Gen Gilberto Rodrigues Pimentel - Pres do Clube Militar
Quem
pode duvidar que uma das mais importantes e delicadas tarefas de um
governante, em especial numa democracia, é a escolha dos seus
auxiliares? É uma responsabilidade e tanto. Se falha nesse mister ele vai
pagar caro nas urnas quando se constata a pura incompetência dos
escolhidos, ou em outras instâncias, incluída aí a criminal, se os danos
causados aos governados for produto de dolo, que é definido como a
violação consciente da lei, por ação ou omissão. Há, nesse caso, pleno
conhecimento do crime que está sendo praticado.
Para
conhecimento dos menos informados, é muito importante enfatizar que o
Presidente da República do Brasil dispõe de um eficiente e muito bem
montado sistema de inteligência capaz de assessorá-lo com alta margem de
confiabilidade quanto aos antecedentes dos indicados aos postos da
administração pública, não somente quanto a aspectos relativos à sua
honestidade, honradez, mas até mesmo quanto à experiência e competência
para o exercício do cargo.
Equívocos eventuais existem e sempre
existirão. Esses devem ser vistos como exceções. Desenganos e desilusões
são próprios da natureza humana. O caso em questão, no entanto, é
absolutamente único. Sem precedentes. O presidente Lula, nos seus dois
mandatos, nomeou para os mais altos postos de mando a pior espécie de
gente que se possa imaginar.
E os mais influentes e poderosos
deles estiveram sempre no seu entorno imediato, em postos chaves, muitas
vezes dentro do próprio Palácio, vizinhos do seu gabinete. Também no
seu círculo de amizades pessoais funcionou assim. Empresários hoje
envolvidos em atos de corrupção gozavam da prerrogativa do acesso livre
ao ambiente de trabalho presidencial.
A lista dos marginais é
longa, conhecida de todos, e seria exaustivo repeti-la na oportunidade.
Alguns
deles foram alcançados pelo Mensalão, outros pela operação
Lava-Jato, e outros ainda nos dois escândalos. Parte cumpre pena ou já
cumpriram e muitos ainda permanecem sob investigação.
Ladrões dos
cofres públicos, distribuídos cirurgicamente em todas as instâncias do
governo, quebraram o País, apoiados no maior esquema de corrupção
conhecido e montado a partir da esfera oficial do Poder. Algo
inacreditável que ainda está para ser avaliado em toda a sua extensão.
Inúteis os argumentos e equações para explicar a crise atribuindo-a a
causas externas ou quaisquer outros fatores. O sentimento geral da
Nação, excluídos os ingênuos e mal-intencionados, é de que a tragédia
econômica é, sobretudo, produto do roubo. Foram bilhões de dólares.
Mais, talvez, do que tenta hoje o governo arrancar do povo empobrecido
sob a forma de impostos para tapar os buracos que ele próprio ocasionou.
Outro sentimento coletivo é a de que o presidente Lula tem, sim, contas
a pagar por tudo que ocorreu durante os mandatos que exerceu. E muitas
contas. O que resta e se impõe é apurar o grau de seu envolvimento
pessoal nos crimes praticados. Se ex-presidentes não podem ser julgados
por crimes de responsabilidade, como deliberou recentemente a Justiça,
eles podem e devem, como qualquer mortal, ser responsabilizados por
crimes comuns que tenham praticado. Há muito Lula deveria estar sendo
investigado.
Participantes do Ciência sem Fronteiras terão como sobreviver?
Enviar pão com mortadela ou coxinha aos estudantes enganados? Não importa! Eles não poderão passar fome por terem acreditado no desgoverno.
O dinheiro desviado para bem longe da "Pátria Educadora", foi financiar regimes ditatoriais e rechear contas nos paraísos fiscais.
Enquanto isso o Brasil vira, mais uma vez, piada no exterior, enquanto os corruptos estão soltos e o povo preso em dívidas para morar, comer, estudar...
A facção criminosa que tomou o "puder" continua festejando, apesar dos 101% de rejeição que atingiu até as comunidades mais apolíticas e despolitizadas.
Este é o Brasil 2015 que jamais poderá chegar a 2016 com o mesmo quadro caótico em que se encontra.
As ruas tornam-se a única solução, com mensagens de protesto realmente condizentes com o momento atual.
Lideranças se preparam para o contra golpe, na derradeira tentativa de derrotar o comunismo que
toma a Nação que sempre se pautou nos bons princípios com uma boa dose de trabalho e realizações que nos levaram a ocupar os melhores lugares nos rankings e agora começa a perdê-los.
O Foro de São Paulo - maior facção criminosa dos 500 anos de Brasil - liderado pelo PT, começa a ser pautado nas manifestações com maior veemência. O movimento tende a se agigantar e, se assim acontecer, será o fim dos desvios éticos e morais que provocam o caos atual.
Vamos para as ruas mas, desta vez, com o grito certo que causará adesão e não a rejeição que estratégias erradas, geradas propositalmente e bem planejadas pelos infiltrados, causaram.
A correção de rumos ainda pode salvar o País da invasão comunista bolivariana que deve ser extinta, definitivamente, de toda a América Latina.
