanto aos antecedentes dos indicados aos postos da administração pública, não somente quanto a aspectos relativos à sua honestidade, honradez, mas até mesmo quanto à experiência e competência para o exercício do cargo.
Equívocos eventuais existem e sempre existirão. Esses devem ser vistos como exceções. Desenganos e desilusões são próprios da natureza humana. O caso em questão, no entanto, é absolutamente único. Sem precedentes. O presidente Lula, nos seus dois mandatos, nomeou para os mais altos postos de mando a pior espécie de gente que se possa imaginar.
E os mais influentes e poderosos deles estiveram sempre no seu entorno imediato, em postos chaves, muitas vezes dentro do próprio Palácio, vizinhos do seu gabinete. Também no seu círculo de amizades pessoais funcionou assim. Empresários hoje envolvidos em atos de corrupção gozavam da prerrogativa do acesso livre ao ambiente de trabalho presidencial.
A lista dos marginais é longa, conhecida de todos, e seria exaustivo repeti-la na oportunidade. Alguns
deles foram alcançados pelo Mensalão, outros pela operação Lava-Jato, e outros ainda nos dois escândalos. Parte cumpre pena ou já cumpriram e muitos ainda permanecem sob investigação.
Ladrões dos cofres públicos, distribuídos cirurgicamente em todas as instâncias do governo, quebraram o País, apoiados no maior esquema de corrupção conhecido e montado a partir da esfera oficial do Poder. Algo inacreditável que ainda está para ser avaliado em toda a sua extensão.
Inúteis os argumentos e equações para explicar a crise atribuindo-a a causas externas ou quaisquer outros fatores. O sentimento geral da Nação, excluídos os ingênuos e mal-intencionados, é de que a tragédia econômica é, sobretudo, produto do roubo. Foram bilhões de dólares. Mais, talvez, do que tenta hoje o governo arrancar do povo empobrecido sob a forma de impostos para tapar os buracos que ele próprio ocasionou.
Outro sentimento coletivo é a de que o presidente Lula tem, sim, contas a pagar por tudo que ocorreu durante os mandatos que exerceu. E muitas contas. O que resta e se impõe é apurar o grau de seu envolvimento pessoal nos crimes praticados. Se ex-presidentes não podem ser julgados por crimes de responsabilidade, como deliberou recentemente a Justiça, eles podem e devem, como qualquer mortal, ser responsabilizados por crimes comuns que tenham praticado. Há muito Lula deveria estar sendo investigado.

Gen Gilberto Rodrigues Pimentel
Presidente do Clube Militar

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Vale - Só não vale punir

Um intrincado caso onde tudo é providenciado para que não exista responsáveis. Pelo menos aqueles que realmente o são.
Como em tudo dentro de um regime corrupto, onde o aparelhamento garante a alteração de todas as leis, apurações e punições, os desvios não ficam apenas nas verbas públicas, que na verdade não são públicas - é, sim, do povo.
Mas tudo isso não vem ao caso quando os envolvidos são ou estão diretamente ligados ao podre poder que tudo controla, nada vê e nada sabe.
O número de vidas ceifadas, famílias que viverão este terror para o resto da vida, o prejuízo à natureza e tantos outros pontos irreversíveis, pelo menos durante dezenas e dezenas de anos, não serão registrados. Não somente pela blindagem de dados reais mas, pelo simples fato de que será impossível levantar o quanto tudo isso destruiu e matou.
Talvez, num amanhã distante, alguns laranjas serão presos e sentenciados. Ou quem sabe apareçam homens de verdade que tornem este escabroso caso de irresponsabilidade e indiferença com a vida humana, numa operação com o vulto e a dignidade de uma Lava Jato.
Isso tudo só saberemos amanhã. Esteja ele distante ou não.



Vídeo no final da página
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Artigo publicado no instituto Liberal originalmente em: http://www.institutoliberal.org.br/blog/rompimento-das-barragens-por-que-ninguem-sera-punido/
Rompimento das barragens: Por que ninguém será punido
Por João Cesar de Melo, publicado no Instituto Liberal

O rompimento das barragens em Minas Gerais provocou uma avalanche de publicações no sentido de tentar fazer a sociedade ver a tragédia como resultado do capitalismo, já que a Vale, controladora da Samarco, é apresentada como uma empresa privada − privatizada por FHC!

