O Gen Paulo Chagas participou da abertura das manifestações em Brasília
comandando os Dragões da Independência na Marcha da Família com Deus
pela liberdade neste 15 de Novembro de 2015.
Meus líderes,
Agora é hora de UNIÃO entre vocês, para que todos falemos a mesma
língua, vocês precisam se organizar amistosamente, com confiança, para
que tenhamos um só objetivo comum, estratégia, tática e
operacionalidade, com o fito de atingirmos esse objetivo, que é derrubar
esse governo e todos os segmentos bolivarianos que se instaram no
Brasil, para implantar o Comuno-Socialismo ferrenho.
Assim como
vocês estão agindo, com vaidades e estrelismo, sem humildade não vamos
chegar a lugar algum – a hora é de UNIÃO DOS LÍDERES, pois a população
fica dividida e não sabe a quem recorrer. Façam um esforço para se
encontrarem e estabelecerem prioridades e ações a serem tomadas. Vamos
deixar tudo como está??? Uma esbórnia???
Nesse ponto a esquerda é
organizada porque seus líderes não brigam entre si, mantém uniformidade
nas ações, reúnem-se várias vezes e, após decidirem as ações,
praticam-nas de verdade.
Aprendamos com o inimigo o que ele tem
de aproveitável e vamos em frente. Vamos nos unir aos militares que não
estão satisfeitos com a situação do País e vamos fazer um grande grupo
de líderes militares e civis. Vamos combater o Comunismo que se instalou
sorrateiramente no Brasil.
Vamos tentar localizar o MBL, MVR,
Celso Brasil Rabelo (Curitiba), Aparecido Duca de Almeida (SP), Pedro
Moézia de Lima, Plaucio Pucci (EUA), Roberto Mezian (RJ) para formarmos
um grupo de líderes coesos, chega de impichimistas, intervencionistas e
outra coisa qualquer. Temos que agora estabelecer um único objetivo -
Derrubar o Comunismo que se instalou no Brasil e junto com ele todos os
atores da história e o Foro de São Paulo, grande fomentador desse regime
totalitário vigente, que atinge os Três Poderes da República.
Vamos em frente, não desanimemos, ao final a vitória será nossa, mas se trabalharmos em uníssono doravante.
O livro como prova já é usado na tentativa da mídia refém e vendida contestar o fato.
Eu menti sem querer querendo e sabia sem saber sabendo.
Todo mentiroso acaba esquecendo do que disse e torna-se vítima da contradição. Para o Brasil e o mundo já estava claro. Agora, apenas confirmam através do livro escrito pelo presidente Mujica. Matéria formatada por Celso Brasil
"Para Mujica, ficou claro que Lula falava do mensalão", diz autor de livro
Segundo
Andrés Danza, um dos autores da biografia 'Uma Ovelha Negra no Poder',
não restou dúvida para o ex-presidente uruguaio que Lula se referia ao
escândalo ao dizer que teve de "lidar com muitas coisas imorais"
Revista Veja - por: Leonardo Coutinho - Atualizado em
Aos poucos o bando é denunciado claramente e as máscaras não caem porque já nem existem mais.
Andrés Danza, um dos autores do livro Una Oveja Negra al Poder
(Uma Ovelha Negra no Poder), confirmou a VEJA declaração do
ex-presidente uruguaio, José Mujica, de que Lula se referia ao mensalão
quando justificou a corrupção em seu governo. Uma frase de Danza
publicada no site G1 nesta sexta-feira
deu a falsa impressão de que ele estava negando o conteúdo do livro. Na
frase em questão ("Não, Lula estava falando sobre as 'coisas imorais' e
não sobre o mensalão. O que Lula transmitiu ao Mujica foi que é dificil
governar o Brasil sem conviver com chantagens e 'coisas imorais"),
Danza apenas esclareceu que Lula não tinha usado especificamente a
palavra "mensalão", embora tenha ficado claro para Mujica que era
exatamente a esse escândalo que o brasileiro se referia. Ao relatar a
conversa aos jornalistas que escreveram o livro, Mujica associou
imediatamente a confissão ao escândalo que levou à prisão algumas das
principais lideranças do PT e do governo Lula, como José Dirceu, José
Genoino e João Paulo Cunha. A seguir, a entrevista de Danza a VEJA: O jornal O Globo publicou uma reportagem sobre seu
livro, que causou muita repercussão porque revelou o conteúdo de uma
conversa entre o ex-presidente José Mujica e o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva. Nele está a revelação de que Lula sabia o que se
passou...
No mensalão. Sim. Quais são os detalhes dessa conversa?
Foi uma conversa que Mujica teve com Lula antes de assumir a
presidência do Uruguai, em 2010. Mujica viajou ao Brasil com o
vice-presidente Danilo Astori. A conversa foi em Brasília. Mujica conta
que Lula lhe disse que como presidente teve de lidar com questões
imorais e chantagens, e que essa é a forma de governar o Brasil. Lula
não usou especificamente a expressão "mensalão". Ele disse que a
corrupção é alta no Brasil e que um presidente tem de lidar com questões
imorais e chantagens. Embora a confissão que Lula fez sobre corrupção
tenha sido genérica, para Mujica ficou claro que ele estava se referindo
especificamente ao mensalão. Mujica disse a Lula que isso é algo típico
de muitos países. Como Mujica avaliou a afirmação de Lula de que não há como governar sem corrupção?
Mujica se preocupa com a corrupção. Vive de forma humilde e a
combate. Ele não a defende. Mas ele defende Lula, com quem tem uma
relação muito próxima. Ele considera que Lula não é corrupto e o vê como
padrinho. Ele entende que Lula teve de conviver com a corrupção. Mujica ficou incomodado com a repercussão dessa revelação?
Não falei com ele ainda. Mas é um trabalho jornalístico. Nós temos
tudo mais que confirmado e por isso publicamos. Mujica participou do
lançamento do livro em Buenos Aires, na semana passada. Faz muito tempo
que nos conhecemos e há entre nós respeito profissional. Ele nunca
exigiu que algo que disse fosse ou não publicado.
Em livro, Mujica diz que Lula se referiu ao mensalão como "única forma de governar o Brasil'
O ex-presidente uruguaio relatou ainda que fazer política em Brasília sem se envolver com corrupção é praticamente impossível
- Atualizado em
José Mujica e Lula
O
ex-presidente uruguaio José Mujica revela em livro sobre sua passagem
pela presidência que o ex-presidente Lula confessou o crime do mensalão
para ele. A obra Una Oveja Negra al Poder (Uma ovelha negra no
poder, em tradução livre), escrita pelos jornalistas Andrés Danza e
Ernesto Tulbovitz com depoimentos de Mujica, relata que, em 2010, ao
conversarem sobre o escândalo do mensalão, que consistia em compra de
apoio político no Congresso, o petista teria dito ao presidente uruguaio
que aquela era "a única forma de governar o Brasil".
