O inevitável momento se aproxima. Decisões deverão ser tomadas.
O psicopata está entre a cruz e a espada. Medo e desespero entram em cena.
A pressão sobre a facção petista está em seu limite máximo e seus integrantes não terão outra alternativa, a não ser a reação da qual não estão preparados.
Vislumbravam um quadro de implantação do comunismo muito mais calmo, obedecendo a regra que chamam de moderna, ou seja, através do convencimento da massa pela alienação e doutrinação simplesmente. Porém, não esperavam uma queda de mais de 90% de popularidade, revolta e reação nas ruas, embora não tenha sido significativa a ida do povo às manifestações.
Não será com alguns dias, muito alternados, que se derruba um governo corrupto, porém, ficou provada a indignação que atingiu as populações mais simples e desinformadas.
Este fator pesa forte no balanço do golpe comunista que, até 2014, achavam ir de vento em popa.
O fato é que o barco do PT, principal "partido" e líder do Foro de São Paulo, começou a virar e hoje se encontra em vias de afundar definitivamente.
O chefe da facção, Lula da Silva, chegou a declarar que se for o caso eles fundam um outro partido.
O que quis dizer com isso?
Que reconhece estarem em vias do registro do mesmo ser caçado e a eleição de Dilma ser impugnada?
Até os próprios líderes acéfalos conseguem raciocinar o suficiente e perceberem que a situação é caótica - para eles!
Mas toda implantação de regime autoritário e insano como o que querem para o Brasil, tem seu plano
"B". E este, é evidente, baseia-se na força - no confronto armado.
Nos países em que tentam eternizar essa situação, houve a preparação das Forças Armadas para que aceitassem - por força das circunstâncias - passivamente a situação.
No Brasil encontram um povo que apoia essa única Força Salvadora e nossos militares mostram seu descontentamento e preparo para o esperado confronto.
Um ponto a ser destacado é o apoio da população. Diferente dos outros países, somos mais de duzentos milhões e nossas Forças Armadas está entre as mais bem preparadas, embora defasadas por falta de investimento do próprio desgoverno que deixamos chegar aos 12 anos de poder. Mas isswo não fará muita diferença sob este aspecto. Enquanto eles contam com militantes de mentes desgovernadas que, quando saem às ruas, não imaginam porque estão gritando as palavras de ordem que repetem como papagaios. Quanto aos milhares de terroristas que importaram, cada um tem um treinamento e um modus operandi, ou seja, não agirão com a sincronia e precisão do nosso Exército - a Força que lidera as Forças.
Outro problema é que, no caso deles, cada um fala seu idioma e não conhecem tão bem nosso território que, nossos soldados mantém mapeados e atualizados.
Assim como foi um desastre tudo que fizeram até agora, o confronto também poderá sê-lo.
Essa é a razão do desespero do chefe psicopata e seus asseclas.
Nem mesmo a militância paga conseguem manter na ativa.
Estes são apenas alguns itens. Muito mais os desfavorecem nesse tal plano "B" que recebe a inicial do que poderá resultar.
Enfim, só podemos concluir que essa "novela" está em seus capítulos finais com forte tendência de final trágico, porque não era o que queríamos mas, como diz o hino do Exército:
"A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor"
____________________________________________________ Matéria da Revista VEJA - blog Felipe Moura Brasil 6/05/2015
Ricardo Pessoa delatou gráfica fantasma da campanha de Dilma Rousseff e avisou: “Não vou poupar ninguém”Ricardo Pessoa delatou a VTPB.
A gráfica fantasma de Beckembauer Rivelino, irmão do jornalista
Kennedy Alencar, foi usada para lavar propina do esquema de corrupção da
Petrobras, segundo o empreiteiro.
Ele também avisou: “Não vou poupar ninguém”.
A reportagem da IstoÉ desta semana informa:
“Uma das pistas reveladas por Pessoa atinge diretamente a campanha de Dilma e sua contabilidade.
Aos procuradores, o dono da UTC teria indicado que parte dos R$ 26,8
milhões que o PT pagou a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior teve
origem no Petrolão.
Só a campanha de Dilma injetou na VTPB quase R$ 23 milhões, dinheiro
que daria para imprimir 368 milhões de santinhos do ‘tipo cartão’,
modelo descrito nas notas fiscais anexadas à prestação de contas.
O montante é duas vezes e meia o total de eleitores habilitados no País.”
Não é maravilhoso? O PT paga o suficiente para imprimir material de
campanha para dois Brasis e meio, e quer quer que você acredite que o
objetivo era mesmo imprimi-lo.
Dilma Rousseff, Edinho Silva e Lula: preocupadíssimos
Tem mais:
“Em suas conversas com os procuradores, Pessoa afirmou que a gráfica
foi usada para que dinheiro fruto do Petrolão chegasse à campanha
petista como se fosse uma doação oficial.