Se considerarmos que um partido político é uma instituição privada, sim, a Vale foi privatizada. A Vale é do PT. A Samarco também.

O processo de tomada do controle da Vale pelo PT é muito bem descrito num dos capítulos do livro Reinventando o Capitalismo de Estado, de Aldo Musacchio e Sergio Lazzarini.

Um resumo:

A privatização da Vale promovida por Fernando Henrique Cardoso em 1997 foi parcial. O governo vendeu pouco mais de 41% das ações da empresa para a Valepar, holding que na época era liderada pelo empresário Benjamin Steinbruck. Porém, o governo manteve o controle das golden shares, ações que lhe dava poder de decisão em vários assuntos, por exemplo, sobre os objetivos da empresa.

No ano de 2001, o conselho de administração da Vale aprovou a nomeação de Roger Agnelli como CEO da empresa. Um ano depois, a privatização foi concretizada com o BNDES vendendo 31,5% de sua participação. No entanto, no ano seguinte, 2003, início do governo Lula, o mesmo BNDES recomprou 1,5 bilhão em ações da empresa. Nesse mesmo ano, Lula apadrinhou a nomeação do ex-sindicalista e ex-vereador petista Sergio Rosa (hoje investigado pela Operação Lava Jato) como CEO do Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil.

 Sob a liderança de Agnelli, a Vale deu um salto de produtividade, de rentabilidade, de admissão de funcionários e de pagamento de impostos e de royalties.

A partir de 2009, o grupo que reúne fundos de pensão de empresas estatais controlados pelo PT (Previ, Petros e Funcef) se utilizou da Litel, holding criada por eles mesmos, para assumir o controle da Valepar e por meio dela obter 49% das ações da Vale, o que somados aos 11,5% que já estavam nas mãos do BNDESPAR, braço de investimentos do BNDES, deu ao PT o controle sobre mais de 60% das ações da empresa.

Começou, então, a pressão de Lula sobre Agnelli para que a Vale fizesse mais investimentos no Brasil, principalmente na aquisição de siderúrgicas e na encomenda de navios, mesmo que os similares estrangeiros custassem a metade do preço.

Lula também tentou fazer um certo Eike Batista chegar à presidência da Vale. Não conseguindo, tentou substituir Agnelli por Sergio Rosa. Também não conseguiu.

A despeito das pressões, Agnelli continuou seus projetos na Vale, incluindo a encomenda de navios na China e na Coreia do Sul, o que enfureceu Lula. Em 2011, logo após a Vale registrar um lucro trimestral quase 300% acima do trimestre anterior, Agnelli foi demitido.  Seu sucessor e atual presidente, Murillo Ferreira, foi indicado por Lula – e até dois meses atrás, Ferreira também ocupava uma cadeira no conselho de administração da Petrobrás. Desde então, os rumos da Vale são ditados pelos interesses PT.

Ignorando normas de licitação e do TCU, a mineradora firmou diversos contratos com empresas beneficiadas pelo programa de proteção e de incentivo à indústria nacional iniciado por Lula e que, obviamente, formava o grupo de financiadores (Odebrecht, por exemplo) de seu partido e de todos os movimentos que o apoiavam.

Não por acaso, desde então a Vale vem registrando perdas. Hoje, a Litel tem, sozinha, 52,5% das ações da Vale.

Em tempo: Todos os setores que foram beneficiados pelo protecionismo do PT estão hoje em colapso e todos os fundos de pensão de empresas estatais controlados por petistas estão deficitários.

Três perguntas:

O grupo que detém o controle acionário da Vale não seria o maior responsável pelos projetos de suas empresas?

O governo não foi negligente na concessão de alvarás e na fiscalização?

O PT, que controla a Vale, que governa Minas Gerais e o Brasil não tem nada, absolutamente nada a ver com isso?