"Lula não é um corrupto como [Fernando] Collor de Mello e outros ex-presidentes brasileiros", disse Mujica no livro, "mas viveu esse episódio [do mensalão]
com angústia e um pouco de culpa". Ainda segundo o relato, o assunto
mensalão veio à tona durante uma reunião feita em Brasília nos primeiros
meses de 2010, e Lula teria dito textualmente: "Neste mundo tive que
lidar com muitas coisas imorais, chantagens". E logo em seguida
completou: "Essa era a única forma de governar o Brasil". Mujica afirma
que o ex-vice-presidente uruguaio Danilo Astori também estava na sala e
ouviu a declaração do petista.
Nesta semana, em entrevista ao El País sobre o lançamento do
livro, Mujica classificou de "inexplicáveis" os escândalos de corrupção
que ocorrem no Brasil. Ao jornal espanhol, o ex-presidente uruguaio
afirmou que qualquer envolvimento de dinheiro na política abre o
precedente para a ação de corruptores. "A esquerda morre quando a cobiça
de se fazer dinheiro entra na política. Por que a corrupção prolifera
tanto? Parece sensato que pessoas de 60, 70 anos se emporcalhem com uns
pesos imundos? Eles sabem que têm pouca vida pela frente. O tema de ter
dinheiro para ser alguém pode ser uma ferramenta de progresso no mundo
do comércio, onde se correm riscos empresariais, mas estamos fritos
quando se mete na política. Isso aconteceu na Itália, em parte da
Espanha. É inexplicável o que se passa no Brasil", declarou.
Na obra, ainda sem data de lançamento no Brasil, Mujica fala sobre os
cinco anos em que esteve no governo e discorre sobre temas relevantes
para a política latino-americana. Para ele, fazer política no Brasil sem
se envolver com corrupção é praticamente impossível. "A democracia
moderna é muito cara. O Brasil é muito grande, tem Estados que são como
países. Existem partidos locais, e a legenda que ganha o governo
nacional precisa negociar com eles. Aí acontece de tudo", disse. Argentina - O uruguaio também recordou que o
vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, enfrenta uma série de
processos na Justiça. Na terça-feira, Mujica participou de um evento no
país e disse já ter visto a presidente Cristina Kirchner "enraivecida
como uma aranha má, como se estivesse ofendida ou ressentida". Em
seguida, saiu em defesa da mandatária, com quem teve divergências
durante o período em que ocupou a presidência uruguaia. "Depois,
naturalmente, ela sempre defendeu os interesses que considera
pertencentes à nação argentina. A meu ver, ela o fez em algumas vezes de
forma acertada e, em outras, equivocadamente", afirmou.
Como no Uruguai não existe reeleição, Mujica não concorreu à Presidência no ano passado e deu lugar a Tabaré Vásquez,
do seu partido de esquerda Frente Ampla. Mujica foi eleito para o
Senado pelo Frente Ampla e, aos 80 anos, disse não ter perspectiva de
retornar ao Executivo. "Sigo como uma referência, mas não sei como vou
estar daqui cinco anos. Tenho 80, pensar nos 85 é muito corajoso, não?",
brincou.
Caiado quer ouvir Mujica no Senado sobre confissão de Lula
- Atualizado em
Lula cumprimenta o presidente do Uruguai, José Mujica, durante encontro no Itamaraty, em 2010 (Jose Cruz / ABr/VEJA)
O
líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO) quer que o ex-presidente
uruguaio José Mujica compareça à Comissão de Relações Exteriores do
Senado para explicar a confissão
feita a ele pelo ex-presidente Lula sobre o mensalão. Em livro que
narra sua passagem pela Presidência, recém-lançado, Mujica conta que
Lula lidava com o episódio com "um pouco de culpa". O uruguaio relata o
que ouviu do petista em um encontro cinco anos atrás: "Neste mundo tive
que lidar com muitas coisas imorais, chantagens". Em seguida, Lula
prosseguiu: "Era a única forma de governar o Brasil". O requerimento que
será apresentado por Caiado também vale para Danilo Astori, que foi
vice de Mujica e estava na sala quando Lula fez a confissão. (Gabriel Castro, de Brasília)
Nossos pássaros de fogo vão sentar a pua? A cobra vai fumar? A onça vai beber água? Da série: Crônicas de um cidadão comum por Celso Brasil
Esgotando as possibilidades de manutenção no poder, o PT deverá agir de acordo com a cartilha comunista que segue na íntegra há anos. Trata-se do decálogo de Lênin somado aos princípios de Gramsci.
Vaccari pode sim, acelerar um processo que o Foro de São Paulo um dia aventou a hipótese de que nem seria necessário e depois programou somente para daqui a alguns meses.
O Brasil assistiu um fato incontestável - a importação de guerrilheiros de vários países onde o regime totalitarista impera. Ou pelo menos tenta manter a ditadura escravista.
Trata-se de um cuidado tomado por todos que tentam tomar o poder seguindo a cartilha do comunismo moderno.
É verdade! O regime comprovadamente falido, por utilizar métodos e processos "administrativos" totalmente inviáveis, antigo inimigo do progresso e que sempre andou de mãos dadas com a miséria e a morte em massa, ganhou cara nova há alguns anos.
O cirurgião plástico é Antonio Gramsci que, com seu revolucionário método, evita mortes, combates e genocídio até o final da implantação. Usa a conhecida técnica de enganar a população depois de idiotizar boa parte dela.
A cirurgia gramscista mudou a cara do comunismo, porém, todos os órgãos deste corpo assassino continua apodrecido. Tão fétido quanto a mente daqueles que o tentam manter ativo.
Eu digo que evita o genocídio e confrontos até o final da implantação porque, depois dela começa o vale tudo. Tudo é permitido, inclusive propor as mais absurdas soluções para a manutenção do poder adquirido. Ou tomado. Ou invadido... Não importa! O fato é que estão no poder e pronto! Agora basta mantê-lo, não importando os meios. O fim sempre justificará os meios.
Parece até que o fim deve ser da população, pois tiram-lhe o direito de comer, morar, trabalhar, manter a família unida... Mas isso é um problema da população, enfim.
Não afeta em absolutamente nada o coração, a alma dos poderosos déspotas.
O importante é não afetar suas fortunas, adquiridas com muito esforço em desviar, montar esquemas escabrosos etc.
Ah!... Não pode afetar a segurança também. Eles precisam estar seguros de que as desprezíveis leis não abortem o processo de poder.