A matéria abaixo tem como fonte: Globo.com
Participantes do Ciência sem Fronteiras reclamam de entidade que indicou usar o ‘jeitinho brasileiro’. A sugestão foi dada para que estudantes possam se manter nos Estados Unidos caso ocorra atraso em repasses
RIO E BRASÍLIA - Um inusitado produto de exportação chegou aos Estados Unidos e está gerando revolta: é o famoso “jeitinho brasileiro”. Estudantes do Ciência sem Fronteiras foram aconselhados a usarem as distintas habilidades nacionais para se manterem durante um período em que não receberão auxílio financeiro.
A curiosa sugestão veio em um e-mail do Institute of International Education (IIE), entidade parceira da Capes que coordena as finanças dos alunos nos EUA. Na correspondência, o instituto indica o “Brazilian method of creative problem solving” (método brasileiro de resolver o problema criativamente) para suprir demandas de comida e alojamento em caso de atraso nos repasses.
Nossos pássaros de fogo vão sentar a pua? A cobra vai fumar? A onça vai beber água? Da série: Crônicas de um cidadão comum por Celso Brasil
Esgotando as possibilidades de manutenção no poder, o PT deverá agir de acordo com a cartilha comunista que segue na íntegra há anos. Trata-se do decálogo de Lênin somado aos princípios de Gramsci.
Vaccari pode sim, acelerar um processo que o Foro de São Paulo um dia aventou a hipótese de que nem seria necessário e depois programou somente para daqui a alguns meses.
O Brasil assistiu um fato incontestável - a importação de guerrilheiros de vários países onde o regime totalitarista impera. Ou pelo menos tenta manter a ditadura escravista.
Trata-se de um cuidado tomado por todos que tentam tomar o poder seguindo a cartilha do comunismo moderno.
É verdade! O regime comprovadamente falido, por utilizar métodos e processos "administrativos" totalmente inviáveis, antigo inimigo do progresso e que sempre andou de mãos dadas com a miséria e a morte em massa, ganhou cara nova há alguns anos.
O cirurgião plástico é Antonio Gramsci que, com seu revolucionário método, evita mortes, combates e genocídio até o final da implantação. Usa a conhecida técnica de enganar a população depois de idiotizar boa parte dela.
A cirurgia gramscista mudou a cara do comunismo, porém, todos os órgãos deste corpo assassino continua apodrecido. Tão fétido quanto a mente daqueles que o tentam manter ativo.
Eu digo que evita o genocídio e confrontos até o final da implantação porque, depois dela começa o vale tudo. Tudo é permitido, inclusive propor as mais absurdas soluções para a manutenção do poder adquirido. Ou tomado. Ou invadido... Não importa! O fato é que estão no poder e pronto! Agora basta mantê-lo, não importando os meios. O fim sempre justificará os meios.
Parece até que o fim deve ser da população, pois tiram-lhe o direito de comer, morar, trabalhar, manter a família unida... Mas isso é um problema da população, enfim.
Não afeta em absolutamente nada o coração, a alma dos poderosos déspotas.
O importante é não afetar suas fortunas, adquiridas com muito esforço em desviar, montar esquemas escabrosos etc.
Ah!... Não pode afetar a segurança também. Eles precisam estar seguros de que as desprezíveis leis não abortem o processo de poder.
Mas, de repente, virou Brasil. Como sempre, as coisas não andaram conforme o planejado. Porque colocaram, em suas equipes de coleta de bilhões, alguns elementos não tão confiáveis, fraquinhos demais na hora do aperto. O que mostra que, apesar da ousadia que lhes permitiu continuar desviando para patrocinar o tal regime que batizaram de socialismo bolivariano, eles ainda temem a força da lei. A mesma lei que, com muito esforço, o executivo tenta burlar e tornar inócua através do aparelhamento das instituições que deveriam defendê-la. Ou seja, com a nomeação de ministros e juízes que ditam suas próprias normas, mantendo impunes aqueles que cometem crimes, na verdade, hediondos.
Estes recursos utilizados pelos ditadores do poder, estão se enfraquecendo, graças aos pouquíssimos que não se vergaram à corrupção.
Este fenômeno, que não estava previsto, começa a ameaçar os mais poderosos - da base da pirâmide até o seu topo - o executivo.
Mensalão, petrolão e outros que estão por vir, são nomes dos fantasmas que tiram o sono dos criminosos.
Dom molusco, o fundador e verdadeiro ditador de tudo que se decide no Foro de São Paulo, acaba por perder o controle ou se perder em suas alucinações imbecis e ameaça colocar em ação as milícias nas quais investiram tanto para treinar e armar, confirmando o que o seu "ministro da guerra miliciana", Stedile - outro mentecapto - já havia afirmado. Dizendo que se ameaçarem o poder, agora assumido publicamente como comunismo bolivariano, eles vão às ruas.
Entenda a tradução desse ir às ruas. Significa juntarem numa só nomenclatura - MST - todos os treinados terroristas - nacionais e importados - para agredirem a inocente população civil, que nunca, em nenhum momento, pediu mudança de regime ou reforma política - o que permite, caso seja conseguido, uma alteração profunda e inversão de tudo o que reza nossa Carta Magna.