E assim, mais uma vez nos deparamos com a razão do estado não poder participar do mercado. Quando participa, o próprio estado se torna o mais interessado em abafar as responsabilidades em caso de incompetência e de negligencia, deixando a sociedade completamente desamparada institucionalmente. As pessoas que perderam suas casas, suas fontes de renda e familiares na tragédia com toda certeza ouvirão muitas promessas do governo e talvez recebam algum dinheiro, mas a probabilidade é de que não verão ninguém sendo punido.

A realidade que deveria ser vista pela sociedade é que a maioria das grandes empresas brasileiras estão sob influência direta ou indireta do governo, estão sujeitas aos interesses de militantes do PT e de políticos de sua base aliada que geram lucros para si mesmos e prejuízos para a sociedade. Os bancos, os fundos de pensão e as agências regulatórias do estado não passam de instrumentos políticos. Para saber quais são as empresas que estão sob o controle do PT, basta checar seus quadros acionários, os benefícios fiscais, a quantidade de dinheiro que receberam do BNDES e os valores que doaram aos partidos nos últimos anos.

Se estivéssemos num país regido pelo livre mercado, a Samarco e a Vale seriam empresas realmente privadas e suas responsabilidades nesse acidente seriam realmente levantadas, julgadas e punidas, já que o governo não teria interesse em livrá-las do peso da justiça. Se fossem privadas, o estado iria com toda sua força contra as empresas. Se fossem privadas, alguém iria para a cadeia.

Como se fosse pouco as mortes e os prejuízos ambientais, a tragédia também levará consigo muitos bilhões de reais investidos pelos fundos de pensão que controlam as duas empresas, ou seja: Os prejuízos serão estendidos aos funcionários da Caixa, da Petrobrás e do Banco do Brasil.

Um acidente como o ocorrido em Minas poderia ter acontecido com qualquer empresa e em qualquer lugar do mundo, como já ocorreu tantas vezes, porém, o caso em questão evidencia mais uma vez que a participação do estado na economia potencializa a impunidade. Ninguém será punido pela tragédia em Minas, assim como ninguém foi punido pelos acidentes nas plataformas da Petrobrás nem pelos prejuízos sociais e ambientais provocados pela falência das empresas de Eike Batista, o ilustre filho bastardo das políticas “desenvolvimentistas” do PT.

Para evitar problemas, dias depois da tragédia em Minas, Dilma assinou o decreto 8572 que diz que “…considera-se também como natural o desastre decorrente do rompimento ou colapso de barragens que ocasione movimento de massa, com danos a unidades residenciais”. Com uma simples canetada, Dilma tirou da Samarco e da Vale toda a responsabilidade sobre a tragédia.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

UNIÃO DE LÍDERES

Nota do General de Brigada Paulo Chagas

O Gen Paulo Chagas participou da abertura das manifestações em Brasília
comandando os Dragões da Independência na Marcha da Família com Deus
pela liberdade neste 15 de Novembro de 2015.
Meus líderes,
Agora é hora de UNIÃO entre vocês, para que todos falemos a mesma língua, vocês precisam se organizar amistosamente, com confiança, para que tenhamos um só objetivo comum, estratégia, tática e operacionalidade, com o fito de atingirmos esse objetivo, que é derrubar esse governo e todos os segmentos bolivarianos que se instaram no Brasil, para implantar o Comuno-Socialismo ferrenho.
Assim como vocês estão agindo, com vaidades e estrelismo, sem humildade não vamos chegar a lugar algum – a hora é de UNIÃO DOS LÍDERES, pois a população fica dividida e não sabe a quem recorrer. Façam um esforço para se encontrarem e estabelecerem prioridades e ações a serem tomadas. Vamos deixar tudo como está??? Uma esbórnia???
Nesse ponto a esquerda é organizada porque seus líderes não brigam entre si, mantém uniformidade nas ações, reúnem-se várias vezes e, após decidirem as ações, praticam-nas de verdade.
Aprendamos com o inimigo o que ele tem de aproveitável e vamos em frente. Vamos nos unir aos militares que não estão satisfeitos com a situação do País e vamos fazer um grande grupo de líderes militares e civis. Vamos combater o Comunismo que se instalou sorrateiramente no Brasil.
Vamos tentar localizar o MBL, MVR, Celso Brasil Rabelo (Curitiba), Aparecido Duca de Almeida (SP), Pedro Moézia de Lima, Plaucio Pucci (EUA), Roberto Mezian (RJ) para formarmos um grupo de líderes coesos, chega de impichimistas, intervencionistas e outra coisa qualquer. Temos que agora estabelecer um único objetivo - Derrubar o Comunismo que se instalou no Brasil e junto com ele todos os atores da história e o Foro de São Paulo, grande fomentador desse regime totalitário vigente, que atinge os Três Poderes da República.
Vamos em frente, não desanimemos, ao final a vitória será nossa, mas se trabalharmos em uníssono doravante.