Mas, de repente, virou Brasil. Como sempre, as coisas não andaram conforme o planejado. Porque colocaram, em suas equipes de coleta de bilhões, alguns elementos não tão confiáveis, fraquinhos demais na hora do aperto. O que mostra que, apesar da ousadia que lhes permitiu continuar desviando para patrocinar o tal regime que batizaram de socialismo bolivariano, eles ainda temem a força da lei. A mesma lei que, com muito esforço, o executivo tenta burlar e tornar inócua através do aparelhamento das instituições que deveriam defendê-la. Ou seja, com a nomeação de ministros e juízes que ditam suas próprias normas, mantendo impunes aqueles que cometem crimes, na verdade, hediondos.
Estes recursos utilizados pelos ditadores do poder, estão se enfraquecendo, graças aos pouquíssimos que não se vergaram à corrupção.
Este fenômeno, que não estava previsto, começa a ameaçar os mais poderosos - da base da pirâmide até o seu topo - o executivo.
Mensalão, petrolão e outros que estão por vir, são nomes dos fantasmas que tiram o sono dos criminosos.
Dom molusco, o fundador e verdadeiro ditador de tudo que se decide no Foro de São Paulo, acaba por perder o controle ou se perder em suas alucinações imbecis e ameaça colocar em ação as milícias nas quais investiram tanto para treinar e armar, confirmando o que o seu "ministro da guerra miliciana", Stedile - outro mentecapto - já havia afirmado. Dizendo que se ameaçarem o poder, agora assumido publicamente como comunismo bolivariano, eles vão às ruas.
Entenda a tradução desse ir às ruas. Significa juntarem numa só nomenclatura - MST - todos os treinados terroristas - nacionais e importados - para agredirem a inocente população civil, que nunca, em nenhum momento, pediu mudança de regime ou reforma política - o que permite, caso seja conseguido, uma alteração profunda e inversão de tudo o que reza nossa Carta Magna.
Aí, então, estará consolidado o regime que implantam há mais de vinte anos, a olhos vistos mas nunca contestado pelos corruptos que usam o pseudônimo de deputados, senadores, juízes, prefeitos, vereadores, religiosos etc etc etc. São meliantes, criminosos, safados... Porcos que cobrem de lama a verdadeira democracia.
Em meio a todo esse imbróglio, mais uma surpresa não programada - até os nordestinos, tradicional curral político dos enganadores, juntaram-se ao restante dos mais de 200 milhões de brasileiros, num alerta e pedido de afastamento da principal legenda do Foro de São Paulo e, num grito uníssono: Fora Dilma - Fora PT - Queremos o Lula investigado e preso - Queremos as Forças Armadas e mais dezenas de outros, versando sobre inúmeros motes.
Para aumentar a nuvem de desgraça que cobre a maior facção criminosa do planeta, foi preso o segundo homem do dinheiro, ou seja, mais um tesoureiro do bando. E não será necessário o uso da tortura para fazê-lo contar tudo ou confirmar tudo que já se sabe e envolver, incontestavelmente, o topo dessa podre pirâmide.
Conclusão:
Só resta aos meliantes alfa, ordenarem que se comece a bagunça. Ou o quebra-quebra. Ou ainda - a matança de inocentes, através de invasões de propriedade privada em maior número do que já fazem há anos e impunemente. Bem como a intensificação de delitos e confrontos urbanos sangrentos.
Para quem entende disso, trata-se do estopim de uma guerra civil.
Mas como afirmam os analistas e observadores estudiosos, faltou-lhes tempo para desmilitarizar a polícia e destruir as bases das Forças Armadas.
Humilharam e combateram os bravos soldados da Força maior e das auxiliares, com a ajuda da imprensa cooptada e refém, com seus pseudo jornalistas que envergonham a classe.
Pois é! Esses militares ainda estão de pé e muito mais bravos com essa corja! Organizados, analisam à portas bem fechadas, o quadro atual, para não errarem nas ações, quando estas se fizerem necessárias.
Desculpem! Acho que falei demais, não?
Enfim, depois de tanta embromação, para que reflitam, deixo aqui minha pergunta, embora eu já saiba a resposta:
Será que está muito próxima a hora dos nossos pássaros de fogo sentarem a pua, da cobra fumar, da onça beber água e dos bravos gritarem - SELVAAA!???
Os pássaros, a cobra, a onça, os bravos e até a selva, sabem a resposta.
Até a próxima.
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Matéria Veja
Vaccari, o homem dos presidentes
A
prisão do tesoureiro do PT mostra que o partido atuava no governo como
uma organização criminosa e envolve a campanha da presidente Dilma
Rousseff no escândalo da Petrobras
Por: Daniel Pereira e Robson Bonin
A
"IGREJA" CAIU - Com a ajuda de Vaccari, o PT arrecadou pelo menos meio
bilhão de reais em propina apenas na estatal. Homem de confiança de
Lula, ele pagou despesas eleitorais de Dilma com o dinheiro sujo(Cristiano Mariz, Daniel Scelza/Ag. O Globo, Roberto Jayme/Estadão Conteúdo/VEJA)
No
começo deste mês, a presidente Dilma Rousseff fez uma pausa em sua
agenda de trabalho para discutir o rumo das investigações do petrolão, o
maior esquema de corrupção da história do país. Numa conversa
reservada, ela se mostrou impressionada com os depoimentos prestados por
Pedro Barusco, o ex-gerente da Petrobras que acusou o PT de embolsar
até 200 milhões de dólares em propinas arrecadadas de fornecedores da
companhia. Sobre a forma, a presidente disse que Barusco era detalhista e
organizado. Sobre o conteúdo, foi taxativa: "Ele entregou o Vaccari",
declarou, referindo-se ao tesoureiro petista, João Vaccari Neto. Para a
surpresa do interlocutor, a presidente não demonstrou apreensão. Depois
de afirmar que o tesoureiro não tinha relações políticas com ela, Dilma
insinuou que, se alguém deveria estar preocupado, esse alguém era o
ex-presidente Lula. Naquela mesma semana, em um encontro em São Paulo, o
antecessor também se fez de desentendido. A um petista graduado, Lula,
mais uma vez, representou seu papel predileto, o do Capitão Renault, que
no clássico Casablanca embolsa um envelope com seus ganhos na noite,
enquanto finge surpresa com a descoberta do cassino em funcionamento no
Ricks Cafe. Disse Lula Renault: "Eu quero saber se tem rolo nessas
transações".