Aí, então, estará consolidado o regime que implantam há mais de vinte anos, a olhos vistos mas nunca contestado pelos corruptos que usam o pseudônimo de deputados, senadores, juízes, prefeitos, vereadores, religiosos etc etc etc. São meliantes, criminosos, safados... Porcos que cobrem de lama a verdadeira democracia.
Em meio a todo esse imbróglio, mais uma surpresa não programada - até os nordestinos, tradicional curral político dos enganadores, juntaram-se ao restante dos mais de 200 milhões de brasileiros, num alerta e pedido de afastamento da principal legenda do Foro de São Paulo e, num grito uníssono: Fora Dilma - Fora PT - Queremos o Lula investigado e preso - Queremos as Forças Armadas e mais dezenas de outros, versando sobre inúmeros motes.
Para aumentar a nuvem de desgraça que cobre a maior facção criminosa do planeta, foi preso o segundo homem do dinheiro, ou seja, mais um tesoureiro do bando. E não será necessário o uso da tortura para fazê-lo contar tudo ou confirmar tudo que já se sabe e envolver, incontestavelmente, o topo dessa podre pirâmide.
Conclusão:
Só resta aos meliantes alfa, ordenarem que se comece a bagunça. Ou o quebra-quebra. Ou ainda - a matança de inocentes, através de invasões de propriedade privada em maior número do que já fazem há anos e impunemente. Bem como a intensificação de delitos e confrontos urbanos sangrentos.
Para quem entende disso, trata-se do estopim de uma guerra civil.
Mas como afirmam os analistas e observadores estudiosos, faltou-lhes tempo para desmilitarizar a polícia e destruir as bases das Forças Armadas.
Humilharam e combateram os bravos soldados da Força maior e das auxiliares, com a ajuda da imprensa cooptada e refém, com seus pseudo jornalistas que envergonham a classe.
Pois é! Esses militares ainda estão de pé e muito mais bravos com essa corja! Organizados, analisam à portas bem fechadas, o quadro atual, para não errarem nas ações, quando estas se fizerem necessárias.
Desculpem! Acho que falei demais, não?
Enfim, depois de tanta embromação, para que reflitam, deixo aqui minha pergunta, embora eu já saiba a resposta:
Será que está muito próxima a hora dos nossos pássaros de fogo sentarem a pua, da cobra fumar, da onça beber água e dos bravos gritarem - SELVAAA!???
Os pássaros, a cobra, a onça, os bravos e até a selva, sabem a resposta.
Até a próxima.
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Matéria Veja
Vaccari, o homem dos presidentes
A
prisão do tesoureiro do PT mostra que o partido atuava no governo como
uma organização criminosa e envolve a campanha da presidente Dilma
Rousseff no escândalo da Petrobras
Por: Daniel Pereira e Robson Bonin
A
"IGREJA" CAIU - Com a ajuda de Vaccari, o PT arrecadou pelo menos meio
bilhão de reais em propina apenas na estatal. Homem de confiança de
Lula, ele pagou despesas eleitorais de Dilma com o dinheiro sujo(Cristiano Mariz, Daniel Scelza/Ag. O Globo, Roberto Jayme/Estadão Conteúdo/VEJA)
No
começo deste mês, a presidente Dilma Rousseff fez uma pausa em sua
agenda de trabalho para discutir o rumo das investigações do petrolão, o
maior esquema de corrupção da história do país. Numa conversa
reservada, ela se mostrou impressionada com os depoimentos prestados por
Pedro Barusco, o ex-gerente da Petrobras que acusou o PT de embolsar
até 200 milhões de dólares em propinas arrecadadas de fornecedores da
companhia. Sobre a forma, a presidente disse que Barusco era detalhista e
organizado. Sobre o conteúdo, foi taxativa: "Ele entregou o Vaccari",
declarou, referindo-se ao tesoureiro petista, João Vaccari Neto. Para a
surpresa do interlocutor, a presidente não demonstrou apreensão. Depois
de afirmar que o tesoureiro não tinha relações políticas com ela, Dilma
insinuou que, se alguém deveria estar preocupado, esse alguém era o
ex-presidente Lula. Naquela mesma semana, em um encontro em São Paulo, o
antecessor também se fez de desentendido. A um petista graduado, Lula,
mais uma vez, representou seu papel predileto, o do Capitão Renault, que
no clássico Casablanca embolsa um envelope com seus ganhos na noite,
enquanto finge surpresa com a descoberta do cassino em funcionamento no
Ricks Cafe. Disse Lula Renault: "Eu quero saber se tem rolo nessas
transações".
