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sábado, 4 de abril de 2015

100 Milhões em propina - Hora e vez de Lula & Dilma

Juiz Sérgio Moro - Curitiba - Paraná
por Celso Brasil
O Juiz Sergio Moro havia avisado que chegaria até o chefe, referindo-se claramente a Luiz Inácio Lula da Silva.
Começando por baixo é que se chega ao topo - foi mais ou menos esse o raciocínio. Única forma de se chegar ao chefe sem deixar os pequenos, médios e grandes responsáveis para trás.
Mas Lula continua travestido de tranquilidade, alardeando suas bravatas estúpidas e tentando espalhar o medo na população e naqueles que ameaçam sua impunidade, anunciando a ação do exército do não menos psicopata Stedile.
A realidade é outra!
Todos os envolvidos no desgoverno brasileiro sabem que não haverá outra solução a não ser partir para o que eles são mestres - a ignorância.
Muito antes do que previam, os exércitos terroristas estão correndo com os preparativos e hoje sabem que precisarão tirar as armas dos esconderijos e começarem o aquecimento.
Os meliantes
Por outro lado, qualquer brasileiro tem consciência de que comunista só sai na bala - já não é de conhecimento exclusivo das autoridades militares.
Assim sendo, a população civil bem informada lança seu grito de apoio às Forças Armadas e outros, mais apavorados, pedem seu socorro.
Agora, mais do que nunca, a sociedade civil precisa estar preparada para o grande e temido momento - a guerra civil, pois a operação Lava Jato começa a se aproximar dos mandantes, ou mais precisamente do mandante - o chefe e instrumento de toda desgraça social e financeira da Nação.
A hora dos exércitos, tanto de Stedile quanto as Forças Armadas e Auxiliares, entrarem em campo, está cada vez mais iminente.
Estocar alimentos não perecíveis e remédios de uso contínuo torna-se numa atitude sábia para todo cidadão brasileiro. Lembrando que na ameaça de greve dos caminhoneiros, em apenas uma semana pudemos sentir o início do desabastecimento.
O sinal de alerta já soou. Agora esperamos, para muito breve, momentos de tempos conturbados jamais vividos pelos brasileiros. 
Essa experiência, certamente, tornará o Brasil, após a tempestade, muito similar em cultura política, a outros da Europa. Aqueles que já sofreram o terror da implantação comunista e hoje tornaram crime a maldita marca da besta - a foice e o martelo.





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Abaixo, matéria da revista Isto É - na íntegra.

N° Edição:  2366 |  02.Abr.15 - 18:00 |  Atualizado em 04.Abr.15 - 15:06

Com a assinatura de Dilma

Documentos e testemunha mostram que a presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio Grande, envolvido desde a sua origem em esquemas fraudulentos e por onde escoaram mais de R$ 100 milhões em propinas para os cofres do PT e aliados

Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)