Desde 2003, quando o PT assumiu o poder, Lula nunca mais soube de
nada. No caso do petrolão, não é diferente. Desde a eleição passada,
quando se trata do esquema de corrupção, Dilma lava as mãos e posa como
saneadora da Petrobras. Os dois querem se afastar de Vaccari, mas as
informações colhidas pelas autoridades mostram que o "mochila" - ou
Moch, como o tesoureiro era chamado - é um operador a serviço dos dois
presidentes. Um operador que agora está preso e, na condição de
investigado e encarcerado, tende a aumentar o desgaste da imagem do
governo, do PT e de seus dois principais líderes. No fim do ano passado,
o detalhista Barusco declarou às autoridades que agiu em parceria com
Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, a fim de levantar
dinheiro sujo para os cofres petistas. Vaccari nunca explicou por que se
reunia tanto com Barusco e Duque, e sempre insistiu na tese de que as
empreiteiras fizeram doações ao partido dentro da lei. Se no mensalão
tudo não passara de "caixa dois", como alegara Delúbio Soares, o
primeiro tesoureiro do PT preso, no petrolão tudo agora seria "caixa
um", ou financiamento legal, na novilíngua de Vaccari, o segundo
tesoureiro do PT preso num prazo de um ano e meio.
Essa versão já havia sido desmentida por empresários. Eles
confirmaram que pagaram propina e que o tesoureiro usou a Justiça
Eleitoral para esconder o crime. A novidade é que Vaccari, segundo as
autoridades, também praticou o bom e velho "caixa dois", que teria
custeado uma despesa da primeira campanha presidencial de Dilma
Rousseff. Ao determinar a prisão dele, o juiz Sérgio Moro relatou
informações prestadas por Augusto Mendonça, executivo da Setal. Um dos
delatores do petrolão, Mendonça disse que, em 2010, Vaccari determinou a
ele que repassasse 2,5 milhões de reais à Editora Atitude, controlada
por sindicados ligados à CUT e ao PT. O dinheiro, de acordo com o
delator, foi descontado da propina que a empreiteira devia ao partido
como contrapartida por contratos na Petrobras. Os pagamentos começaram a
ser realizados em junho daquele ano. Três meses depois de a Setal
começar a desembolsar a propina, na véspera da eleição, a gráfica
imprimiu 360 000 exemplares da Revista do Brasil, edição que trazia na
capa a pré-candidata Dilma Rousseff e o título "A vez de Dilma".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puniu a gráfica por propaganda
eleitoral irregular a favor da petista. Depois de eleita, Dilma nomeou o
ex-vice presidente da CUT José Lopez Feijóo, um dos comandantes da
Editora Atitude, para um cargo de destaque na Secretaria-Geral da
Presidência, onde ele despacha até hoje. Disse o juiz Moro: "Observo
que, para esses pagamentos à Editora Atitude, não há como se cogitar, em
princípio, de falta de dolo dos envolvidos, pois não se trata de
doações eleitorais registradas, mas de pagamentos efetuados, com
simulação, total ou parcial, de serviços prestados por terceiros, a
pedido de João Vaccari". Como estratégia de defesa, Dilma tenta erguer
uma espécie de cordão sanitário entra ela e o tesoureiro do PT. A
suspeita de caixa dois põe em xeque a solidez dessa barreira, que também
está ameaçada por outros dados de conhecimento das autoridades. Após a
descoberta do mensalão, o PT adotou um novo modelo de arrecadação e
instituiu dois tesoureiros - um para o partido, outro para o candidato a
presidente. Dilma alega que Vaccari atuava apenas para o partido. Não é
bem assim. Revista Veja
NÓS NÃO VAMOS NOS DISPERSAR* (Ref. 12/04/2015)
por Katia Anjos
Aos Amigos e Amigas do BRASIL para corações brasileiros de fato!!!
Vamos todos às ruas, TOMAR POSSE do que é de cada brasileiro de fato, assumir nossa identidade e diversidade brasileiras, encarar frente a frente as atrocidades contra o que somos como raiz, gritando bem alto: A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBERANA, LIVRE E NÃO ALINHADA A QUAISQUER VERMELHO INTERNACIONAL SEJA ELE LATINO OU NÃO.
Dia 12 é o novo dia de gritarmos que a nossa NAÇÃO BRASILEIRA onde estamos com novo TRABALHO DE RECONSTRUÇÃO, onde cada um, cada profissional, cada dono ou dona de casa, cada cidadão e cidadã de bem e pagadores de impostos, homem, mulher, jovem e criança, cada empresário ou empregado, cada funcionário ou servidor público federal, estaduais ou municipais, civil e militar, QUE EXIGE E SE DÁ AO RESPEITO, heterossexuais e homossexuais, precisamos de todos e de cada um, e cada um está a depender intimamente NO QUE TANGE AO NOSSO PAÍS do outro, vamos desenvolver a empatia positiva com aquela pessoa que estará em nosso lado, respeitar e #REPÚBLICAFEDERATIVADOBRASILSOBERANA
#INTERVENÇÃOCÍVICOMILITAR
ser respeitado, com a sua, com a minha e o mais importante com as NOSSAS REIVINDICAÇÕES, e cada civil e cada militar é tão importante quanto nosso vínculo histórico com a VERDADE DE VERDADE, portanto não nos deixemos enganar, O DIVIDIR PARA DOMINAR CONTINUA... chega de guerra de classe, raciais, sexo ou sexualidade, o que importa é que o BRASIL TEM MUITAS CORES e as mais importantes de todas neste exato momento são: VERDE, AMARELO AZUL E BRANCO E INTERVENTORES SOMOS TODOS NÓS!!!
Ainda sobre o ANÃO DIPLOMÁTICO - O Brasil cumpre seu estúpido papel, levando a imagem de Nação decadente e desgovernada, com claras tendências terroristas e totalitárias. Trata-se do pior período atravessado pelo País, que, em queda livre em todas as áreas, enfrenta a divulgação de sua pior imagem em 500 anos de história de glórias, experiências, crises e grande tomada de desenvolvimento - tudo isso destruído em apenas 12 anos de desgoverno total, com dilapidação do patrimônio público, construido com o suor do povo que paga o maior imposto do mundo sem retorno, para assistir a maior avalanche de escândalos de corrupção da América Latina. A matéria abaixo prova como está o retrato do Brasil lá fora.
______________ Brasilapós a eleição presidencial: Negociações comoISIS, em vez de acordos de livre comérciocom o Ocidente do original: Veröffentlicht: Brasilien nach der Präsidentschaftswahl: Verhandlungen mit der ISIS statt Freihandelsabkommen mit dem Westen
TRADUÇÃO NA INTEGRA - by post FB Eliana Gonçalves
No domingo, Dilma Rousseff, foi reeleito como presidente do Brasil. Em
seu discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU em setembro, o
ex-guerrilheiro marxista tinha chamado para um diálogo com ISIS e
criticou os ataques militares lideradas pelos Estados Unidos contra a
milícia terrorista mais brutal dos tempos modernos. Como um avião de
passageiros da Malásia foi abatido sobre a leste da Ucrânia por rebeldes
pró-Rússia, em julho, o presidente permaneceu em silêncio. Depois de
tons de sua reeleição não mais pragmáticas e pró-oeste na política
externa brasileira será o esperado.