Desde 2003, quando o PT assumiu o poder, Lula nunca mais soube de
nada. No caso do petrolão, não é diferente. Desde a eleição passada,
quando se trata do esquema de corrupção, Dilma lava as mãos e posa como
saneadora da Petrobras. Os dois querem se afastar de Vaccari, mas as
informações colhidas pelas autoridades mostram que o "mochila" - ou
Moch, como o tesoureiro era chamado - é um operador a serviço dos dois
presidentes. Um operador que agora está preso e, na condição de
investigado e encarcerado, tende a aumentar o desgaste da imagem do
governo, do PT e de seus dois principais líderes. No fim do ano passado,
o detalhista Barusco declarou às autoridades que agiu em parceria com
Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, a fim de levantar
dinheiro sujo para os cofres petistas. Vaccari nunca explicou por que se
reunia tanto com Barusco e Duque, e sempre insistiu na tese de que as
empreiteiras fizeram doações ao partido dentro da lei. Se no mensalão
tudo não passara de "caixa dois", como alegara Delúbio Soares, o
primeiro tesoureiro do PT preso, no petrolão tudo agora seria "caixa
um", ou financiamento legal, na novilíngua de Vaccari, o segundo
tesoureiro do PT preso num prazo de um ano e meio.
Essa versão já havia sido desmentida por empresários. Eles
confirmaram que pagaram propina e que o tesoureiro usou a Justiça
Eleitoral para esconder o crime. A novidade é que Vaccari, segundo as
autoridades, também praticou o bom e velho "caixa dois", que teria
custeado uma despesa da primeira campanha presidencial de Dilma
Rousseff. Ao determinar a prisão dele, o juiz Sérgio Moro relatou
informações prestadas por Augusto Mendonça, executivo da Setal. Um dos
delatores do petrolão, Mendonça disse que, em 2010, Vaccari determinou a
ele que repassasse 2,5 milhões de reais à Editora Atitude, controlada
por sindicados ligados à CUT e ao PT. O dinheiro, de acordo com o
delator, foi descontado da propina que a empreiteira devia ao partido
como contrapartida por contratos na Petrobras. Os pagamentos começaram a
ser realizados em junho daquele ano. Três meses depois de a Setal
começar a desembolsar a propina, na véspera da eleição, a gráfica
imprimiu 360 000 exemplares da Revista do Brasil, edição que trazia na
capa a pré-candidata Dilma Rousseff e o título "A vez de Dilma".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puniu a gráfica por propaganda
eleitoral irregular a favor da petista. Depois de eleita, Dilma nomeou o
ex-vice presidente da CUT José Lopez Feijóo, um dos comandantes da
Editora Atitude, para um cargo de destaque na Secretaria-Geral da
Presidência, onde ele despacha até hoje. Disse o juiz Moro: "Observo
que, para esses pagamentos à Editora Atitude, não há como se cogitar, em
princípio, de falta de dolo dos envolvidos, pois não se trata de
doações eleitorais registradas, mas de pagamentos efetuados, com
simulação, total ou parcial, de serviços prestados por terceiros, a
pedido de João Vaccari". Como estratégia de defesa, Dilma tenta erguer
uma espécie de cordão sanitário entra ela e o tesoureiro do PT. A
suspeita de caixa dois põe em xeque a solidez dessa barreira, que também
está ameaçada por outros dados de conhecimento das autoridades. Após a
descoberta do mensalão, o PT adotou um novo modelo de arrecadação e
instituiu dois tesoureiros - um para o partido, outro para o candidato a
presidente. Dilma alega que Vaccari atuava apenas para o partido. Não é
bem assim. Revista Veja
O Juiz Sergio Moro havia avisado que chegaria até o chefe, referindo-se claramente a Luiz Inácio Lula da Silva.
Começando por baixo é que se chega ao topo - foi mais ou menos esse o raciocínio. Única forma de se chegar ao chefe sem deixar os pequenos, médios e grandes responsáveis para trás.
Mas Lula continua travestido de tranquilidade, alardeando suas bravatas estúpidas e tentando espalhar o medo na população e naqueles que ameaçam sua impunidade, anunciando a ação do exército do não menos psicopata Stedile.
A realidade é outra!
Todos os envolvidos no desgoverno brasileiro sabem que não haverá outra solução a não ser partir para o que eles são mestres - a ignorância.
Muito antes do que previam, os exércitos terroristas estão correndo com os preparativos e hoje sabem que precisarão tirar as armas dos esconderijos e começarem o aquecimento.
Os meliantes
Por outro lado, qualquer brasileiro tem consciência de que comunista só sai na bala - já não é de conhecimento exclusivo das autoridades militares.
Assim sendo, a população civil bem informada lança seu grito de apoio às Forças Armadas e outros, mais apavorados, pedem seu socorro.
Agora, mais do que nunca, a sociedade civil precisa estar preparada para o grande e temido momento - a guerra civil, pois a operação Lava Jato começa a se aproximar dos mandantes, ou mais precisamente do mandante - o chefe e instrumento de toda desgraça social e financeira da Nação.
A hora dos exércitos, tanto de Stedile quanto as Forças Armadas e Auxiliares, entrarem em campo, está cada vez mais iminente.
Estocar alimentos não perecíveis e remédios de uso contínuo torna-se numa atitude sábia para todo cidadão brasileiro. Lembrando que na ameaça de greve dos caminhoneiros, em apenas uma semana pudemos sentir o início do desabastecimento.
O sinal de alerta já soou. Agora esperamos, para muito breve, momentos de tempos conturbados jamais vividos pelos brasileiros.
Essa experiência, certamente, tornará o Brasil, após a tempestade, muito similar em cultura política, a outros da Europa. Aqueles que já sofreram o terror da implantação comunista e hoje tornaram crime a maldita marca da besta - a foice e o martelo.