Com isso, endossou a tese de investigadores da Lava Jato sobre a
possibilidade de o caixa oficial da campanha ter sido ferramenta para
lavar dinheiro de corrupção.”
Por fim:
“A suspeita sobre o uso da VTPB levou o vice-presidente do TSE, o
ministro Gilmar Mendes, a oficiar a Procuradoria Geral da República, a
Receita Federal, a Secretaria de Fazenda de São Paulo e o Conselho de
Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Em seu despacho, Gilmar alegou ‘indícios de irregularidades’ nas contas da ‘gráfica fantasma’.
A iniciativa, que agora terá o apoio do Ministério Público, servirá
para rastrear a origem do dinheiro e seu destino final, saber se a UTC
bancou diretamente os custos de impressão dos santinhos ou se o dinheiro
passou pela conta do PT, e se os serviços foram realmente prestados.
Em suas delações, Pessoa detalha a participação do ex-tesoureiro de Dilma e atual ministro Edinho Silva no esquema.”
Acrescento:
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, comentou com os
mais próximos, segundo a coluna Radar, que Dilma Rousseff estava
distante, preocupada e nada sorridente durante o almoço oferecido pelo
prefeito Eduardo Paes.
De fato, ela tem todos os motivos para estar assim.
O livro como prova já é usado na tentativa da mídia refém e vendida contestar o fato.
Eu menti sem querer querendo e sabia sem saber sabendo.
Todo mentiroso acaba esquecendo do que disse e torna-se vítima da contradição. Para o Brasil e o mundo já estava claro. Agora, apenas confirmam através do livro escrito pelo presidente Mujica. Matéria formatada por Celso Brasil
"Para Mujica, ficou claro que Lula falava do mensalão", diz autor de livro
Segundo
Andrés Danza, um dos autores da biografia 'Uma Ovelha Negra no Poder',
não restou dúvida para o ex-presidente uruguaio que Lula se referia ao
escândalo ao dizer que teve de "lidar com muitas coisas imorais"
Revista Veja - por: Leonardo Coutinho - Atualizado em
Aos poucos o bando é denunciado claramente e as máscaras não caem porque já nem existem mais.
Andrés Danza, um dos autores do livro Una Oveja Negra al Poder
(Uma Ovelha Negra no Poder), confirmou a VEJA declaração do
ex-presidente uruguaio, José Mujica, de que Lula se referia ao mensalão
quando justificou a corrupção em seu governo. Uma frase de Danza
publicada no site G1 nesta sexta-feira
deu a falsa impressão de que ele estava negando o conteúdo do livro. Na
frase em questão ("Não, Lula estava falando sobre as 'coisas imorais' e
não sobre o mensalão. O que Lula transmitiu ao Mujica foi que é dificil
governar o Brasil sem conviver com chantagens e 'coisas imorais"),
Danza apenas esclareceu que Lula não tinha usado especificamente a
palavra "mensalão", embora tenha ficado claro para Mujica que era
exatamente a esse escândalo que o brasileiro se referia. Ao relatar a
conversa aos jornalistas que escreveram o livro, Mujica associou
imediatamente a confissão ao escândalo que levou à prisão algumas das
principais lideranças do PT e do governo Lula, como José Dirceu, José
Genoino e João Paulo Cunha. A seguir, a entrevista de Danza a VEJA: O jornal O Globo publicou uma reportagem sobre seu
livro, que causou muita repercussão porque revelou o conteúdo de uma
conversa entre o ex-presidente José Mujica e o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva. Nele está a revelação de que Lula sabia o que se
passou...
No mensalão. Sim. Quais são os detalhes dessa conversa?
Foi uma conversa que Mujica teve com Lula antes de assumir a
presidência do Uruguai, em 2010. Mujica viajou ao Brasil com o
vice-presidente Danilo Astori. A conversa foi em Brasília. Mujica conta
que Lula lhe disse que como presidente teve de lidar com questões
imorais e chantagens, e que essa é a forma de governar o Brasil. Lula
não usou especificamente a expressão "mensalão". Ele disse que a
corrupção é alta no Brasil e que um presidente tem de lidar com questões
imorais e chantagens. Embora a confissão que Lula fez sobre corrupção
tenha sido genérica, para Mujica ficou claro que ele estava se referindo
especificamente ao mensalão. Mujica disse a Lula que isso é algo típico
de muitos países. Como Mujica avaliou a afirmação de Lula de que não há como governar sem corrupção?
Mujica se preocupa com a corrupção. Vive de forma humilde e a
combate. Ele não a defende. Mas ele defende Lula, com quem tem uma
relação muito próxima. Ele considera que Lula não é corrupto e o vê como
padrinho. Ele entende que Lula teve de conviver com a corrupção. Mujica ficou incomodado com a repercussão dessa revelação?