Até mesmo o principal
ideólogo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio
Garcia, havia apoiado a legitimidade de grupos rebeldes, como o grupo
guerrilheiro colombiano FARC. O preferem Havana como orientar a
Washington assessor de política externa parcerias Brasílias cunhadas na
região através do fórum São Paulo com partidos e organizações marxistas,
incluindo Venezuela e Argentina. Economicamente formar os estados de
esquerda do Mercosul bloco, cujos membros por anos para bloquear um
acordo de livre comércio com a UE. Fora da América do Sul do Brasil
voltada para a cooperação Sul-Sul com a África, e (novamente) as
potências emergentes como a Rússia ea China. Isso completa a postura
anti-ocidental da política externa brasileira.
Controlada em uma
pequena cela no presidenciais brasileiras usado Dilma Rousseff do
Partido dos Trabalhadores (PT), estes política externa como ferramenta
de campanha, tentando desviar as críticas de Washington e da
sobrevalorização do papel do Brasil no mundo da falta de sucessos
políticos internos significativos. Deixa seus diplomatas experientes do
lado esquerdo. Diplomatas estrangeiros e também: mais de vinte
embaixador em Brasília - entre outras coisas, o novo embaixador alemão -
esperar meses após assumir o cargo ainda em suas credenciais.
Só
escapou por pouco do presidente no segundo turno na derrota de domingo.
Menos de 52% dos eleitores confirmaram o preço atual da política
brasileira, baseada na ideologia, em vez de pragmatismo. O discurso
político sobre a "Dilma", como é chamado pelos brasileiros, chamou
Embora mais por ataques pessoais, Korruptionsverwürfe e falta de
soluções para os problemas econômicos, mas também a falta de perfil de
política externa na campanha para indicar que não há mudanças
significativas na A política externa do Brasil pode ser esperado.
O presidente vai continuar em seu curso e cimentou compromisso
brasileiro com as estruturas regionais com os países vizinhos
socialistas. A mudança para países orientados para o mercado da Aliança
do Pacífico, incluindo Chile, Peru e Colômbia, permanece, assim, fora.
Além disso, não se espera que a Brasília promove relações econômicas com
os EUA e a UE, que tem o potencial resultado FTAs paralisação. Isso já
sugeriu a aproximação de Brasília para Moscou, porque as suas relações
comerciais foram alargadas consideravelmente pela crescente exportação
de carne, milho e soja para a proibição das importações de alimentos do
Ocidente.
Além da mudança perdido na política econômica, Dilma
vai continuar a trabalhar para menos democracia, e mais para a estreita
colaboração com regimes autoritários como Cuba e Irã. Esta definição é
mais uma indicação de que a divisão com o Ocidente é baseada não só na
política econômica, mas também é impulsionado por uma dimensão política.
Assim, espera-se que a política externa Brasília continuará a basear-se
em uma pretensão de liderança em um mundo multipolar. Com menos de um
por cento de crescimento económico, de um orçamento insuficiente para a
reforma das forças armadas desatualizados, assim como a falta de
investimento em educação e pesquisa, a discrepância entre as
expectativas ea realidade no segundo mandato de Dilma não é pequena.
China continuará a desempenhar um papel importante na economia
brasileira e uma cooperação mais estreita com os Estados Unidos ou até
mesmo com a NATO na resolução de conflitos internacionais permanece
improvável.
Para continuidade a reeleição de Dilma Alemanha e
oportunidades perdidas para os mesmos meios de tempo. Além de laços
culturais para o sul do Brasil, a energia renovável, de políticas cyber,
reforma, do G20 e missões de paz da ONU continuará a cooperar nos
setores. Não há evidências de que as barreiras comerciais Dilma vai
soltar, o que significa que os produtos alemães altamente tributados
estão encontrando seus caminhos não facilmente entrar no Carrinho de
Compras da classe média em ascensão. Burocracia e uma política fiscal
reformado, o que poderia levar a uma renovação do acordo de dupla
tributação iria promover investimentos alemães no Brasil e tornar o
mercado brasileiro para empresas de médio porte mais rentáveis. Além
disso, o permanece apenas wishful thinking entre Dilma.
Mas
poderia ter sido diferente. Vindo de um challenger político dinastia
Aécio Neves distinguiu-se durante sua carreira como Governador do Estado
de Minas Gerais emblemática e como membro do Partido Democrático Social
(PSDB) no Senado Federal pelo pragmatismo ao invés de batalhas
oportunistas. Ele se distanciou do discurso socialista de Dilma e
criticou o cancelamento da visita de Obama ao caso de escuta pela NSA,
porque, assim, violado os interesses econômicos brasileiros.
Seus
apoiadores teria sido dominado oeste. O assessor de política externa de
Londres-treinados para Aécio Neves, Rubens Barbosa, serviu sob Fernando
Henrique Cardoso como embaixador do Brasil em Washington. Ele atua há
anos como Presidente da Câmara de Comércio de São Paulo e como consultor
para a empresa de lobby do ex-secretário de Estado dos EUA Madeleine
Albright.
Com mais de 48% dos votos, enquanto quase metade dos
eleitores tinham por um tipo diferente de presidente - e, assim, para
uma reforma da política externa brasileira - pronunciada. Isso mostra
que a política externa de Dilma não são sem controvérsia, mas não há
alternativa.
Cabe a Berlim, Bruxelas e Washington, Dilma
convencê-los dos benefícios da cooperação com o Ocidente. Enquanto não
haverá reorientação estratégica da potência emergente, mas você não deve
dar-se os antigos aliados. Em quatro anos, mais uma vez não é uma
escolha, e, a estreita derrota do candidato de centro-direita tem
demonstrado que uma política pró-ocidental no Brasil é possível hoje.
Resta saber se a política brasileira pode umbesinnen apesar de sua forte
ancoragem socialista. Mas vamos ser honestos, os brasileiros foram os
europeus e os americanos sempre foram muito mais perto do que os russos e
os chineses.
Abaixo, a matéria original alemã - http://www.huffingtonpost.de/robert-helbig/brasilien-nach-der-praesi_b_6098270.html?utm_hp_ref=politik
O artigo ao lado é o original
publicado na Alemanha
Brasilien nach der Präsidentschaftswahl: Verhandlungen mit der ISIS statt Freihandelsabkommen mit dem Westen
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Am Sonntag wurde Dilma Rousseff als Präsidentin Brasiliens
wiedergewählt. In Ihrer Eröffnungsrede vor der UN-Vollversammlung im
September hatte sich die einstige marxistische Guerillakämpferin für
einen Dialog mit ISIS ausgesprochen und die US-geführten Militärschläge
gegen die wohl brutalste Terrormiliz der Neuzeit kritisiert. Als im Juli
ein malaysisches Passagierflugzeug über der Ostukraine von
pro-russischen Rebellen abgeschossen wurde, blieb die Präsidentin stumm.