A Operação Lava Jato já concluiu que, a partir de 2010, pelo Estaleiro Rio Grande, escoaram propinas de cerca de R$ 100 milhões para os cofres do PT e aliados. A constatação foi extraída a partir de delações premiadas, dentre elas a do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, e de Gerson Almada, vice-presidente da Engevix. A partir das próximas semanas, o Ministério Público terá acesso a um outro capítulo sobre as falcatruas que envolvem o estaleiro e, pela primeira vez, um documento com a assinatura da presidente Dilma Rousseff será apresentado aos procuradores que investigam o Petrolão. Trata-se do contrato que deu início a implementação do Estaleiro Rio Grande, em 2006. Dilma, na época ministra da Casa Civil, assina como testemunha. Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras e hoje na cadeia, assina como interveniente, uma espécie de avalista do negócio.
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O documento será entregue aos procuradores por um ex-funcionário da Petrobras que resolveu colaborar com as investigações, desde que sua identidade seja preservada. Ele atua há 30 anos no setor de petróleo e durante 20 anos trabalhou na Petrobras. Além do contrato, essa nova testemunha vai revelar aos procuradores que desde a sua implementação o Estaleiro vem sendo usado para desviar recursos púbicos e favorecer empresas privadas a pedido do PT. Na semana passada, a testemunha antecipou à ISTOÉ tudo o que pretende contar ao Ministério Público. Disse que o contrato para a implementação do Estaleiro é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada a pedido da cúpula do PT para favorecer a WTorre Engenharia”. Afirmou que, depois de assinado o contrato, servidores da Petrobras “foram pressionados a aprovar uma sucessão de aditivos irregulares e a endossarem prestações de contas sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”. Um mecanismo que teria lesado a estatal em mais de R$ 500 milhões.
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O contrato que os procuradores irão receber foi assinado em 17 de agosto de 2006. O documento tem 43 páginas e trata sobre a construção física do estaleiro. De acordo com as revelações feitas pelo ex-funcionário da Petrobras, para escapar do rigor da lei das licitações, a estatal incumbiu a Rio Bravo Investimentos DTVM de conduzir a concorrência. O processo licitatório, segundo a testemunha, foi dirigido de modo que a WTorre superasse outras gigantes do setor e fechasse um negócio de R$ 222,9 milhões para erguer a infraestrutura física do estaleiro adequado à construção de plataformas semi-submersíveis. “A Camargo Corrêa chegou a oferecer uma proposta melhor do que a da WTorre, mas depois a retirou e apresentou outra com valor muito maior”, lembra o ex-funcionário da estatal. “A gente ouvia que a WTorre estava ajudando o PT em São Paulo e deveria ficar com a obra. Havia uma forte pressão da cúpula do PT”. O ex-funcionário da Petrobras não diz nomes, mas os procuradores da Lava Jato têm informações de que o ex-ministro Antônio Palocci seria o consultor da WTorre nessa operação. Tanto Palocci como a empreiteira negam. A WTorre afirma que participou de uma concorrência absolutamente regular, cumpriu com sua parte no contrato e posteriormente vendeu os direitos de exploração do estaleiro.
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Finalizada a concorrência para a montagem do Estaleiro, a Rio Bravo voltou à cena, segundo a testemunha, tornando-se gestora do negócio e adquirindo os direitos decorrentes da construção e do contrato de locação por dez anos. “A Rio Bravo converteu esses direitos em quotas do fundo imobiliário que foram adquiridos pela Petrobras (99%). Deu-se então outra operação heterodoxa: uma emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), gerando assim uma receita antecipada para os envolvidos na negociação. Em contratos públicos, normalmente a empreiteira só recebe após a comprovação de que realizou determinada etapa de uma obra. Nesse caso, o dinheiro caiu antes na conta”, afirma a testemunha. De acordo com o ex-funcionário, “a Petrobras assumiu todo o risco e bancou 80% do empreendimento”. Para o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho, toda a operação precisa ser apurada. “A presidente Dilma referendou um contrato repleto de suspeição, fruto de uma operação extremamente nebulosa, ao lado de um ex-diretor da Petrobras que foi preso pela Operação Lava-Jato. Caberá à CPI e à força-tarefa da Lava-Jato se debruçar sobre esse fato”, disse o parlamentar. Mendonça Filho ressalta que o contrato entre a Rio Bravo e o Estaleiro Rio Grande “é o primeiro documento nas investigações da Petrobras com a assinatura da então ministra e hoje presidente Dilma”. Para o líder parlamentar, a Petrobras foi “irresponsável”. “Tudo isso mostra uma relação absolutamente promíscua, que claramente lesa o interesse da própria empresa e repete a conexão de alimentação ilegal do sistema político”, afirmou.
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Ao revelar o que sabe para os procuradores da Lava Jato, a nova testemunha vai complicar a situação de Renato Duque e de Pedro Barusco. Segundo o ex-funcionário da estatal, em sua delação premiada Barusco omitiu o que ocorrera antes da venda do Estaleiro pela WTorre a Engevix, que conduziu as negociações para a compra dos navios-sonda, que renderam propinas de R$ 40 milhões ao PT. “A delação do Barusco se refere a algo posterior, depois que o estaleiro foi vendido pela WTorre para a Engevix e o Funcef. Mas, não sei por que razão, ele preferiu não dizer o que aconteceu antes disso”, disse o funcionário. Barusco, segundo a testemunha, acompanhou a obra do estaleiro desde a assinatura do contrato de 2006. “Tivemos algumas reuniões com ele. Era muito gentil e objetivo. Fazia perguntas técnicas sobre o projeto”, lembra. Para o trabalho “político”, o sub de Renato Duque também tinha um sub, o gerente de Implementação de Projetos, Antonio Carlos Alvarez Justi, apelidado de Barusco do Barusco.
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Outra fraude, revelada pelo ex-funcionário da Petrobras se refere a aditamentos milionários. De agosto de 2006 a setembro de 2010, segundo a testemunha, foram assinados 12 aditivos, tanto para reajuste do valor do contrato como para o alargamento de prazos. Alguns desses aditivos, de acordo com a testemunha, foram justificáveis, outros não. “Sempre a decisão política prevaleceu sobre a técnica”, diz. Em 2007, a Petrobras anunciou que encomendaria ao estaleiro, além das plataformas submersíveis, cascos de navios-sonda. Com isso, o projeto precisou ser ampliado. Foi firmado um novo contrato de R$ 216,8 milhões, totalizando R$ 440 milhões. Em 2008, a WTorre entrou com pedido de um aditivo de R$ 365 milhões. “Criou-se uma comissão de negociação para avaliar o pleito e o Justi cobrou uma solução rápida. Ele estipulou o prazo de 30 dias para a comissão analisar o pleito e elaborar a minuta do contrato, algo humanamente impossível”, revelou a testemunha. Justi, de acordo com o funcionário, resistia a que o tema fosse levado ao Departamento Jurídico da Petrobras por não querer questionamentos. Nesse caso, porém, uma comissão interna da estatal reagiu. Providenciou uma auditoria nas planilhas de custos apresentadas pela WTorre revelando que pelo menos R$ 150 milhões do total do aditivo solicitado eram injustificáveis. “Eram valores sem comprovação. Custos forjados para superfaturar o valor do contrato”, afirmou o ex-funcionário. Mas o alerta feito pela comissão interna da Petrobras não surtiu o efeito desejado. Dois anos depois, conforme planilhas da Rio Bravo, o valor da obra alcançou R$ 711,6 milhões. E, graças a uma nova suplementação de recursos, ao final, a obra foi orçada em R$ 840 milhões.
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Em 2010, foi anunciada a venda do Estaleiro Rio Grande para a Ecovix, uma companhia criada pela Engevix em parceria com o Funcef. Embora o negócio só tenha sido oficializado em junho, há indícios de que a transação já estava acertada nos bastidores desde o início do ano. A testemunha conta que Gerson Almada, vice-presidente da Engevix atualmente preso pela PF, foi comemorar o acerto num bar bastante reservado, localizado no interior de uma loja de bebidas no Centro do Rio. “Ele estava muito animado. Todos que estavam na mesa riam muito”, lembra. Para formalizar o negócio da Engevix com a Funcef, segundo a testemunha, Almada teria recorrido novamente aos préstimos de “um cacique do PT”. “O Almada nunca escondeu que contava com o apoio da cúpula do partido”, afirma a testemunha. À imprensa, a Engevix anunciou que todo o negócio envolvendo a compra do Estaleiro custou R$ 410 milhões. Para o ex-funcionário da estatal, “o valor real foi pelo menos o dobro.”
Com as revelações dessa nova testemunha, o Ministério Público deverá aprofundar a investigação em torno dos negócios envolvendo o Estaleiro Rio Grande. Os procuradores, no entanto, não poderão dar maior atenção ao fato de Dilma ter assinado o contrato. Caso encontrem indícios de crime no documento, todas as provas serão submetidas ao STF, dado ao foro privilegiado da presidente, que não pode ser investigado em primeira instância. No universo político a reação é outra. O deputado Mendonça Filho já adiantou que pedirá que a CPI entre no caso. A construção do Estaleiro Rio Grande já havia motivado requerimentos dos deputados Ivan Valente (PSOL-SP) e Eliziane Gama (PPS-MA). Valente pedirá prioridade na convocação do ex-ministro Antonio Palocci, depois que reportagem publicada na semana passara por ISTOÉ revelou que ele teria intermediado repasses ao PT a partir de consultorias para a WTorre.
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O fato de assinar o contrato não implica nenhum malfeito ou crime à presidente Dilma Rousseff. No entanto, especialistas ouvidos por ISTOÉ criticam o modelo de contratação do negócio e a participação da Petrobras como interveniente no contrato assinado por Dilma. O advogado Roberto Schultz, especialista em contratações públicas, acha que é importante analisar, no conteúdo do contrato, em que base se deu a participação da Petrobras. Segundo ele, é incomum ver uma empresa estatal ou de economia mista entrando como um terceiro num contrato entre empresas privadas. Esse interveniente geralmente é um “avalista” do acordo para casos de descumprimento de obrigações contratuais. “É muito raro. É difícil imaginar que alguém de uma empresa do porte da Petrobras colocaria seu carimbo em um contrato. Quando algo é muito feio você não diz que é feio, você diz que é diferente. Acho que é o caso”, afirma. A presença de Dilma e da Petrobras no contrato, segundo ele, espelharia o nível de envolvimento desses agentes com o projeto. “Mostra que as empresas envolvidas têm muita força, muita influência política”, diz. Schultz ressalta que “não faz sentido Dilma subscrever o contrato nem como ministra da Casa Civil nem como presidente do Conselho de Administração da Petrobras”. “Conselheiro não é um cargo de administração.”
Também atuante na área de contratos empresariais, a advogada Suelen Santos avalia como “atípica” a participação de autoridades públicas como “testemunhas” no contrato. No caso, apenas “sócios” ou administradores legitimamente constituídos deveriam avalizar o negócio. Ela lembra que a presença de testemunhas é um requisito para casos de litígio. Procurada pela reportagem, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou através de nota que a “instalação do Estaleiro Rio Grande é parte do programa de desenvolvimento da indústria naval brasileira. A produção no Brasil de equipamentos e bens para a exploração do pré-sal constitui uma grande ação de governo, gerando emprego e renda, ampliando as condições de crescimento da economia”.