ADSUMUS – DEUS – PÁTRIA – FAMÍLIA

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Lula e Dilma mais "íntimos" da Lava Jato

STF envia a Moro documentos sobre campanhas de Lula e Dilma

Parte do processo na primeira instância da Justiça Federal tem como base delação de Ricardo Pessoa, dono da UTC. Aquela que nada explica e a solução é entregar tudo!

Lava Jato investiga campanhas de Lula (2006) e Dilma (2010)
As solicitações de investigação, por parte da Procuradoria, não recaem sobre os candidatos, mas sobre coordenadores e responsáveis pelas finanças eleitorais. No caso da campanha de 2014, Zavascki já autorizou a abertura de investigação contra o ministro da Comunicação Social e ex-tesoureiro da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, Edinho Silva.
Entre os nomes citados por Pessoa cuja possível investigação deve ficar a cargo de Moro está o do ex-tesoureiro da campanha de Dilma em 2010, José de Filippi, e do ex-tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto, um dos presos pela Polícia Federal. O dono da UTC relatou em depoimento ter repassado 3,6 milhões de reais entre 2010 e 2014 para os dois e também mencionou repasses à segunda campanha do ex-presidente Lula.

BRASÍLIA – O inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o ministro da
Suspeitos de terem arrecadado dinheiro proveniente
de propina no esquema da Petrobrás
Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência, Edinho Silva, não será a única frente de apuração de supostas irregularidades nas campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff. O ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava-Jato no tribunal, já decidiu encaminhar para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba, documentos que apontam suspeitas de arrecadação ilegal por parte das coordenações das campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2010. Edinho foi o tesoureiro em 2014 e, por ser ministro, tem foro privilegiado junto ao STF.
Entre os citados que poderão ser investigados em novos inquéritos na primeira instância da Justiça Federal estão o ex-deputado e ex-secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo José de Filippi Júnior e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, segundo fontes com acesso às investigações. Filippi foi tesoureiro da campanha de Lula à reeleição em 2006 e da campanha de Dilma em 2010. Vaccari só deixou a Secretaria de Finanças do PT após ser preso na Operação Lava-Jato, em abril deste ano. Os dois foram citados em depoimentos prestados na delação premiada do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa.
A vitória momentânea da corrupção
Segundo Pessoa, a campanha de Lula em 2006 contou com repasses de dinheiro em espécie, sem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O dinheiro seria proveniente de um consórcio com obras no exterior, integrado pela UTC. A entrega foi feita no comitê da campanha, conforme o empreiteiro. Pessoa também relatou entregas de dinheiro a pedido de Vaccari.
O GLOBO apurou que a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba já foi avisada sobre o compartilhamento da delação do dono da UTC, em que o empreiteiro detalha supostas irregularidades nas campanhas petistas. A expectativa dos investigadores no Paraná é receber esses depoimentos até a próxima quarta-feira. Os casos serão analisados individualmente e poderão resultar em inquéritos diferentes.
O ex-ministro Antonio Palocci já é investigado em inquérito na primeira instância por conta de suspeitas de arrecadação ilegal na campanha de Dilma em 2010, delatada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O encaminhamento das acusações à Justiça Federal no Paraná também foi feito por Teori, na primeira leva de inquéritos judiciais abertos na Lava-Jato, em março deste ano.
A hora do chefe se explicar. Como se explicar?
Costa declarou que recebeu um pedido do doleiro Alberto Youssef e que autorizou o uso de R$ 2 milhões destinados ao PP, desviados de contratos da estatal, na campanha de Dilma. O pedido teria partido de Palocci, conforme a delação de Costa. Youssef desmentiu o depoimento do ex-diretor. Mesmo assim, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entendeu que “a suposta solicitação da vantagem deve ser apurada em relação a quem a teria feito”. O inquérito está em andamento em Curitiba. Dilma não foi alvo de investigação. Janot alegou “vedação constitucional” para analisar o caso, por ele ser anterior à sua gestão como presidente.