Não falei com ele ainda. Mas é um trabalho jornalístico. Nós temos
tudo mais que confirmado e por isso publicamos. Mujica participou do
lançamento do livro em Buenos Aires, na semana passada. Faz muito tempo
que nos conhecemos e há entre nós respeito profissional. Ele nunca
exigiu que algo que disse fosse ou não publicado.
Em livro, Mujica diz que Lula se referiu ao mensalão como "única forma de governar o Brasil'
O ex-presidente uruguaio relatou ainda que fazer política em Brasília sem se envolver com corrupção é praticamente impossível
- Atualizado em
José Mujica e Lula
O
ex-presidente uruguaio José Mujica revela em livro sobre sua passagem
pela presidência que o ex-presidente Lula confessou o crime do mensalão
para ele. A obra Una Oveja Negra al Poder (Uma ovelha negra no
poder, em tradução livre), escrita pelos jornalistas Andrés Danza e
Ernesto Tulbovitz com depoimentos de Mujica, relata que, em 2010, ao
conversarem sobre o escândalo do mensalão, que consistia em compra de
apoio político no Congresso, o petista teria dito ao presidente uruguaio
que aquela era "a única forma de governar o Brasil".
"Lula não é um corrupto como [Fernando] Collor de Mello e outros ex-presidentes brasileiros", disse Mujica no livro, "mas viveu esse episódio [do mensalão]
com angústia e um pouco de culpa". Ainda segundo o relato, o assunto
mensalão veio à tona durante uma reunião feita em Brasília nos primeiros
meses de 2010, e Lula teria dito textualmente: "Neste mundo tive que
lidar com muitas coisas imorais, chantagens". E logo em seguida
completou: "Essa era a única forma de governar o Brasil". Mujica afirma
que o ex-vice-presidente uruguaio Danilo Astori também estava na sala e
ouviu a declaração do petista.
Nesta semana, em entrevista ao El País sobre o lançamento do
livro, Mujica classificou de "inexplicáveis" os escândalos de corrupção
que ocorrem no Brasil. Ao jornal espanhol, o ex-presidente uruguaio
afirmou que qualquer envolvimento de dinheiro na política abre o
precedente para a ação de corruptores. "A esquerda morre quando a cobiça
de se fazer dinheiro entra na política. Por que a corrupção prolifera
tanto? Parece sensato que pessoas de 60, 70 anos se emporcalhem com uns
pesos imundos? Eles sabem que têm pouca vida pela frente. O tema de ter
dinheiro para ser alguém pode ser uma ferramenta de progresso no mundo
do comércio, onde se correm riscos empresariais, mas estamos fritos
quando se mete na política. Isso aconteceu na Itália, em parte da
Espanha. É inexplicável o que se passa no Brasil", declarou.
Na obra, ainda sem data de lançamento no Brasil, Mujica fala sobre os
cinco anos em que esteve no governo e discorre sobre temas relevantes
para a política latino-americana. Para ele, fazer política no Brasil sem
se envolver com corrupção é praticamente impossível. "A democracia
moderna é muito cara. O Brasil é muito grande, tem Estados que são como
países. Existem partidos locais, e a legenda que ganha o governo
nacional precisa negociar com eles. Aí acontece de tudo", disse. Argentina - O uruguaio também recordou que o
vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, enfrenta uma série de
processos na Justiça. Na terça-feira, Mujica participou de um evento no
país e disse já ter visto a presidente Cristina Kirchner "enraivecida
como uma aranha má, como se estivesse ofendida ou ressentida". Em
seguida, saiu em defesa da mandatária, com quem teve divergências
durante o período em que ocupou a presidência uruguaia. "Depois,
naturalmente, ela sempre defendeu os interesses que considera
pertencentes à nação argentina. A meu ver, ela o fez em algumas vezes de
forma acertada e, em outras, equivocadamente", afirmou.
Como no Uruguai não existe reeleição, Mujica não concorreu à Presidência no ano passado e deu lugar a Tabaré Vásquez,
do seu partido de esquerda Frente Ampla. Mujica foi eleito para o
Senado pelo Frente Ampla e, aos 80 anos, disse não ter perspectiva de
retornar ao Executivo. "Sigo como uma referência, mas não sei como vou
estar daqui cinco anos. Tenho 80, pensar nos 85 é muito corajoso, não?",
brincou.