Com reportagem de Josie Jeronimo 
Revista Isto É
http://www.istoe.com.br/reportagens/412014_COM+A+ASSINATURA+DE+DILMA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A lei fora da Lei - Ternos e Togas podres (e as Fardas?)

A lei da Irresponsabilidade Fiscal - com a conivência dos canalhas de plantão.
por Celso Brasil
Na troca de interesses, nenhum político se salva naquela pocilga.
Um centro de negociações onde o povo... Oras, o povo! Que coma brioches!
O Brasil se tornou um País ímpar!
Onde bandidos no poder não permitem que seus "colegas de trabalho" sejam punidos.
Trata-se da maior vergonha dos últimos tempos!
O maior descalabro da sociedade contemporânea que, na certeza da impunidade, tiram vidas, direta ou indiretamente, sem qualquer compromisso com a ética, a moral e os bons costumes.
Os mesmos que quebram o maior país da América Latina, legislam em causa própria, alterando leis que os incriminariam.
Sim!
É isso mesmo!
Se a "presidenta" cometeu um crime de lesa Pátria, cometeu uma infração inadmissível, segundo a Carta Magna, que por lei e nos padrões da justiça (independente se legislada ou por conceito puro), com toda certeza provocaria seu impeachment, aí então surge a solução:
- Mude a Lei para que eu deixe de ser uma criminosa, incompetente e perca o cargo por uma besteirinha de alguns bilhões apenas.
Então, na balburdia a claras luzes (antes os bandidos agiam na calada da noite), na certeza da vitória do mal sobre o bem, vota-se a lei fora da Lei.
Quisera tivéssemos Juízes suficientes que honrassem suas togas no Supremo Tribunal Federal, para salvar a Nação de mais esse escândalo!
Na festa da vergonhosa improbidade, Lula sumiu, Dilma não sabe o que acontece e, os idiotas úteis do Congresso Nacional e do Senado, labutam pela impunidade, como porcos imundos que são, pois nem se lembram que seus filhos, netos e toda a sua continuidade, sofrerão sérias consequências de seus impensados atos.
São os crápulas que ocupam cargos, nos quais necessitamos, urgentemente, colocar gente séria e com moral suficiente para minimizar o alto custo que caberá a nós e todas as gerações vindouras.
Inocentar a maior criminosa do Brasil, gerida pelo maior criminoso destruidor da Nação é, na melhor das hipóteses, o maior caso de conivência com o mal já ocorrido em nossa história.
Reitero: Porcos imundos que gozam da cegueira daqueles que deveriam honrar suas togas e do silêncio do último grupo de defensores com os quais podemos contar - as Forças Armadas.
Ternos e togas podres - vejamos em breve tempo se as fardas também apodreceram ou não.
Um recado a estes que assistem nossa falência de braços cruzados:
Eu tenho muito, mas muito nojo, também, de vocês.