Nach ihrer Wiederwahl werden keine pragmatischeren und pro-westlicheren
Töne in der brasilianischen Außenpolitik zu erwarten sein.
Schon
der Chefideologe des ehemaligen Präsidenten Luiz Inácio Lula da Silva,
Marco Aurélio Garcia, hatte die Legitimität von Rebellengruppen wie der
kolumbianischen Guerillabewegung FARC unterstützt. Der sich lieber nach
Havanna als nach Washington orientierende außenpolitische Berater prägte
Brasílias Partnerschaften in der Region durch das Forum São Paulo mit
marxistischen Parteien und Organisationen, u.a. aus Venezuela und
Argentinien. Wirtschaftlich bilden die linksgerichteten Staaten den
Mercosur-Block, deren Mitglieder seit Jahren ein Freihandelsabkommen mit
der EU blockieren. Außerhalb Südamerikas orientiert sich Brasiliens an
der Süd-Süd-Kooperation mit Afrika und den (wieder)aufsteigenden Mächten
wie Russland und China. Das vollendet die anti-westliche Haltung der
brasilianischen Außenpolitik.
Gesteuert in einer kleinen Zelle im
Brasilianischen Präsidialamt benutzt Dilma Rousseff von der
Arbeiterpartei (PT) diese Außenpolitik als Wahlkampfinstrument und
versucht, durch Kritik an Washington sowie die Überbewertung von
Brasiliens Rolle in der Welt von fehlenden signifikanten
innenpolitischen Erfolgen abzulenken. Dabei lässt sie ihre erfahrenen
Diplomaten links liegen. Ausländische Diplomaten allerdings auch: über
zwanzig Botschafter in Brasília - u.a. der neue deutsche Botschafter -
warten Monate nach Amtsantritt noch auf ihr Beglaubigungsschreiben.
Nur
knapp entging die Präsidentin in der Stichwahl am Sonntag einer
Niederlage. Weniger als 52% der Wähler bestätigten den momentanen Kurs
der brasilianischen Politik, der sich auf Ideologien statt Pragmatismus
stützt. Der politische Diskurs über „Dilma", wie sie von den
Brasilianern genannt wird, zeichnete sich zwar mehr durch persönliche
Attacken, Korruptionsverwürfe und fehlende Lösungen für wirtschaftliche
Probleme aus, doch auch das Fehlen eines außenpolitisches Profils im
Wahlkampf deutet an, dass keine signifikanten Veränderungen in
Brasiliens Außenpolitik zu erwarten sind.
Die Präsidentin wird
ihren Kurs fortsetzen und brasilianische Bekenntnis zu den regionalen
Strukturen mit den sozialistischen Nachbarn zementiert. Eine Verlagerung
zu den marktwirtschaftlich orientierten Staaten der Pazifik-Allianz,
u.a. Chile, Peru und Kolumbien, bleibt damit aus. Des Weiteren wird
nicht erwartet, dass Brasília die Wirtschaftsbeziehungen mit den USA und
der EU vorantreibt, was den Stillstand möglicher Freihandelsabkommen
zur Folge hat. Das deutete schon die Annährung Brasílias an Moskau an,
denn deren Handelsbeziehungen sind durch wachsende Fleisch-, Mais- und
Sojaexporte nach dem Importverbot für Nahrungsmittel aus dem Westen
deutlich ausgeweitet worden.
Neben dem verpassten Wechsel in der
Wirtschaftspolitik wird sich Dilma auch weiterhin weniger für
Demokratie, und mehr für die enge Zusammenarbeit mit autoritären Regimen
wie Kuba und dem Iran einsetzen. Diese Einstellung ist ein weiteres
Indiz dafür, dass die Spaltung mit dem Westen nicht nur auf
Wirtschaftspolitik basiert, sondern auch durch eine politische Dimension
getrieben wird.
So bleibt zu erwarten, dass Brasílias
Außenpolitik weiterhin auf einem Führungsanspruch in einer multipolaren
Welt basieren wird. Mit unter einem Prozent Wirtschaftswachstum, einem
unzureichenden Budget für die Reform der veralteten Streitkräfte, sowie
mangelnden Investitionen in Bildung und Forschung wird die Diskrepanz
zwischen Anspruch und Wirklichkeit in Dilmas zweiter Amtsperiode nicht
kleiner. China wird weiterhin eine wichtige Rolle in der brasilianischen
Wirtschaft spielen und engere Kooperation mit den USA oder gar mit der
NATO in der Lösung internationaler Konflikte bleibt unwahrscheinlich.
Für
Deutschland bedeutet Dilmas Wiederwahl Kontinuität und verpasste
Chancen zugleich. Neben kulturellen Verbindungen zum Süden Brasiliens
wird in den Sektoren der erneuerbare Energien, Cyberpolitik, VN-Reform,
G20 und Friedensmissionen weiterhin kooperiert werden. Es gibt keine
Indizien dafür, dass Dilma Handelsschranken lockern wird, was bedeutet,
dass die sehr hoch besteuerten deutschen Produkte ihre Wege nicht
leichter in die Einkaufswagen der aufsteigenden Mittelschicht finden
werden. Bürokratieabbau und eine reformierte Steuerpolitik, die zu einer
Erneuerung des Doppelbesteuerungsabkommens führen könnte, würden
deutsche Investitionen in Brasilien vorantreiben und den brasilianischen
Markt für mittelständische Unternehmen profitabler machen. Auch das
bleibt unter Dilma nur Wunschvorstellung.
Aber es hätte auch
anders kommen können. Der aus einer Politikerdynastie stammende
Herausforderer Aécio Neves zeichnete sich während seiner Karriere als
Gouverneur des Vorzeigestaats Minas Gerais und als Mitglied der
Sozialdemokratischen Partei (PSDB) im Brasilianischen Senat durch
Pragmatismus statt opportunistischer Schlachten aus. Er distanzierte
sich von Dilmas sozialistischem Diskurs und kritisierte die Absage ihres
Obama-Besuchs nach der Abhöraffäre durch die NSA, weil sie damit
brasilianische Wirtschaftsinteressen verletze.
Auch seine
Hintermänner wären westlich geprägt gewesen. Der in London ausgebildete
außenpolitischer Berater von Aécio Neves, Rubens Barbosa, diente unter
Fernando Henrique Cardoso als brasilianischer Botschafter in Washington.