Caiado quer ouvir Mujica no Senado sobre confissão de Lula
- Atualizado em
Lula cumprimenta o presidente do Uruguai, José Mujica, durante encontro no Itamaraty, em 2010 (Jose Cruz / ABr/VEJA)
O
líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO) quer que o ex-presidente
uruguaio José Mujica compareça à Comissão de Relações Exteriores do
Senado para explicar a confissão
feita a ele pelo ex-presidente Lula sobre o mensalão. Em livro que
narra sua passagem pela Presidência, recém-lançado, Mujica conta que
Lula lidava com o episódio com "um pouco de culpa". O uruguaio relata o
que ouviu do petista em um encontro cinco anos atrás: "Neste mundo tive
que lidar com muitas coisas imorais, chantagens". Em seguida, Lula
prosseguiu: "Era a única forma de governar o Brasil". O requerimento que
será apresentado por Caiado também vale para Danilo Astori, que foi
vice de Mujica e estava na sala quando Lula fez a confissão. (Gabriel Castro, de Brasília)
Participantes do Ciência sem Fronteiras terão como sobreviver?
Enviar pão com mortadela ou coxinha aos estudantes enganados? Não importa! Eles não poderão passar fome por terem acreditado no desgoverno.
O dinheiro desviado para bem longe da "Pátria Educadora", foi financiar regimes ditatoriais e rechear contas nos paraísos fiscais.
Enquanto isso o Brasil vira, mais uma vez, piada no exterior, enquanto os corruptos estão soltos e o povo preso em dívidas para morar, comer, estudar...
A facção criminosa que tomou o "puder" continua festejando, apesar dos 101% de rejeição que atingiu até as comunidades mais apolíticas e despolitizadas.
Este é o Brasil 2015 que jamais poderá chegar a 2016 com o mesmo quadro caótico em que se encontra.
As ruas tornam-se a única solução, com mensagens de protesto realmente condizentes com o momento atual.
Lideranças se preparam para o contra golpe, na derradeira tentativa de derrotar o comunismo que
toma a Nação que sempre se pautou nos bons princípios com uma boa dose de trabalho e realizações que nos levaram a ocupar os melhores lugares nos rankings e agora começa a perdê-los.
O Foro de São Paulo - maior facção criminosa dos 500 anos de Brasil - liderado pelo PT, começa a ser pautado nas manifestações com maior veemência. O movimento tende a se agigantar e, se assim acontecer, será o fim dos desvios éticos e morais que provocam o caos atual.
Vamos para as ruas mas, desta vez, com o grito certo que causará adesão e não a rejeição que estratégias erradas, geradas propositalmente e bem planejadas pelos infiltrados, causaram.
A correção de rumos ainda pode salvar o País da invasão comunista bolivariana que deve ser extinta, definitivamente, de toda a América Latina.
A matéria abaixo tem como fonte: Globo.com
Participantes do Ciência sem Fronteiras reclamam de entidade que indicou usar o ‘jeitinho brasileiro’. A sugestão foi dada para que estudantes possam se manter nos Estados Unidos caso ocorra atraso em repasses
RIO E BRASÍLIA - Um inusitado produto de exportação chegou aos Estados Unidos e está gerando revolta: é o famoso “jeitinho brasileiro”. Estudantes do Ciência sem Fronteiras foram aconselhados a usarem as distintas habilidades nacionais para se manterem durante um período em que não receberão auxílio financeiro.
A curiosa sugestão veio em um e-mail do Institute of International Education (IIE), entidade parceira da Capes que coordena as finanças dos alunos nos EUA. Na correspondência, o instituto indica o “Brazilian method of creative problem solving” (método brasileiro de resolver o problema criativamente) para suprir demandas de comida e alojamento em caso de atraso nos repasses.
A bomba da semana pode dar início a uma fase que, no momento, não estava programada.
O presidente meliante
por Celso Brasil
O envolvimento direto de Lula na série de revelações que foram desencadeadas em Curitiba - palco da justiça que o povo sempre esperou - pode mudar totalmente a "programação revolucionária" do Foro de São Paulo - liderado pelo PT ou, mais precisamente, pelo chefe de todas as ações que levaram o Brasil ao calamitoso estado em que se encontra.
Hoje não mais nos orgulhamos do Itamaraty - que sempre foi referência na diplomacia mundial - nem da Petrobras - que já alcançou um status sonhado por inúmeras empresas privadas e estatais do planeta.
Seguido e aplaudido por poucos insanos e já odiado pelas centenas de milhões de brasileiros.
Não é segredo nenhum a atuação vergonhosa deste indivíduo que manipulou a fé do povo que, com o País em pleno desenvolvimento, acreditou que tudo poderia melhorar ainda mais, num momento em que o Brasil alcançava as primeiras posições no cenário mundial. O gigante que preocupava as maiores nações da terra, pela sua pujança, riqueza e povo criativo e trabalhador, hoje provoca vergonha na população que, nos momentos mais difíceis de aceitação, confessa não se orgulhar mais, a ponto de ter provocado uma torcida contra a própria seleção no mundial de 2014, quando a única manifestação era de desprezo e decepção por aqueles que, de forma fraudulenta, garantiu a presidência para mais quatro anos.