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 Abaixo, na íntegra, matéria da Veja:

Comissão de Orçamento aprova projeto do governo que dribla meta fiscal

Texto permite abater do resultado fiscal do ano todos os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias

Marcela Mattos, de Brasília
Congresso Nacional e Esplanada dos Ministérios
Congresso Nacional e Esplanada dos Ministérios (Ricardo Stuckert/VEJA)
(Atualizado à 0h25)
Em uma força-tarefa capitaneada por parlamentares governistas, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta segunda-feira, após mais de três horas de sessão, o projeto do Executivo que autoriza o governo a descumprir a meta de economia prevista para o pagamento da dívida pública, o chamado superávit primário. O texto foi enviado ao Congresso há duas semanas e acaba com o limite fixo de 67 bilhões de reais para o abatimento das desonerações tributárias e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A medida ainda tem de ser aprovada em plenário, o que pode acontecer já nesta terça-feira durante sessão do Congresso Nacional. 
Na semana passada, a matéria foi aprovada a toque de caixa na comissão graças a uma manobra de aliados do Planalto. Sob protesto da oposição, a sessão foi anulada e retomada nesta segunda, dia atípico de trabalhos deliberativos no Congresso Nacional. No esforço para a  aprovação do projeto, outras três reuniões da CMO estavam agendadas para esta terça-feira, mas, com o apoio da “tropa de choque” governista, entre eles dos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), o texto foi aprovado já nesta noite.
A proposta encaminhada ao Congresso permite que o governo desconte do resultado primário os gastos com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias concedidas em 2014. O Ministério do Planejamento justificou a mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) devido ao baixo crescimento da economia brasileira. Se aprovado, na prática, o projeto desobriga o Executivo de realizar um superávit, já que de janeiro a setembro os gastos com o PAC somam 47,2 bilhões de reais e as desonerações chegam a 75,7 bilhões de reais, segundo dados do Tesouro. E esse montante total de 123 bilhões de reais deve subir até o fim do ano.
“Esse é mais um momento de muita preocupação para essa Casa, que não tem nada a ver com o crime praticado pelo governo da presidente Dilma em omitir da população o não cumprimento da meta fiscal. A presidente apresentou nos últimos dias do ano um projeto para tentar transferir para o Congresso Nacional essa responsabilidade. O governo simplesmente apresenta um projeto para não ter responsabilidade com nada e a partir daí todo crime realizado será convalidado por essa Casa”, disse o líder do DEM, o deputado Ronaldo Caiado (GO). “Qualquer atitude que comprometa o orçamento é crime. Não somos nós que estamos dizendo isso, está na Constituição. A não ser que vamos aprovar aqui uma anistia a todos os consumidores, porque é o que o governo federal está querendo. O que o governo vai dizer agora quando as dívidas não forem pagas? Que está tudo bem? O que o governo está sinalizando é que a lei de Responsabilidade Fiscal não vale nada para o país”, afirmou o deputado Izalci (PSDB-DF).
O texto aprovado nesta segunda traz apenas uma mudança em relação ao encaminhado pelo governo: a que troca a expressão “meta de superávit” por “meta de resultado”, já que não se sabe se 2014 fechará com déficit ou com superávit primário. A alteração foi feita pelo relator Romero Jucá (PMDB-RR). Deputados e senadores de oposição apresentaram 80 emendas – todas rejeitadas pelo relator. Durante a sessão desta noite, outras 39 alterações foram apresentadas, e também negadas.
A aprovação da matéria em plenário dá aval para a presidente Dilma Rousseff anunciar o novo ministro da Fazenda. Na semana passada a presidente chegou a escolher o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy para comandar a pasta, mas decidiu aguardar a deliberação da proposta no Congresso Nacional. Com isso, o novo titular da Fazenda seria anunciado em cenário onde o governo teria resolvido, ainda que por meio de manobra, o desajuste fiscal.
Confusão – A aprovação do projeto se deu em meio a tumulto e bate-boca entre parlamentares governistas e de oposição. A confusão começou após o presidente do colegiado, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), encerrar a discussão sem dar a palavra ao deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), inscrito entre os oradores. O tucano elevou o tom contra Ribeiro: “Eu me inscrevi para falar. Eu não sou moleque”, disse, aos gritos e com o dedo em riste. “Ninguém é moleque aqui. Vossa Excelência fique calado. Eu gostaria que Vossa Excelência se sentasse”, rebateu. No plenário, um grupo de manifestantes ergueu faixas de protesto criticando a medida do governo. A maior parte dos protestantes não pôde entrar na sala da CMO. 
Após a aprovação desta noite, a oposição promete dificultar a sessão desta terça-feira que pode concluir a votação do projeto do Executivo. Antes de a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ser pautada, está agendada a votação de 38 vetos presidenciais. A estratégia dos oposicionistas é discutir cada veto individualmente e recorrer a manobras regimentais para protelar a aprovação do texto.

sábado, 23 de novembro de 2013

Articulação pela liberdade do bandido condenado

O trabalho de blindagem é contínuo, até mesmo depois de condenado e preso.
O bandido condenado - Genoino - conta com um grande número de articuladores para mantê-lo em liberdade, tornando a prisão em mero nome dado a impunidade da qual deverá gozar daqui pra frente.
Joaquim Barbosa torna-se, neste momento, homem chave para libertar o "camarada" alegando base na lei, mas todos já sabem que não passa de uma armação, na qual Barbosa tem se portado como manda a cartilha do PT.