Na semana passada, a Polícia Federal concluiu as investigações contra dois políticos com foro privilegiado: os deputados Vander Loubet (PT-MS) e Nelson Meurer (PP-PR). Nos relatórios encaminhados ao STF, a PF concluiu que ao menos parte da propina recebida pelos dois, proveniente de contratos da Petrobras, foi transformada em doação eleitoral.
A PF chegou à mesma conclusão em relação às investigações contra o deputado Arthur Lira (PP-AL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, e o senador Benedito de Lira (PP-AL), pai dele. No relatório enviado ao STF, a polícia afirma que Arthur Lira encontrou o doleiro Alberto Youssef “com a finalidade de solicitar o pagamento de dívidas de campanha e apanhar recursos em espécie, oriundos do esquema de corrupção da Petrobras”. Para a polícia, os parlamentares praticaram corrupção passiva, que é o recebimento de propina, e lavagem de dinheiro, configurada nas artimanhas para ocultar o primeiro crime.
No sábado, outros dois inquéritos foram abertos no STF para investigar supostas doações por caixa dois. São alvos o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que disputou o governo de São Paulo em 2010, e o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), eleito para o cargo naquele ano.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O canalha teme os anéis. Sobrarão quase todos os dedos

O maior canalha já colocado no poder, em toda a história da América Latina, agora teme suas crias.
Sabe que seus anéis todos irão e sobrarão, apenas, os incompletos dedos.
Sua "gerenta", uma desorientada de nascimento, joga bravatas que ninguém mais ouve, graças à sua insignificância e o chefe tenta jogar à opinião pública, a ideia de perseguição, também sem qualquer eco, graças à rejeição de um povo que demorou muito para acordar.
Hoje, num grito uníssono, só se ouve fora Lula, fora Dilma e fora PT.
Tememos apenas as reações dos terroristas mentecáptos petralhas (desculpe o pleonasmo), no desespero, acuados pela Justiça paranaense e do restante do Brasil, com uma exemplar ação em parceria, da Polícia Federal.
Eles poderão antecipar ou provocar o que nossas Forças tentam evitar há muito e, mudar o rumo de desinfecção pacífica (pelo menos para o povo) do covil que se tornou o Planalto.


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Matéria abaixo: créditos Veja -
Por: Vera Magalhães
Bumlai: Lula quer que ele pare de falar
Bumlai: Lula quer que ele pare de falarDiante do cerco ao filho caçula, Luís Cláudio, Lula mandou que o amigo José Carlos Bumlai pare de falar. O ex-presidente considerou temerário o pecuarista dizer, em entrevista, que recebeu empréstimo do lobista Fernando Baiano.
O receio é que a história desmorone caso membros da família Schain fechem mesmo acordo para contar tudo sobre a intermediação, feita por Bumlai, de um empréstimo de 60 milhões de reais do banco do grupo para a campanha de Lula em 2006.
Segundo o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa, a dívida foi quitada com recursos do petrolão, por meio de um contrato para a construtora Schain operar navio-sonda sem licitação.

domingo, 1 de novembro de 2015

PT aposta na confusão moral - Editorial do Estadão

Sem rumo, busca desorientar os idiotas úteis que
ajudaram na montagem das falcatruas da facção.