Documentos e testemunha mostram que a
presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio
Grande, envolvido desde a sua origem em esquemas fraudulentos e por onde
escoaram mais de R$ 100 milhões em propinas para os cofres do PT e
aliados
A Operação Lava
Jato já concluiu que, a partir de 2010, pelo Estaleiro Rio Grande,
escoaram propinas de cerca de R$ 100 milhões para os cofres do PT e
aliados. A constatação foi extraída a partir de delações premiadas,
dentre elas a do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, e
de Gerson Almada, vice-presidente da Engevix. A partir das próximas
semanas, o Ministério Público terá acesso a um outro capítulo sobre as
falcatruas que envolvem o estaleiro e, pela primeira vez, um documento
com a assinatura da presidente Dilma Rousseff será apresentado aos
procuradores que investigam o Petrolão. Trata-se do contrato que deu
início a implementação do Estaleiro Rio Grande, em 2006. Dilma, na época
ministra da Casa Civil, assina como testemunha. Renato Duque,
ex-diretor de Serviços da Petrobras e hoje na cadeia, assina como
interveniente, uma espécie de avalista do negócio.
O documento será entregue aos procuradores
por um ex-funcionário da Petrobras que resolveu colaborar com as
investigações, desde que sua identidade seja preservada. Ele atua há 30
anos no setor de petróleo e durante 20 anos trabalhou na Petrobras. Além
do contrato, essa nova testemunha vai revelar aos procuradores que
desde a sua implementação o Estaleiro vem sendo usado para desviar
recursos púbicos e favorecer empresas privadas a pedido do PT. Na semana
passada, a testemunha antecipou à ISTOÉ tudo o que pretende contar ao
Ministério Público. Disse que o contrato para a implementação do
Estaleiro é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada a pedido da
cúpula do PT para favorecer a WTorre Engenharia”. Afirmou que, depois
de assinado o contrato, servidores da Petrobras “foram pressionados a
aprovar uma sucessão de aditivos irregulares e a endossarem prestações
de contas sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”. Um
mecanismo que teria lesado a estatal em mais de R$ 500 milhões.
O contrato que os procuradores irão receber
foi assinado em 17 de agosto de 2006. O documento tem 43 páginas e
trata sobre a construção física do estaleiro. De acordo com as
revelações feitas pelo ex-funcionário da Petrobras, para escapar do
rigor da lei das licitações, a estatal incumbiu a Rio Bravo
Investimentos DTVM de conduzir a concorrência. O processo licitatório,
segundo a testemunha, foi dirigido de modo que a WTorre superasse outras
gigantes do setor e fechasse um negócio de R$ 222,9 milhões para erguer
a infraestrutura física do estaleiro adequado à construção de
plataformas semi-submersíveis. “A Camargo Corrêa chegou a oferecer uma
proposta melhor do que a da WTorre, mas depois a retirou e apresentou
outra com valor muito maior”, lembra o ex-funcionário da estatal. “A
gente ouvia que a WTorre estava ajudando o PT em São Paulo e deveria
ficar com a obra. Havia uma forte pressão da cúpula do PT”. O
ex-funcionário da Petrobras não diz nomes, mas os procuradores da Lava
Jato têm informações de que o ex-ministro Antônio Palocci seria o
consultor da WTorre nessa operação. Tanto Palocci como a empreiteira
negam. A WTorre afirma que participou de uma concorrência absolutamente
regular, cumpriu com sua parte no contrato e posteriormente vendeu os
direitos de exploração do estaleiro.
Finalizada a concorrência para a montagem
do Estaleiro, a Rio Bravo voltou à cena, segundo a testemunha,
tornando-se gestora do negócio e adquirindo os direitos decorrentes da
construção e do contrato de locação por dez anos. “A Rio Bravo converteu
esses direitos em quotas do fundo imobiliário que foram adquiridos pela
Petrobras (99%). Deu-se então outra operação heterodoxa: uma emissão de
certificados de recebíveis imobiliários (CRI), gerando assim uma
receita antecipada para os envolvidos na negociação. Em contratos
públicos, normalmente a empreiteira só recebe após a comprovação de que
realizou determinada etapa de uma obra. Nesse caso, o dinheiro caiu
antes na conta”, afirma a testemunha. De acordo com o ex-funcionário, “a
Petrobras assumiu todo o risco e bancou 80% do empreendimento”. Para o
líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho, toda a operação precisa
ser apurada. “A presidente Dilma referendou um contrato repleto de
suspeição, fruto de uma operação extremamente nebulosa, ao lado de um
ex-diretor da Petrobras que foi preso pela Operação Lava-Jato. Caberá à
CPI e à força-tarefa da Lava-Jato se debruçar sobre esse fato”, disse o
parlamentar. Mendonça Filho ressalta que o contrato entre a Rio Bravo e o
Estaleiro Rio Grande “é o primeiro documento nas investigações da
Petrobras com a assinatura da então ministra e hoje presidente Dilma”.
Para o líder parlamentar, a Petrobras foi “irresponsável”. “Tudo isso
mostra uma relação absolutamente promíscua, que claramente lesa o
interesse da própria empresa e repete a conexão de alimentação ilegal do
sistema político”, afirmou.