Celso Brasil OEB

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Médicos chegam para avaliar estado de saúde de Genoino

Conteúdo Folha de São Paulo

Uma junta médica da Universidade de Brasília (UnB) chegou no começo da tarde deste sábado (23) para avaliar o estado de saúde do deputado federal licenciado e ex-presidente do PT José Genoino, 67, informou a assessoria do IC-DF (Instituto de Cardiologia do Distrito Federal).
A formação da junta médica foi determinada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, que solicitou profissionais ao Hospital Universitário de Brasília.
O presidente da junta, Luiz Fernando Junqueira Júnior, professor titular de cardiologia da UnB informou ontem que ele e outros quatro colegas seriam os responsáveis por realizar a avaliação de Genoino, que está internado no IC-DF desde quinta-feira (21).


O laudo produzido pelos médicos servirá de base para que Barbosa decida se o condenado no processo do mensalão terá direito a prisão domiciliar. O petista sofre de problemas cardíacos e passou por um procedimento cirúrgico em julho.
O presidente do STF permitiu que Genoino se trate em casa ou em um hospital até que a junta médica divulgue um parecer sobre o seu quadro de saúde. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que Genoino continuará a receber o salário de deputado --no valor de R$ 26,7 mil-- porque está de licença médica.
No dia 15 de novembro, Genoino foi preso após ter sido condenado no processo do mensalão. O ex-presidente do PT foi condenado a 4 anos e 8 meses de prisão por corrupção ativa --por 9 votos a 1--, e a 2 anos e 3 meses por formação de quadrilha --por 6 a 4.

Luciano Veronezi/Editoria de Arte/Folhapress
INTERNAÇÃO
Segundo seu advogado, Luiz Fernando Pacheco, dentro do presídio Genoino não pode recebe os cuidados médicos que necessita. Um laudo do IML (Instituto Médico Legal) produzido na terça-feira (19) atestou a gravidade do estado de saúde do ex-presidente do PT.
Na quinta-feira (21), Pacheco informou que Genoino passou mal e teve um princípio de infarto na penitenciária. O deputado foi transferido do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para o IC-DF, após autorização de Barbosa.
Segundo laudo médico divulgado na sexta-feira (22), o ex-presidente teve, na verdade, uma crise de pressão alta e alteração de coagulação. O boletim divulgado pelo IC-DF afirma que, apesar de descartado o infarto, a "elevação dos níveis pressóricos (pressão arterial)" pode "comprometer o resultado da cirurgia de correção de dissecção da aorta" e a "alteração de coagulação (...) aumenta o risco de sangramentos".
Na quarta-feira (20), Genoino já havia passado mal durante a noite. Segundo seu advogado, Genoino teve que ser atendido dentro do presídio da Papuda. O ex-presidente do PT, que está na ala reservada aos presos do regime semiaberto, fez um eletrocardiograma que demonstrou "alterações".
José Genoino desembarca no hangar da PF em Brasília
CASSAÇÃO E APOSENTADORIA
Após ação do PT, a cúpula da Câmara dos Deputados decidiu na manhã de quinta-feira (21) adiar para a próxima semana a decisão sobre o que fazer com o mandato do deputado licenciado José Genoino (PT-SP), preso desde a última sexta-feira (15) devido à sua condenação no processo do mensalão.
Um dos integrantes do partido na Mesa Diretora, o vice-presidente da Casa, André Vargas (PR), pediu vistas do caso, adiando a definição para a semana que vem. "Há uma insuficiência absoluta dos dados para dar conta de uma caso especialíssimo como esse", afirmou Vargas, se referindo à comunicação genérica enviada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) à Câmara.
Numa ação casada com o PT para impedir a abertura de seu processo de cassação, o deputado licenciado José Genoino (PT-SP), preso do mensalão, pediu para a Câmara antecipar a avaliação médica que vai decidir sobre seu pedido de aposentadoria por invalidez.

Editoria Arte/Folhapress

sábado, 21 de setembro de 2013

A VERDADE. NADA MAIS QUE A VERDADE



“A gente quando é candidato faz o diabo para ser eleito, depois ...” (Dilma, Mar 2013).


MILAGRES ECONÔMICOS – “Em resumo, milagres não existem na economia. O que é, às vezes, assim chamado é o resultado de trabalho perseverante e planejado, executado dentro de um clima de ordem e compreensão. Este é o único caminho para o total desenvolvimento, o que significa pleno emprego e salários reais e crescentes.” (Ingo Hering, 23 out. 76. www.ciahering.com.br). Trabalho e renda no combate à pobreza, eis a questão.

ADVOGADOS DESLEAIS - Tenho o maior respeito pela OAB, mas em Santa Maria há advogados que denigrem o livre exercício de tão nobre profissão. Alguns dificultam a informação, enganam e empobrecem os clientes que, pela boa fé, lhes delegaram procurações. A OAB deve agir energicamente contra estes maus operadores do direito, até mesmo para premiar o trabalho dos advogados honestos. Cadê o remédio jurídico? Devem se lembrar de que ainda há juízes em Santa Maria. Para saber mais, consulte o sítio da Internet http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,ainda-ha-juizes--em-berlim-,927205,0.htm.