Mas a matéria publicada pela Revista ÉPOCA desta semana (matéria completa abaixo), traz à tona aquilo que todos já sabem, porém, formal e comprovada - Lula é o chefe de Estado tirano, que não deixou o poder e continua promovendo o apodrecimento das estruturas do Estado, aviltando a democracia e levando a Nação para um buraco cada vez mais profundo.
Ainda assim, como que tomado pelo espírito malévolo que embriaga os despreparados que recebem o poder, ergue-se em bravatas incitando o caos, a luta armada, tentando garantir, ou preservar, a destruição da economia, da família e de todos os princípios éticos e morais de toda a sociedade.
Envergonhando o Brasil no cenário mundial, o chefe chega às portas da justiça cega que poderá desencadear, até mesmo, uma sangrenta batalha.
Chegamos ao ponto em que não há outra solução.
Ou este verdadeiro meliante aceita as regras democráticas que o levará fatalmente para a prisão, por tantos descalabros cometidos ou, como todo comunista, reagirá espalhando a violência que obrigará a reação das Forças Armadas e auxiliares.
O apoio da população, nosso exército do bem já conta.
O que será dos vermes que nos ameaçam e corroem nosso futuro?
Os dias que virão serão determinantes e, certamente, o roteiro será totalmente modificado, em nome da preservação do poder que jamais lhes pertenceu.
O Ministério Público Federal abre uma
investigação contra o petista – ele é suspeito de ajudar a Odebrecht em
contratos bilionários
THIAGO BRONZATTO E FILIPE COUTINHO
30/04/2015 - 22h46 - Atualizado 01/05/2015 01h07
>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta semana
Quando entregou a faixa presidencial a sua pupila, Dilma Rousseff, em janeiro de 2011, o petista Luiz Inácio Lula da Silva deixou o Palácio do Planalto, mas não o poder. Saiu de Brasília com um capital político imenso, incomparável na história recente do Brasil. Manteve-se influente no PT, no governo e junto aos líderes da América Latina e da África – líderes, muitos deles tiranetes, que conhecera e seduzira em seus oito anos como presidente, a fim de, sobretudo, mover a caneta de seus respectivos governos em favor das empresas brasileiras. Mais especificamente, em favor das grandes empreiteiras do país, contratadas por esses mesmos governos estrangeiros para tocar obras bilionárias com dinheiro, na verdade, do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, presidido até hoje pelo executivo Luciano Coutinho, apadrinhado de Lula. Como outros ex-presidentes, Lula abriu um instituto
com seu nome. Passou a fazer por fora (como ex-presidente) o que fazia
por dentro (como presidente). Decidiu continuar usando sua preciosa influência. Usou o prestígio político para, em cada negócio, mobilizar líderes de dois países em favor do cliente, beneficiado em seguida com contratos governamentais lucrativos. Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se o lobista em chefe do Brasil.
Nos últimos quatro anos, Lula viajou constantemente para cuidar de seus negócios. Os destinos foram basicamente os mesmos – de Cuba a Gana, passando por Angola e República Dominicana. A maioria das andanças de Lula foi bancada pela construtora Odebrecht, a campeã, de longe, de negócios bilionários com governos latino-americanos e africanos embalada por financiamentos do BNDES. No total, o banco financiou ao menos US$ 4,1 bilhões em projetos da Odebrecht em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba durante os governos de Lula e Dilma. Segundo documentos obtidos por ÉPOCA, o
BNDES fechou o financiamento de ao menos US$ 1,6 bilhão com destino
final à Odebrecht após Lula, já como ex-presidente, se encontrar com os
presidentes de Gana e da República Dominicana – sempre bancado pela
empreiteira. Há obras como modernização de aeroporto e portos, rodovias e
aquedutos, todas tocadas com os empréstimos de baixo custo do BNDES em
países alinhados com Lula e o PT. A Odebrecht foi a construtora que mais
se beneficiou com o dinheiro barato do banco estatal. Só no ano
passado, segundo estudo do Senado, a empresa recebeu US$ 848 milhões em operações de crédito para tocar empreendimentos no exterior
– 42% do total financiado pelo BNDES. Há anos o banco presidido por
Luciano Coutinho resiste a revelar os exatos termos desses
financiamentos com dinheiro público, apesar de exigências do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União e do Congresso. São o segredo mais bem guardado da era petista.