Er ist seit Jahren als Präsident der Außenhandelskammer São Paulos und
als Berater für die Lobbyfirma der ehemaligen amerikanischen
Außenministerin Madeleine Albright aktiv.
Mit über 48% der
Stimmen hatte sich knapp die Hälfte der Wähler für einen anderen
Präsidententypus - und damit auch für eine Reform der brasilianischen
Außenpolitik - ausgesprochen. Das zeigt, dass Dilmas Außenpolitik weder
unumstritten, noch alternativlos ist.
Es liegt an Berlin, Brüssel
und Washington, Dilma von den Vorteilen der Kooperation mit dem Westen
zu überzeugen. Zwar wird es keine strategische Neuausrichtung der
aufstrebenden Macht geben, aber man sollte den alten Verbündeten nicht
aufgeben. In vier Jahren gibt es wieder eine Wahl, und die knappe
Niederlage des Mitte-Rechts Kandidaten hat gezeigt, dass auch heute noch
eine pro-westliche Politik in Brasilien möglich ist. Es bleibt die
Frage, ob sich die brasilianische Politik trotz ihrer starken
sozialistischen Verankerung umbesinnen kann. Aber seien wir mal ehrlich,
Brasilianer waren den Europäern und Amerikanern schon immer viel Näher
als den Russen und Chinesen.
Não bastasse as invasões, por enquanto rurais, tirando dos proprietários legais o resultado do suor e conquista de gerações de milhares de famílias, por vagabundos que se dizem "sem terra", que na
verdade privam-se é de vergonha na cara e dignidade, temos também a certeza da continuidade desta prática tipicamente comunista nos imóveis residenciais, como ocorreu em Cuba, transformando aquele, que já foi um país, numa gigantesca favela.
A prática faz parte do sistema comunista. Igualam toda a população, usando como referência a linha da miséria.
Sua casa é grande?
O modelo de caos e miséria cubanos a caminho do Brasil
Oras! Então cabe mais duas ou três famílias nela!
E desta forma a "justiça social" se faz.
E salve o comunismo que agora nos brindará com o inevitável estouro da enorme bolha imobiliária.
Para o povo, um efeito catastrófico. Para os investidores, aí está mais um motivo para a fuga de capital do país dos bananas, que elegem e mantém incompetentes e corruptos no podre poder.
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"Bolha imobiliária vai estourar no Brasil no primeiro semestre de 2014", diz Sr. Dinheiro
O economista Luis Carlos Ewald afirmou que quem
comprou imóveis, não consegue vender. "A situação está desesperadora"
Por Arthur Ordones
SÃO PAULO – O economista Luis Carlos Ewald, conhecido como Sr. Dinheiro, afirmou em entrevista exclusiva ao InfoMoney que uma bolha imobiliária
vai estourar no Brasil ainda no primeiro semestre de 2014. “Não se
vende nada e tem muita oferta. Quem comprou, não consegue vender. Está
desesperador”, afirmou.
De acordo com ele, ninguém tem o direito de se espantar quando isso
acontecer no ano que vem, pois essa bolha já está prevista faz tempo.
“Robert Shiller, (vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2013) já
avisou. Quem não quer ouvir os mais experientes depois não vai poder
reclamar”, disse. “Eu também já estou avisando faz tempo. Quando o
mercado fica assim fantasioso, pode esperar uma crise, porque ela irá
vir. Eu já vi isso acontecer três vezes no Brasil e todas as vezes foi a
mesma coisa”, completou.
Luis Carlos Ewald é conhecido como o Sr. Dinheiro (Facebook/Sr. Dinheiro)Fonte: InfoMoney
A Conversation With Reinaldo Azevedo, Brazil's Most Hated - And Widely Read - Blogger
Brazilian blogger Reinaldo Azevedo (Photo: Courtesy of VEJA)
O mercado de notícias online do Brasil cresce a um ritmo acelerado,
atraindo os gostos de The Huffington Post - que acaba de anunciar uma
parceria com o Grupo Abril, um dos maiores conglomerados de mídia do
país sul-americano - o mesmo acontece com a oferta de notícias "livre" e
classificados de publicidade para o público que já não se importam com
assinaturas pagas. Como já foi visto no resto do mundo, a Internet minar
o modelo de negócio de muitos jornais diários brasileiros e revistas
semanais, resultando em um estilo jornalístico que enfatiza mais
personalização, fortemente baseada em mídia social.
Dado que o Brasil pode ser o lugar para se estar quando se trata do
futuro da Internet nicho de mercado, como CEO Hootsuite Ryan Holmes
declarou recentemente, vale a pena dar uma olhada para ver como eles
estão fazendo as coisas lá.
Que melhor maneira do que, conversando com o blogueiro mais bem
sucedido do Brasil, Veja contribuinte revista Reinaldo Azevedo? Seu
blog, hospedado pelo site oficial da Veja, atinge cerca de 30 milhões de
visitantes únicos por ano, e já resultou em spin-offs, como três livros
best-sellers.
Azevedo, que também foi recentemente contratado pela
Folha de S. Paulo, o principal jornal do Brasil, para escrever uma
coluna semanal, é o maior e mais sincero voz contra o Partido dos
Trabalhadores eo governo da presidente Dilma Rousseff, a quem FORBES diz
é o segundo do mundo mulher mais poderosa do mundo. Essa tem
possivelmente o transformou em uma das figuras mais odiadas no universo
on-line do Brasil, mas ele diz que não se importa em tudo.
Durante um período de alguns dias na semana passada, Azevedo e eu
trocamos e-mails em que discutimos o estado atual da mídia brasileira, a
perseguição de jornalistas, o comportamento frouxo da oposição atual eo
motivo pelo qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava
no poder quando o maior escândalo de corrupção do país foi descoberto,
não viu a sua reputação e poder político diminuído.
Aqui está um trecho da nossa conversa:
Você é um contribuinte para a Veja, a principal revista de
notícias do Brasil, que adota uma linha editorial de extrema-direita,
semelhante ao seu. Devido a isso, você e Veja estão constantemente
acusado de ser parcial em um país cujo governo, que tem a aprovação
pública considerável, está mais inclinado para o ponto de esquerda de
vista. Com base nisso, você acha que é possível para a Veja e para a
imprensa brasileira em geral para ser imparcial?
Eu vou começar a responder à sua pergunta, fazendo um ponto. Em
primeiro lugar, eu acho que é impreciso dizer que a Veja se posiciona na
extrema direita da imprensa brasileira. Embora eu não considero a
palavra "direito" a difamação, que é a sensação nos círculos deixados.
Vamos pensar: Veja defende o sistema de livre mercado, e assim faz o
Partido dos Trabalhadores (PT, atual partido do governo do Brasil), e
não ocorreu a ninguém dizer que eles são um partido de direita. Na
verdade, aqueles que tentam rotular a revista com uma mancha ideológica
apenas fazê-lo porque a Veja não dobrar para corrupção ou assaltos no
Estado de Direito.