O PERIGO DA CAMPANHA PRESIDENCIAL ANTECIPADA - Ameaçado pela futura candidatura de Aécio Neves (PSDB) para presidente em 2014, o PT, sob a batuta de Lula, o homem do sifu, aquele que nunca sabia de nada, resolveu lançar Dilma à reeleição, na reunião de comemoração de 10 anos de poder, sempre negociado com partidos políticos. Esquecendo-se de que os tempos são outros, o PT continuará com a estratégia de atacar o período FHC. A gestão FHC mudou o rumo do Brasil para melhor: houve controle da inflação; deu novos horizontes tanto para empresários quanto para o povo, sem atacar ninguém. Ocorre que, com o PT, o Brasil parou, apresentando PIBs[1] cada vez menores em relação aos demais países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), culminando com o “pibinho” de 2012, contrariamente a previsões oficiais que beirava à casa de 4%. Sem dúvidas, tem ocorrido uma maior distribuição de renda, mas a custos elevados, como o Bolsa Família, que se transformou hoje na maior compra eleitoral de votos, e outras ações sem retorno para a classe trabalhadora deste país. E o Bolsa Ditadura? “O PT não quer ensinar ninguém a pescar. O povo que se contente com a sobra da pescaria deles.” O governo parece mais preocupado com um projeto de manutenção do poder a todo custo e em atingir metas da ONU e de outras organizações internacionais do que governar propriamente. O Aécio, por outro lado, mostrou na tribuna 13 fracassos do PT, mas ainda não apresentou um projeto de governo, o que se dará provavelmente mais adiante. No palco do PT, como se nada houvesse acontecido, os desobedientes filhos do escândalo do mensalão[2]: José Dirceu, José Genuíno (ainda exercendo mandato de deputado federal) e João Paulo Cunha. Dizem que a militância petista está se quotizando para pagar os estragos dos bad boys. Sem falar no uso da máquina pública, esta ambiciosa campanha pelo poder mobilizará vultosos recursos que poderiam ser usados de uma forma mais nobre em prol do povo brasileiro e contaminará todo o trabalho legislativo, que já é tradicionalmente precário. O governo fica mais preocupado com a futura legislatura do que com a atual. A partir de agora, só será discurso. Nada mais que discurso. Dilma esteve na convenção do PMDB e desejou vida longa à parceria PMDB e PT. Se não me engano vida longa é uma expressão maçônica, como Grande Arquiteto do Universo (GADU), o que não quer dizer que toda a Maçonaria, que tem prestado relevantes serviços à nação no decorrer da história brasileira, apóie o governo do jeito que aí está. Os políticos prometem, por isto são, antes de tudo, encantadores de eleitores. Aprecie o político com moderação.

AS ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO DA MÍDIA – A mídia está usando diversas estratégias para distrair o povo, no sentido de aliená-lo das informações realmente significativas, dificultando o público de se desenvolver em áreas como comunicações, psicologia, filosofia, cibernética, política, economia. Manter distraído o grande público, incutindo preocupações com aquecimento global, crimes, copa do mundo, futebol. Cria um clima econômico catastrófico, fora da realidade, para o público acabar aceitando políticas econômicas medíocres. A mídia usa a propaganda subliminar para manipular as preferências do público-alvo. Leia Subliminar, de Leonard Mlodinow, Ed Zahar. Sorria! Você está sendo manipulado! 

CORRUPÇÃO E MENSALÃO - Homens abomináveis, espertos e mal intencionados, que desdenham de uma justiça enfraquecida. Muitos vivem dissolutamente, achando que nunca deveriam prestar contas de seus estratagemas. Deleitam-se na quietude, cheios de mácula e delitos, vivendo em seus enganos. Inimigos da verdade, zombam da pobreza e persistem no erro. Descaminhados pelo erro intencional, caem de sua própria constância. A corrupção empobrece o país. Para quem queira saber o lado contraditório que defende estes mal feitores, leia A outra história do mensalão, de Paulo Moreira Leite.

COMPETÊNCIA E DESEMPENHO DAS AGÊNCIAS REGULADORAS – De certa forma contribui com a pobreza do país o atual critério de indicação dos chefes de tais agências reguladoras (Agência Nacional do Petróleo, Agência Nacional de Energia Elétrica, etc), haja vista que o critério de indicação política tem sobrepujado o critério técnico. Normalmente são pessoas incompetentes para o cargo, gastando um tempo considerável para esboçar um desempenho funcional razoável. Enquanto isto, continuamos pagando as contas. Leia Competências e desempenho organizacionais. Fernandes, Bruno Henrique Rocha. São Paulo: Saraiva, 2006.

 

AUMENTO PARA OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS - Contatei os senadores Álvaro Dias PSDB, Paulo Paim PT, Roberto Requião PMDB e Dep Jair Bolsonaro PP. Todos foram unânimes em afirmar que o assunto é de competência exclusiva da Presidência da República. Segundo eles, é justo os militares brasileiros serem bem remunerados, em virtude da relevância dos serviços que devem ser prestados ao país. “Militares das forças armadas: pior salário do Executivo.” (Bolsonaro, 2012). Os militares das Forças Armadas estão ficando cada vez mais pobres devido à crescente perda do poder aquisitivo e a empréstimos efetuados com frequência.
ECOS DA INTERNET

DECISÃO PROVISÓRIA DA JUSTIÇA MANTÉM ‘DEUS SEJA LOUVADO’ NO REAL - A 7ª Vara de Justiça de São Paulo negou na quinta-feira (29/11/12) pedido de antecipação de tutela feito pelo Ministério Público Federal solicitando que a União e o Banco Central retirassem, no prazo de 120 dias, a expressão “Deus seja louvado” de todas as cédulas a serem impressas.