Ao revelar o que sabe para os procuradores
da Lava Jato, a nova testemunha vai complicar a situação de Renato Duque
e de Pedro Barusco. Segundo o ex-funcionário da estatal, em sua delação
premiada Barusco omitiu o que ocorrera antes da venda do Estaleiro pela
WTorre a Engevix, que conduziu as negociações para a compra dos
navios-sonda, que renderam propinas de R$ 40 milhões ao PT. “A delação
do Barusco se refere a algo posterior, depois que o estaleiro foi
vendido pela WTorre para a Engevix e o Funcef. Mas, não sei por que
razão, ele preferiu não dizer o que aconteceu antes disso”, disse o
funcionário. Barusco, segundo a testemunha, acompanhou a obra do
estaleiro desde a assinatura do contrato de 2006. “Tivemos algumas
reuniões com ele. Era muito gentil e objetivo. Fazia perguntas técnicas
sobre o projeto”, lembra. Para o trabalho “político”, o sub de Renato
Duque também tinha um sub, o gerente de Implementação de Projetos,
Antonio Carlos Alvarez Justi, apelidado de Barusco do Barusco.
Outra fraude, revelada pelo ex-funcionário
da Petrobras se refere a aditamentos milionários. De agosto de 2006 a
setembro de 2010, segundo a testemunha, foram assinados 12 aditivos,
tanto para reajuste do valor do contrato como para o alargamento de
prazos. Alguns desses aditivos, de acordo com a testemunha, foram
justificáveis, outros não. “Sempre a decisão política prevaleceu sobre a
técnica”, diz. Em 2007, a Petrobras anunciou que encomendaria ao
estaleiro, além das plataformas submersíveis, cascos de navios-sonda.
Com isso, o projeto precisou ser ampliado. Foi firmado um novo contrato
de R$ 216,8 milhões, totalizando R$ 440 milhões. Em 2008, a WTorre
entrou com pedido de um aditivo de R$ 365 milhões. “Criou-se uma
comissão de negociação para avaliar o pleito e o Justi cobrou uma
solução rápida. Ele estipulou o prazo de 30 dias para a comissão
analisar o pleito e elaborar a minuta do contrato, algo humanamente
impossível”, revelou a testemunha. Justi, de acordo com o funcionário,
resistia a que o tema fosse levado ao Departamento Jurídico da Petrobras
por não querer questionamentos. Nesse caso, porém, uma comissão interna
da estatal reagiu. Providenciou uma auditoria nas planilhas de custos
apresentadas pela WTorre revelando que pelo menos R$ 150 milhões do
total do aditivo solicitado eram injustificáveis. “Eram valores sem
comprovação. Custos forjados para superfaturar o valor do contrato”,
afirmou o ex-funcionário. Mas o alerta feito pela comissão interna da
Petrobras não surtiu o efeito desejado. Dois anos depois, conforme
planilhas da Rio Bravo, o valor da obra alcançou R$ 711,6 milhões. E,
graças a uma nova suplementação de recursos, ao final, a obra foi orçada
em R$ 840 milhões.
Em 2010, foi anunciada a venda do Estaleiro
Rio Grande para a Ecovix, uma companhia criada pela Engevix em parceria
com o Funcef. Embora o negócio só tenha sido oficializado em junho, há
indícios de que a transação já estava acertada nos bastidores desde o
início do ano. A testemunha conta que Gerson Almada, vice-presidente da
Engevix atualmente preso pela PF, foi comemorar o acerto num bar
bastante reservado, localizado no interior de uma loja de bebidas no
Centro do Rio. “Ele estava muito animado. Todos que estavam na mesa riam
muito”, lembra. Para formalizar o negócio da Engevix com a Funcef,
segundo a testemunha, Almada teria recorrido novamente aos préstimos de
“um cacique do PT”. “O Almada nunca escondeu que contava com o apoio da
cúpula do partido”, afirma a testemunha. À imprensa, a Engevix anunciou
que todo o negócio envolvendo a compra do Estaleiro custou R$ 410
milhões. Para o ex-funcionário da estatal, “o valor real foi pelo menos o
dobro.”
Com as revelações dessa nova testemunha, o
Ministério Público deverá aprofundar a investigação em torno dos
negócios envolvendo o Estaleiro Rio Grande. Os procuradores, no entanto,
não poderão dar maior atenção ao fato de Dilma ter assinado o contrato.
Caso encontrem indícios de crime no documento, todas as provas serão
submetidas ao STF, dado ao foro privilegiado da presidente, que não pode
ser investigado em primeira instância. No universo político a reação é
outra. O deputado Mendonça Filho já adiantou que pedirá que a CPI entre
no caso. A construção do Estaleiro Rio Grande já havia motivado
requerimentos dos deputados Ivan Valente (PSOL-SP) e Eliziane Gama
(PPS-MA). Valente pedirá prioridade na convocação do ex-ministro Antonio
Palocci, depois que reportagem publicada na semana passara por ISTOÉ
revelou que ele teria intermediado repasses ao PT a partir de
consultorias para a WTorre.