Moralmente, as atividades de Lula como ex-presidente são, no mínimo, questionáveis. Mas
há, à luz das leis brasileiras, indícios de crime? Segundo o Ministério
Público Federal, sim. ÉPOCA obteve, com exclusividade, documentos que
revelam: o núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da
República em Brasília abriu, há uma semana, investigação contra Lula por
tráfico de influência internacional e no Brasil. O ex-presidente é formalmente suspeito de usar sua influência para facilitar negócios da Odebrecht com representantes de governos estrangeiros onde a empresa toca obras com dinheiro do BNDES. Eis o resumo do processo: “TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES. Supostas
vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira
Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva,
entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados
por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República
Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou
indiretamente, pelo BNDES”.
Os procuradores enquadram a relação de Lula com a Odebrecht, o BNDES e os chefes de Estado, a princípio, em dois artigos do Código Penal. O
primeiro, 337-C, diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si
ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir
em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de
suas funções, relacionado a transação comercial internacional”. O nome do crime: tráfico de influência em transação comercial internacional. O
segundo crime, afirmam os procuradores, refere-se à suspeita de tráfico
de influência junto ao BNDES. “Considerando que as mencionadas obras
são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES,
caso se comprove que o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da
Silva também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do
mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o
tipo penal do artigo 332 do Código Penal (tráfico de influência)”, diz o
documento.
A investigação do MPF pode envolver pedidos de documentos aos órgãos e governos envolvidos, assim como medidas de quebras de sigilos. Nas últimas semanas, ÉPOCA obteve documentos oficiais, no Brasil e no exterior, e entrevistou burocratas estrangeiros para mapear a relação
entre as viagens internacionais do ex-presidente e de integrantes do
Instituto Lula com o fluxo de caixa do BNDES em favor de obras da
Odebrecht nos países visitados. A papelada e os depoimentos revelam contratos de obras suspeitas de superfaturamento bancadas pelo banco estatal brasileiro,
pressões de embaixadores brasileiros para que o BNDES liberasse
empréstimos – e, finalmente, uma sincronia entre as peregrinações de
Lula e a formalização de liberações de empréstimos bilionários do banco
estatal em favor do conglomerado baiano.
A Odebrecht tem receita anual de cerca R$ 100 bilhões. É uma das principais empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, que desmontou um esquema de pagamento de propinas na Petrobras.
Segundo delatores, a construtora tinha um método sofisticado de
pagamento de propinas, incluindo remessas ao exterior trianguladas com
empresas sediadas no Panamá. A empreiteira, que foi citada pelo doleiro Alberto Youssef e por ex-funcionários do alto escalão da Petrobras, nega as acusações. Saiba mais sobre a investigação do Ministério Público
Federal em ÉPOCA desta semana. A reportagem detalha os casos dos
documentos e imagens abaixo:
Nossos pássaros de fogo vão sentar a pua? A cobra vai fumar? A onça vai beber água? Da série: Crônicas de um cidadão comum por Celso Brasil
Esgotando as possibilidades de manutenção no poder, o PT deverá agir de acordo com a cartilha comunista que segue na íntegra há anos. Trata-se do decálogo de Lênin somado aos princípios de Gramsci.
Vaccari pode sim, acelerar um processo que o Foro de São Paulo um dia aventou a hipótese de que nem seria necessário e depois programou somente para daqui a alguns meses.
O Brasil assistiu um fato incontestável - a importação de guerrilheiros de vários países onde o regime totalitarista impera. Ou pelo menos tenta manter a ditadura escravista.
Trata-se de um cuidado tomado por todos que tentam tomar o poder seguindo a cartilha do comunismo moderno.
É verdade! O regime comprovadamente falido, por utilizar métodos e processos "administrativos" totalmente inviáveis, antigo inimigo do progresso e que sempre andou de mãos dadas com a miséria e a morte em massa, ganhou cara nova há alguns anos.
O cirurgião plástico é Antonio Gramsci que, com seu revolucionário método, evita mortes, combates e genocídio até o final da implantação. Usa a conhecida técnica de enganar a população depois de idiotizar boa parte dela.
A cirurgia gramscista mudou a cara do comunismo, porém, todos os órgãos deste corpo assassino continua apodrecido. Tão fétido quanto a mente daqueles que o tentam manter ativo.
Eu digo que evita o genocídio e confrontos até o final da implantação porque, depois dela começa o vale tudo. Tudo é permitido, inclusive propor as mais absurdas soluções para a manutenção do poder adquirido. Ou tomado. Ou invadido... Não importa! O fato é que estão no poder e pronto! Agora basta mantê-lo, não importando os meios. O fim sempre justificará os meios.
Parece até que o fim deve ser da população, pois tiram-lhe o direito de comer, morar, trabalhar, manter a família unida... Mas isso é um problema da população, enfim.
Não afeta em absolutamente nada o coração, a alma dos poderosos déspotas.
O importante é não afetar suas fortunas, adquiridas com muito esforço em desviar, montar esquemas escabrosos etc.