 

O SUMIÇO DO CRUCIFIXO – Passarinho me contou que não foi só o crucifixo: Lula teria entrado somente com duas malas no Palácio da Alvorada e saído com 10 caminhões de mudança e mais o crucifixo do hall de entrada. Cadê o crucifixo?

BOLSONARO TORTURA COM VERDADES GENOINO NO PLENÁRIO. Assista no site http://youtu.be/38kwGdA5WR4  (verdade seja dita).


PRA ONDE VAI NOSSO DINHEIRO ????? Asilado há 9 meses na embaixada brasileira. Refugiado há nove meses na Embaixada do Brasil em La Paz, o senador oposicionista boliviano Roger Pinto tornou-se um fardo para a diplomacia brasileira. De um lado, o Brasil não consegue resolver o problema com a Bolívia, mas, ao mesmo tempo, não quer causar constrangimento ao governo de Evo Morales. De outro, o embaixador brasileiro, Marcel Biato, que, prestes a trocar de posto, tornou-se refém da situação. Agora é a torcida do Corintians que paga o pato.


GOLPE NO CHAVISMO – O serviço de inteligência argentino plotou que o corpo não era do Chaves e sim uma cópia de cera. Cristina Kirchner imediatamente foi embora. Depois foi a vez do Lula e da Dilma. O Chaves faleceu mesmo em janeiro. O adiamento do anúncio da morte do Chaves foi apenas uma manobra eleitoreira e um embuste descarado. A palavra agora fica com os comunistas, socialistas e simpatizantes.

HABEMOS PAPAM – Se Maradona, o Messi e agora o Papa Francisco são argentinos, lembrar que temos Pelé e Deus que são brasileiros. O que estraga são os corruptos, a mentira e as meias verdades da propaganda oficial.
de endireitabrasil

 

“É possível enganar algumas pessoas todo o tempo; é também possível enganar todas as pessoas por algum tempo; mas não é possível enganar todas as pessoas por todo o tempo.” (Abraham Lincoln).



[1] O produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer sejam países, estados ou cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região.
[2] Esquema de compra de votos de parlamentares é o nome dado à maior crise política ocorrida no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2005/2006 no Brasil e que teve ação movida no ministério público denominada Ação Penal 470.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

No Brasil, corrupto não fica um dia sequer preso

Quadrilha que dirigia o Banco Nacional não fica sequer 24 horas na prisão

4/9/2013 13:18
Por Redação - do Rio de Janeiro
Magalhães Pinto chegou a ser levado para um presídio carioca, mas foi libertado logo em seguida
Magalhães Pinto chegou a ser levado para um presídio carioca, mas foi libertado logo em seguida

Presos por agentes da Polícia Federal na véspera, pela manhã, os quatro ex-dirigentes do antigo Banco Nacional passaram menos de 24 horas na cadeia. Eles foram soltos ainda na terça-feira, mediante habeas corpus, concedido no começo da noite pelo desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região. O ex-controlador do banco, Marcos Magalhães Pinto, o ex-vice-presidente da Área de Controladoria Clarimundo Sant’anna, o ex-diretor Arnoldo Oliveira e Omar Bruno Corrêa chegaram a ser levados ao presídio Ary Franco, onde passaram por todos os procedimentos normais aos novos detentos, mas o desembargador levou em conta o fato de os processos do réus não terem transitado em julgado, cabendo recursos contra as condenações proferidas em 2002. As idades dos executivos réus, todos com mais de 70 anos, também foram consideradas.
Os quatro executivos dirigiam um dos mais tradicionais bancos do país, que sofreu intervenção nos anos 90 e protagonizou grande escândalo financeiro. A prisão foi decretada pelo juiz Marcos André Bizzo Moliari, da 1ª Vara Criminal Federal do Rio, a pedido do MPF. Os dirigentes foram condenados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta, prestação de informações falsas a investidor ou à repartição pública e inserção de elementos falsos em demonstrativo contábil de instituição financeira. Um quinto ex-executivo, Nagib Antônio, com prisão decretada, nem chegou a ser preso na véspera, junto com os colegas.
Magalhães Pinto, segundo o MPF, é o único não condenado por formação quadrilha, e deve cumprir pena de 12 anos e dois meses, enquanto Sant’anna foi condenado a 15 anos e um mês. Arnoldo Oliveira ficará preso por 17 anos e um mês, e Omar Bruno Correia, por 8 anos e dez meses. A procuradora Ariane Guebel de Alencar alegou que “levar o princípio da presunção de inocência ao extremo de impedir a execução de sentença condenatória quando não há mais recurso com efeito suspensivo seria, de fato, um brinde à impunidade e à ineficiência da Justiça”.
Relembre o escândalo
• Resultado maquiado
Os problemas do Banco Nacional começaram em 1986, quando registrou rombo de US$ 600 milhões. O resultado era bem superior ao patrimônio líquido de US$ 250 milhões, da instituição financeira que pertencia a uma das mais tradicionais famílias mineiras, os Magalhães Pinto.
• Contas fantasmas
A saída para acobertar o déficit foi forjar empréstimos fictícios, com a abertura de 600 contas fantasmas. As operações foram contabilizadas como ativos bons.
• Intervenção do BC
A maquiagem ocorreu até novembro de 1995. O Banco Central determinou que fosse feita auditoria e detectou rombo de R$ 9,2 bilhões. O governo Fernando Henrique liberou recursos do recém criado Proer. Com a liquidação extrajudicial, o Unibanco comprou o banco mineiro e ficou com a parte “boa”.
Com informações do diário popular carioca O Dia