"É assim o modo petista de agir: quando companheiros são pilhados em delitos capazes de embaraçar até mesmo o mais crédulo dos militantes, os figurões do partido tentam virar o jogo, apostando na confusão moral, imputando a seus adversários os mesmos desvios éticos de que os petistas são acusados. "

A presidente Dilma Rousseff disse recentemente, em tom indignado, que seu governo estava sendo atacado por “moralistas sem moral”, isto é, políticos sujos cujas biografias desautorizariam qualquer forma de acusação ou de crítica e que só lhe assacam crimes que eles mesmos cometeram, com o único objetivo de dar um golpe e tirá-la do poder. É assim o modo petista de agir: quando companheiros são pilhados em delitos capazes de embaraçar até mesmo o mais crédulo dos militantes, os figurões do partido tentam virar o jogo, apostando na confusão moral, imputando a seus adversários os mesmos desvios éticos de que os petistas são acusados. Assim, tentam minimizar a roubalheira generalizada que o País hoje testemunha, fruto de inédito projeto de pilhagem do Estado para a manutenção do poder.
Essa estratégia está em pleno curso. O mais recente movimento foi feito na segunda-feira, quando o PT entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Ministério Público Eleitoral com um pedido para que se investiguem suspeitas de irregularidades na campanha de Aécio Neves (PSDB) à Presidência em 2014.
Alega o partido que 2.397 recibos eleitorais da campanha do tucano, ou quase 80% do total, continham alguma irregularidade. Aponta também que há indícios de caixa 2, uso irregular do Fundo Partidário, exploração do trabalho de servidores públicos lotados no gabinete do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e contratação irregular de funcionários, entre outros problemas. O PT quer que Aécio e os demais tucanos envolvidos sejam punidos por crime eleitoral e por improbidade administrativa.
O TSE ainda não apreciou as contas da campanha de Aécio porque técnicos do tribunal pediram esclarecimentos. Os tucanos entregaram retificações em agosto e alegaram, na ocasião, que os problemas eram apenas formais e já foram sanados. Para o PT, os recibos supostamente irregulares têm de ser auditados pela Receita Federal e pelo Tribunal de Contas da União.
Nem se discute se devem ou não ser investigadas eventuais irregularidades cometidas pelos tucanos na campanha. É evidente que o Judiciário é capaz de averiguar a lisura da prestação de contas de Aécio e de qualquer outro candidato – e, caso conclua que houve algum crime, que aplique a punição adequada, nos termos da lei.
Mas não é de justiça que o PT quer tratar. Ao contrário: a tática diversionista objetiva exclusivamente disseminar a falsa tese de que, se o dinheiro que irrigou a campanha petista é ilegal, o dinheiro que financiou a dos tucanos também é.
Não é por outra razão que a decisão do PT de questionar a campanha tucana no TSE se deu três
semanas depois que o tribunal resolveu dar continuidade a uma ação em que o PSDB pede a cassação do mandato de Dilma e do vice-presidente, Michel Temer (PMDB). Entre outras coisas, os tucanos acusam a campanha petista de ter sido financiada por doações eleitorais que, na verdade, eram fruto de propinas pagas por empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobrás.
Os petistas querem fazer acreditar, portanto, que os recursos utilizados pelos tucanos não se diferenciam dos milhões desviados dos cofres da Petrobrás para bancar o palanque do PT e de seus comparsas. De acordo com essa lógica, se todos roubam, não existem ladrões. A diferença, alegam os ideólogos do partido, é que o PT aceitou o jogo da corrupção porque seria a única forma de chegar ao poder para implementar seu redentor projeto de justiça social. É a reedição do cínico bordão “rouba, mas faz”.
Quando era o partido que se dizia campeão da ética, o PT especializou-se em moer reputações alheias, para surgir como alternativa a “tudo o que está aí”. Agora, usa sua expertise para nivelar a tudo e a todos ao rés do chão, para que no final ninguém consiga diferenciar criminosos de inocentes. Felizmente, como têm demonstrado a Justiça e a polícia desde o escândalo do mensalão, as instituições do País são plenamente capazes de colocar as coisas em seu devido lugar.