Ah!... Não pode afetar a segurança também. Eles precisam estar seguros de que as desprezíveis leis não abortem o processo de poder.
Mas, de repente, virou Brasil. Como sempre, as coisas não andaram conforme o planejado. Porque colocaram, em suas equipes de coleta de bilhões, alguns elementos não tão confiáveis, fraquinhos demais na hora do aperto. O que mostra que, apesar da ousadia que lhes permitiu continuar desviando para patrocinar o tal regime que batizaram de socialismo bolivariano, eles ainda temem a força da lei. A mesma lei que, com muito esforço, o executivo tenta burlar e tornar inócua através do aparelhamento das instituições que deveriam defendê-la. Ou seja, com a nomeação de ministros e juízes que ditam suas próprias normas, mantendo impunes aqueles que cometem crimes, na verdade, hediondos.
Estes recursos utilizados pelos ditadores do poder, estão se enfraquecendo, graças aos pouquíssimos que não se vergaram à corrupção.
Este fenômeno, que não estava previsto, começa a ameaçar os mais poderosos - da base da pirâmide até o seu topo - o executivo.
Mensalão, petrolão e outros que estão por vir, são nomes dos fantasmas que tiram o sono dos criminosos.
Dom molusco, o fundador e verdadeiro ditador de tudo que se decide no Foro de São Paulo, acaba por perder o controle ou se perder em suas alucinações imbecis e ameaça colocar em ação as milícias nas quais investiram tanto para treinar e armar, confirmando o que o seu "ministro da guerra miliciana", Stedile - outro mentecapto - já havia afirmado. Dizendo que se ameaçarem o poder, agora assumido publicamente como comunismo bolivariano, eles vão às ruas.
Entenda a tradução desse ir às ruas. Significa juntarem numa só nomenclatura - MST - todos os treinados terroristas - nacionais e importados - para agredirem a inocente população civil, que nunca, em nenhum momento, pediu mudança de regime ou reforma política - o que permite, caso seja conseguido, uma alteração profunda e inversão de tudo o que reza nossa Carta Magna.
Aí, então, estará consolidado o regime que implantam há mais de vinte anos, a olhos vistos mas nunca contestado pelos corruptos que usam o pseudônimo de deputados, senadores, juízes, prefeitos, vereadores, religiosos etc etc etc. São meliantes, criminosos, safados... Porcos que cobrem de lama a verdadeira democracia.
Em meio a todo esse imbróglio, mais uma surpresa não programada - até os nordestinos, tradicional curral político dos enganadores, juntaram-se ao restante dos mais de 200 milhões de brasileiros, num alerta e pedido de afastamento da principal legenda do Foro de São Paulo e, num grito uníssono: Fora Dilma - Fora PT - Queremos o Lula investigado e preso - Queremos as Forças Armadas e mais dezenas de outros, versando sobre inúmeros motes.
Para aumentar a nuvem de desgraça que cobre a maior facção criminosa do planeta, foi preso o segundo homem do dinheiro, ou seja, mais um tesoureiro do bando. E não será necessário o uso da tortura para fazê-lo contar tudo ou confirmar tudo que já se sabe e envolver, incontestavelmente, o topo dessa podre pirâmide.
Conclusão:
Só resta aos meliantes alfa, ordenarem que se comece a bagunça. Ou o quebra-quebra. Ou ainda - a matança de inocentes, através de invasões de propriedade privada em maior número do que já fazem há anos e impunemente. Bem como a intensificação de delitos e confrontos urbanos sangrentos.
Para quem entende disso, trata-se do estopim de uma guerra civil.
Mas como afirmam os analistas e observadores estudiosos, faltou-lhes tempo para desmilitarizar a polícia e destruir as bases das Forças Armadas.
Humilharam e combateram os bravos soldados da Força maior e das auxiliares, com a ajuda da imprensa cooptada e refém, com seus pseudo jornalistas que envergonham a classe.
Pois é! Esses militares ainda estão de pé e muito mais bravos com essa corja! Organizados, analisam à portas bem fechadas, o quadro atual, para não errarem nas ações, quando estas se fizerem necessárias.
Desculpem! Acho que falei demais, não?
Enfim, depois de tanta embromação, para que reflitam, deixo aqui minha pergunta, embora eu já saiba a resposta:
Será que está muito próxima a hora dos nossos pássaros de fogo sentarem a pua, da cobra fumar, da onça beber água e dos bravos gritarem - SELVAAA!???
Os pássaros, a cobra, a onça, os bravos e até a selva, sabem a resposta.
Até a próxima.