domingo, 11 de agosto de 2013

Os Militares cansaram de enterrar seus mortos

Nota-se que estão prontos ao chamado do povo
da redação OEB
O crime organizado, apoiado pela impunidade que assola o País, está se utilizando de uma tática bem comum no comunismo - a implantação do medo que torna apática qualquer reação do povo ou autoridades policiais, até mesmo por desistência de lutar e verem-se vencidos pelo sistema que os cercam.
As mesmas facções que financiam campanhas eleitorais milionárias, hoje impõem suas regras que, sem pestanejar, são obedecidas pelos seus financiados e, desta forma, acabam por governar mais que o governo que, também, se organiza como facção e acabam por falar a mesma língua.
Enquanto isso, o povo assiste o deprimente espetáculo da violência alimentada pela impunidade e a conivência daqueles que deveriam representar o povo. Este mesmo povo que se revolta, cada vez mais, e, contrário a poucos anos atrás, passa a acreditar que somente uma aclamação às Forças Armadas e Auxiliares podem por fim, com mãos de ferro, no esquema podre que contaminou a política e setores privados, transformando o Brasil num País sem esperança.
Estamos em guerra e sabemos que todo militar é, antes de tudo, um ser humano, pai de família que sofre os mesmos medos e possuem os mesmos sonhos do povo brasileiro. Porque Militar é povo.
E o povo já está cansado de assistir os desmandos. Vendo que no comando da Nação não se encontram pessoas sérias, dignas e éticas. Apenas escândalos e corrupção tomam conta do podre poder. Aliás, se esta é a única esperança, então, que venham os Militares e coloquem em prática seu juramento e o patriotismo que lhes é peculiar.
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Subcomandante da GCM de Mairinque e esposa são mortos a tiros dentro de casa

Conteúdo: Jomar Bellini - Ipanema Online
Subcomandante da GCM de Mairinque e esposa são mortos a tiros dentro de casa  
Jomar Bellini / Ipanema Online
Familiares, vizinhos e amigos se reuniram
 em frente a casa do subcomandante
O subcomandante da GCM (Guarda Civil Municipal) de Mairinque, Laércio de Sousa Lanes, e sua esposa, Lindalva Prado Lanes, foram executados a tiros dentro da própria casa na noite desta sexta-feira (9). O filho do casal, de 10 anos, também foi baleado e está internado em estado grave no Hospital Regional, em Sorocaba. O crime ocorreu por volta das 20 horas no bairro Jardim Vitória. Até às 2 horas deste sábado (10), nenhum acusado havia sido preso.

Segundo familiares, Lanes foi atingindo com um tiro na nuca e a esposa nas costas. Ela teria sido encontrada com os braços amarrados. Já o filho do casal foi baleado na boca e, de acordo com parentes, teria passado por cirurgia de emergência.

A Polícia Militar informou que a casa não possuía sinais de arrombamento e nem de luta corporal. Os criminosos invadiram o local, realizaram os disparos e fugiram com os dois veículos das vítimas: um Palio e um Fiesta. O primeiro carro foi encontrado queimado em um bairro próximo cerca de duas horas após o crime.

Durante a fuga, os criminosos capotaram o segundo veículo. Segundo testemunhas, eles quase atingiram um ônibus que entrava no bairro. “Eu estava no circular quando cruzamos com o carro em alta velocidade e quase bateu no ônibus. Eram quatro homens armados”, detalha uma moradora do bairro.

A moradora afirma que subcomandante vinha sendo ameaçado nos últimos dias por ter participado da prisão de criminosos ligados a facções e que isto vinha preocupando a família do casal. Devido a isto, ele estaria pensando em se mudar para Sorocaba.

Uma pessoa da família do casal conta que esta não é a primeira vez em que a residência de Lanes é invadida por criminosos nas últimas semanas. Ela afirma desconhecer qualquer tipo de ameaça, mas que teria estranhado a pressa do tio em trocar de casa. “Não vi nada de diferente nas últimas semanas, mas em um mês ele decidiu que queria ir embora de Mairinque o mais rápido possível”, conta.

O bairro é classificado pelos moradores como violento. “Droga, violência, assaltos, assassinatos”, enumera Sônia.

Amigo

Palio foi encontrado queimado em bairro próximoO crime chocou companheiros de trabalho e vizinhos do GCM. Aos 44 anos, sendo 21 dedicados a carreira de guarda civil, Lanes foi nomeado subcomandante no começo de 2013. “Era um cara tranquilo e um bom amigo. O pessoal está muito abalado com a situação”, conta o guarda Carlos Alves, que entrou para trabalhar na GCM junto com Lanes. Ele relembra ainda dos momentos em que o filho de Lanes ia visitar o pai no trabalho.

Já a esposa Lindalva tinha 34 anos e trabalhava como administradora em uma construtora da cidade. “Era uma família tranquila e muito tradicional aqui no bairro”, conta uma vizinha, apontando para as ruas próximas ao local em que também moram parentes do casal.

Investigações
Reprodução / FacebookA perícia foi até o local do crime. Os corpos foram levados para o IML (Instituto Médico Legal) de Sorocaba. A residência foi liberada por volta das 23h30.

A delegada do município de Mairinque, Fernanda dos Santos Ueda, esteve no local para analisar a cena do crime. Ela evitou especular sobre a relação do caso com facções criminosas ou confirmar a dinâmica dos acontecimentos. “Vamos realizar as investigações, mas no momento não podemos afirmar nada”.

O comandante da GCM, Elialdo Rodrigues da Paz, não foi localizado para comentar as operações da guarda relacionadas ao crime organizado. O secretário municipal de Segurança, Valdeir Dias Pereira, informou que apenas irá se manifestar sobre o caso na manhã deste sábado (10).