O fato de assinar o contrato não implica
nenhum malfeito ou crime à presidente Dilma Rousseff. No entanto,
especialistas ouvidos por ISTOÉ criticam o modelo de contratação do
negócio e a participação da Petrobras como interveniente no contrato
assinado por Dilma. O advogado Roberto Schultz, especialista em
contratações públicas, acha que é importante analisar, no conteúdo do
contrato, em que base se deu a participação da Petrobras. Segundo ele, é
incomum ver uma empresa estatal ou de economia mista entrando como um
terceiro num contrato entre empresas privadas. Esse interveniente
geralmente é um “avalista” do acordo para casos de descumprimento de
obrigações contratuais. “É muito raro. É difícil imaginar que alguém de
uma empresa do porte da Petrobras colocaria seu carimbo em um contrato.
Quando algo é muito feio você não diz que é feio, você diz que é
diferente. Acho que é o caso”, afirma. A presença de Dilma e da
Petrobras no contrato, segundo ele, espelharia o nível de envolvimento
desses agentes com o projeto. “Mostra que as empresas envolvidas têm
muita força, muita influência política”, diz. Schultz ressalta que “não
faz sentido Dilma subscrever o contrato nem como ministra da Casa Civil
nem como presidente do Conselho de Administração da Petrobras”.
“Conselheiro não é um cargo de administração.”
Também atuante na área de contratos
empresariais, a advogada Suelen Santos avalia como “atípica” a
participação de autoridades públicas como “testemunhas” no contrato. No
caso, apenas “sócios” ou administradores legitimamente constituídos
deveriam avalizar o negócio. Ela lembra que a presença de testemunhas é
um requisito para casos de litígio. Procurada pela reportagem, a
Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou através de
nota que a “instalação do Estaleiro Rio Grande é parte do programa de
desenvolvimento da indústria naval brasileira. A produção no Brasil de
equipamentos e bens para a exploração do pré-sal constitui uma grande
ação de governo, gerando emprego e renda, ampliando as condições de
crescimento da economia”.
Com reportagem de Josie Jeronimo
Revista Isto É http://www.istoe.com.br/reportagens/412014_COM+A+ASSINATURA+DE+DILMA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
Podre por podre, vamos tentar acreditar mais uma vez!
por Celso Brasil
A farra da maior facção formada pela união de pseudos partidos, conta com uma equipe gigantesca de corruptos mancomunados com o objetivo de blindagem e obstrução de qualquer tipo de investigação, apuração, julgamento e condenação de seus integrantes.
É a maior prova de que nenhum dos integrantes do governo mais corrupto da história da humanidade, quer apuração e, desta forma, buscam criar mecanismos para interromper, sempre de forma brusca e bem orquestrada, todo o processo investigatório.
O poder, tomado pelos déspotas que, através da mentira deslavada, prometeu ao inocente povo idiotizado a solução de todos os problemas sociais, está envolvido em todas as suas instâncias no mais recente escândalo brasileiro - apenas mais um - porém, gigantesco. Existe um outro que promete tornar o atual em uma "marola", tamanha a expectativa de falcatruas que são esperadas.
O Congresso Nacional, por sua vez, nota que será esmagado e tomado pelo executivo que já o domina quase totalmente e, assim, resolveu reagir, chamando aqueles que promoveram as medidas estratégicas sujas executadas na calada da noite carnavalesca brasileira. Tudo enquanto o povo brincava em meio à desgraça que o assola.
Desta forma, este fragilizado mas, também, apodrecido Congresso, resolveu chamar alguns cabeças desta vergonhosa articulação para uma explicação. Ou seria para dar mais tempero à mais nova receita da Pizzaria Brasil?
O dinheiro envolvido em toda essa avalanche de desvios é muito grande. É enorme! É, eu diria, incontável! Pelo menos para um cidadão comum.
O povo tentando ir para as ruas, sem saber quem seguir, espera, diante das imagens e altares, que a solução caia do céu, já que isso é o que lhes resta.
Por outro lado, forças fazem força para que as Forças intervenham. Outros gritam pelo simples afastamento e cassação de direitos, numa sonora e melódica palavra - impeachment!!!
Enquanto isso, sem dormir - com toda certeza - os mandantes se reúnem tentando manter suas fabulosas fortunas desviadas pelo leito do suor de um povo que ainda espera - sem saber exatamente o que.
Processo de cassação de Roseana Sarney pode ser o primeiro passo para uma intervenção constitucional.
Caso consiga andar, poderá criar uma espécie de jurisprudência para ações maiores que poderão se estender passando pelos Estados, iniciando um processo em cadeia.
O Executivo não deixaria de ser alvo.
O apoio popular certamente seria maciço, já que a aprovação do Governo Federal está em seu mais baixo nível, contrariando as pesquisas fraudadas para coincidirem com o resultado das "seguras e invioláveis" urnas eletrônicas.
Pode parecer utópico, mas uma caminhada sempre começa pelo primeiro passo!
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Wikileaks diz que Roseana Sarney tem 150 milhões de dólares em Caimãs
Bank Julius Baer: Brazilian Senator Roseana Sarney estimated USD 150M in Caymans, 1999
por : Paulo Nogueira
Tal pai, tal filha - os "donos" do sofrido Maranhão
Um documento vazado pelo Wikileaks em 2009 não mereceu nenhuma atenção da mídia e nem do governo.