Quanto a mim, é importante matizar algumas coisas. No Brasil e no
exterior, os termos, Äúright, UA e, Äúleft, AU sofreram uma importante
mudança no que eles significam. O que hoje distingue a direita da
esquerda, aqueles que são chamados, Äúconservatives, AU daqueles que são
chamados, Äúprogressive, Au é outra coisa: que, EAo sobre se é
aceitável ou não violar as regras da democracia e do Estado da lei, a
fim de fazer justiça social. Eu sou um liberal-conservador, e eu acho
que, não é aceitável hoje. Os esquerdistas tendem a pensar que é.
Além disso, o conceito de, Äúsocial justiça, au mudou. Hoje em dia
tornou-se sinônimo de direitos e privilégios especiais para as chamadas
minorias, mesmo que isso exija a atacar os princípios fundamentais de
uma sociedade liberal-democrática, como a igualdade perante a lei eo
direito à propriedade. Meios parciais para escolher uma parte. Minha
parte é defender os fundamentos do estado democrático e de direito, por
isso, AOS uma abordagem liberal-conservador. Eu tenho o direito de
pensar o que eu penso. E é importante registrar: Veja e eu temos nossas
diferenças. A revista é bem mais progressista do que me de muitas
maneiras.
Eu acredito que é possível ter uma imprensa com base na objetividade
jornalística. A narrativa é sempre algo para olhar comprometido pelo
narrador, é impossível ser de outra forma. Pense em um jornalista que
estava em Dresden, quando houve o ataque dos aliados. Se ele ignorou o
contexto histórico, o julgamento poderia ter feito? Sempre leio relatos
sobre a guerra com muito cuidado. Às vezes, você pode ser confundido
apenas por estar na zona de guerra. A imprensa, no que diz respeito ao
seu trabalho de informar - opinião é outra coisa - deve ater aos fatos.
Mas isso não é suficiente. Nem o jornalismo nem jornalistas são uma
página em branco. Ambos têm que ter valores. Quais são os valores de uma
imprensa livre? É possível ter uma imprensa livre com um socialista,
mesmo marxista, a abordagem? Acho que não. O marxismo só acredita na
liberdade de opinião como um valor instrumental, e não como uma
fundação. O que nós rotineiramente conhecido como liberdade de
expressão, a liberdade de expressão e os direitos individuais são
pilares de uma sociedade capitalista e democrática, assim, a única
maneira para que a imprensa seja imparcial é ser parcial, ou seja, para
tirar proveito do sistema de mercado livre e as liberdades individuais e
realizações públicas das democracias capitalistas.
Você acha que a Veja, com base em sua cobertura - que é
consideravelmente mais antigoverno do que pró-governo - está em tal
fogo, porque ele realmente faz um trabalho melhor em oposição ao governo
do que a oposição atual?
Eu não posso falar em nome de Veja. Vou falar como um leitor da
revista. Veja foi um ardente defensor das medidas adotadas pelo governo
do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área econômica,
especialmente nos dois ou três primeiros anos de seu governo, quando o
déficit do Partido dos Trabalhadores credibilidade ainda era grande.
Antonio Palocci, ex-ministro das Finanças, jogou no lixo o programa do
partido e adotou os fundamentos que a ala esquerda do Partido dos
Trabalhadores chamado neoliberal. Isso foi ótimo! Era apenas o senso
comum, mas no âmbito de um mercado livre. Se a Veja é contra o governo, a
revista teria criticado as medidas, independentemente do seu conteúdo.
Isso não aconteceu. Veja não é contra o governo, é apenas contra a
corrupção, que eu acho que é positivo. Veja não é contra o governo, mas
contra a máquina do Estado, o que também é bom. Veja não é contra o
governo, mas em vez disso, é contra a agressão de alguns princípios de
uma sociedade livre.
Sim, o fato de que temos uma oposição fraca para o atual governo cria
a falsa impressão de que a imprensa, ao fazer o seu trabalho de
informar a notícia, acaba se tornando a única fonte relevante de
críticas no país. Nos Estados Unidos, é diferente. Desde o New Deal,
creio eu, não há uma única força de tal poder hegemônico capaz de impor
sua visão de mundo sem contestação. Isso é bom! No Brasil e no exterior,
os republicanos, por exemplo, foram demonizados porque eles levaram ao
limite a sua luta com a dívida teto do presidente Barack Obama. Eu teria
parado diante deles por razões estratégicas.
Onde muitos viram um problema, no entanto, vi uma solução. O que
quero dizer com isso? Se as leis americanas dar ao Congresso a
prerrogativa, em seguida, basta exercitá-la faz parte do jogo
democrático. Uma vez que em os EUA não existem partes sobre aluguel por
cooptação, com base em trocas viciosos, não pode haver um impasse. Mas é
um obstáculo que impede a formação de uma hegemonia prejudicial para
democracia. Assim, a esquerda em os EUA - o país tem sorte que não é uma
esquerda marxista - e os fanáticos do Partido Democrata mal sabe que os
republicanos ambos demonizar tanto, especialmente o Tea Party, na
verdade são a prova definitiva de que eles vivemos em uma sociedade
livre. Mais do que isso, de certa forma, essa ala mais radical é uma
espécie de fiador do sistema. Enquanto estava lá, a contradição é
assegurada, que faz parte do jogo. Além disso, ninguém lá agiu fora da
lei. A democracia deve aceitar todas as opiniões e deve ser tolerante -
menos com aqueles que não aceitam os próprios valores da democracia. Ou
melhor: a tolerar práticas que atentam contra a democracia não é um
comportamento democrático, é apenas um comportamento de tolos que se
assemelha a República de Weimar.
Mas seria errado para a Veja a assumir uma posição política? The
New York Times, por exemplo, muitas vezes apoia abertamente candidatos a
cargos políticos em os EUA A imprensa inevitavelmente influencia o
público.
Eu acho que não é, mas isso não é o entendimento da imprensa
brasileira. A este respeito, infelizmente, é diferente da imprensa
norte-americana e até mesmo a imprensa europeia. Sem endossar
candidatos, a imprensa brasileira já é vítima de uma campanha
difamatória na mídia ligados ao Partido dos Trabalhadores, financiado
com dinheiro público - ou dinheiro da administração direta ou empresas
estatais. Esse tipo de coisa só existe em países com uma cultura
democrática pobre de proto-ditaduras.
Fonte: Forbs Traduzido on-line http://www.forbes.com/sites/andersonantunes/2013/11/25/a-conversation-with-reinaldo-azevedo-brazils-most-hated-and-widely-read-blogger/ Seleção de conteúdo: Celso Brasil