É uma pena, porque ele tem um imenso interesse público.
No documento, o Wikileaks fala de um dinheiro que Roseana Sarney,
governadora do Maranhão, teria nas Ilhas Caimãs, um dos mais notórios
paraísos fiscais do mundo.
Roseana, segundo o Wikileaks, tinha em 1999 cerca de 150 milhões de
dólares em Caimãs. Em reais, seriam cerca de 350 milhões em valores de
hoje.
Você pode ver o documento aqui.
Dinheiro em paraíso fiscal é uma tragédia para a economia de um país.
Primeiro, e acima de tudo, porque significa sonegação de impostos.
É com o dinheiro dos impostos que você constrói escolas, hospitais,
estradas, portos, aeroportos e outras coisas que são absurdamente
escassas, por exemplo, no Maranhão.
Depois, porque o envio de dinheiro para fora revela falta de
confiança no país. Isto é ainda mais doloroso quando se trata de pessoas
que tocam, que comandam o país. É um sinal de que tais pessoas sabem
que estão fazendo um serviço abjeto em seus cargos públicos.
Um estudo escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria
McKinsey, mostra que os super-ricos brasileiros tinham, em 2010, cerca
de 520 bilhões de dólares (ou mais de 1 trilhão de reais) em paraísos
fiscais. É quase um quarto do PIB nacional.
O trabalho foi encomendado pela Tax Justice Network (TJN), organização que combate os paraísos fiscais.
“Quando vejo os ricos brasileiros reclamando de impostos, só posso
crer que estejam brincando. Porque eles remetem dinheiro para paraísos
fiscais há muito tempo”, afirma John Christensen, diretor da TJN.
As coisas ficam ainda mais complicadas quando você olha para uma
conta num paraíso fiscal e se pergunta: como o titular acumulou tanto
dinheiro?
Vejamos um exemplo sem essa condição agravante.
Na Alemanha, o presidente do Bayern, Oli Hoeness, caiu imeditamente
em desgraça quando a revista Focus publicou que ele tinha uma conta
secreta na Suíça.
Hoeness não pagava imposto sobre o patrimônio escondido na Suíça, e isso foi suficiente para que fosse decretada sua prisão.
Ele pagou uma fiança de 5 milhões de euros, cerca de 15 milhões de reais, para escapar provisoriamente da prisão.
Em março, começa seu julgamento. Dificilmente ele vai de safar da
cadeia. O governo alemão quer que ele seja punido exemplarmente por um
motivo poderoso: você não constroi um país decente quando pessoas fazem o
que Hoeness fez.
Hoeness é um homem rico. Não causou estranheza o tamanho da conta suíça – mas o fato de ele não a ter declarado.
É mais dura a situação quando você examina o documento do Wikileaks
sobre Roseana. De onde vieram os 150 milhões de dólares denunciados pelo
Wikileaks?
Por que ninguém investigou o caso nestes anos todos?
Sabemos os interesses da mídia. A Globo, particularmente, tem uma
longa relação de amizade e parceria com a família Sarney no Maranhão.
Esqueça então a Globo.
E o governo, por que não se movimentou? Uma hipótese é que a informação – embora pública – não tenha chegado a Brasília.
Mas a alternativa mais real é a que diz respeito à assim chamada
governabilidade. Mexer com os Sarneys – nem que fosse para meramente
esclarecer um documento de elevado interesse público – é uma das últimas
coisas que um governo que dependa do PMDB deseja.
E então nada muda e nada acontece. O preço colossal é pago, como sempre, pela sociedade.
As Jornadas de Junho mostraram que as pessoas estão cansadas dos
arranjos políticos em volta da governabilidade – porque eles atrasam
consideravelmente o desenvolvimento social brasileiro.
A mensagem das ruas foi entendida?
Se sim, é hora de enfrentar certas realidades desagradáveis. Se não,
as ruas fatalmente voltarão a se manifestar – contra a mídia que só
defende seus próprios interesses e contra a “governabilidade” que
perpetua iniquidades históricas nacionais.
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
Texto fonte da notícia - Traduzido Summary
Autoridades brasileiras podem estar curiosas para saber mais sobre o
conjunto de empresas interligadas e relações de confiança estabelecidas
por um advogado do Rio de Janeiro chamado José Brafman. Os arquivos de
ligação dos ativos via Brafman, Antrade a Roseana Sarney, membro do
Senado brasileiro, filha de um ex-presidente. Ela era um possível
candidato para se tornar presidente do Brasil nas eleições de 2002.
Infelizmente, ela foi forçada a demitir-se em um escândalo de corrupção
depois que a polícia invadiu sua casa e descobriu $ 570.000 em dinheiro
sem explicação. Senador Sarney pode muito bem ter uma explicação
perfeitamente boa para os fundos offshore mas esses podem lhe dar mais
dor de cabeça com as autoridades fiscais brasileiras, presume-se.
Estas
são as 1999 Ilhas Caimão registros de confiança do banco suíço Julius
Baer para a conta.