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Matéria Veja
Vaccari, o homem dos presidentes
A
prisão do tesoureiro do PT mostra que o partido atuava no governo como
uma organização criminosa e envolve a campanha da presidente Dilma
Rousseff no escândalo da Petrobras
Por: Daniel Pereira e Robson Bonin
A
"IGREJA" CAIU - Com a ajuda de Vaccari, o PT arrecadou pelo menos meio
bilhão de reais em propina apenas na estatal. Homem de confiança de
Lula, ele pagou despesas eleitorais de Dilma com o dinheiro sujo(Cristiano Mariz, Daniel Scelza/Ag. O Globo, Roberto Jayme/Estadão Conteúdo/VEJA)
No
começo deste mês, a presidente Dilma Rousseff fez uma pausa em sua
agenda de trabalho para discutir o rumo das investigações do petrolão, o
maior esquema de corrupção da história do país. Numa conversa
reservada, ela se mostrou impressionada com os depoimentos prestados por
Pedro Barusco, o ex-gerente da Petrobras que acusou o PT de embolsar
até 200 milhões de dólares em propinas arrecadadas de fornecedores da
companhia. Sobre a forma, a presidente disse que Barusco era detalhista e
organizado. Sobre o conteúdo, foi taxativa: "Ele entregou o Vaccari",
declarou, referindo-se ao tesoureiro petista, João Vaccari Neto. Para a
surpresa do interlocutor, a presidente não demonstrou apreensão. Depois
de afirmar que o tesoureiro não tinha relações políticas com ela, Dilma
insinuou que, se alguém deveria estar preocupado, esse alguém era o
ex-presidente Lula. Naquela mesma semana, em um encontro em São Paulo, o
antecessor também se fez de desentendido. A um petista graduado, Lula,
mais uma vez, representou seu papel predileto, o do Capitão Renault, que
no clássico Casablanca embolsa um envelope com seus ganhos na noite,
enquanto finge surpresa com a descoberta do cassino em funcionamento no
Ricks Cafe. Disse Lula Renault: "Eu quero saber se tem rolo nessas
transações".
Desde 2003, quando o PT assumiu o poder, Lula nunca mais soube de
nada. No caso do petrolão, não é diferente. Desde a eleição passada,
quando se trata do esquema de corrupção, Dilma lava as mãos e posa como
saneadora da Petrobras. Os dois querem se afastar de Vaccari, mas as
informações colhidas pelas autoridades mostram que o "mochila" - ou
Moch, como o tesoureiro era chamado - é um operador a serviço dos dois
presidentes. Um operador que agora está preso e, na condição de
investigado e encarcerado, tende a aumentar o desgaste da imagem do
governo, do PT e de seus dois principais líderes. No fim do ano passado,
o detalhista Barusco declarou às autoridades que agiu em parceria com
Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, a fim de levantar
dinheiro sujo para os cofres petistas. Vaccari nunca explicou por que se
reunia tanto com Barusco e Duque, e sempre insistiu na tese de que as
empreiteiras fizeram doações ao partido dentro da lei. Se no mensalão
tudo não passara de "caixa dois", como alegara Delúbio Soares, o
primeiro tesoureiro do PT preso, no petrolão tudo agora seria "caixa
um", ou financiamento legal, na novilíngua de Vaccari, o segundo
tesoureiro do PT preso num prazo de um ano e meio.
Essa versão já havia sido desmentida por empresários. Eles
confirmaram que pagaram propina e que o tesoureiro usou a Justiça
Eleitoral para esconder o crime. A novidade é que Vaccari, segundo as
autoridades, também praticou o bom e velho "caixa dois", que teria
custeado uma despesa da primeira campanha presidencial de Dilma
Rousseff. Ao determinar a prisão dele, o juiz Sérgio Moro relatou
informações prestadas por Augusto Mendonça, executivo da Setal. Um dos
delatores do petrolão, Mendonça disse que, em 2010, Vaccari determinou a
ele que repassasse 2,5 milhões de reais à Editora Atitude, controlada
por sindicados ligados à CUT e ao PT. O dinheiro, de acordo com o
delator, foi descontado da propina que a empreiteira devia ao partido
como contrapartida por contratos na Petrobras. Os pagamentos começaram a
ser realizados em junho daquele ano. Três meses depois de a Setal
começar a desembolsar a propina, na véspera da eleição, a gráfica
imprimiu 360 000 exemplares da Revista do Brasil, edição que trazia na
capa a pré-candidata Dilma Rousseff e o título "A vez de Dilma".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puniu a gráfica por propaganda
eleitoral irregular a favor da petista. Depois de eleita, Dilma nomeou o
ex-vice presidente da CUT José Lopez Feijóo, um dos comandantes da
Editora Atitude, para um cargo de destaque na Secretaria-Geral da
Presidência, onde ele despacha até hoje. Disse o juiz Moro: "Observo
que, para esses pagamentos à Editora Atitude, não há como se cogitar, em
princípio, de falta de dolo dos envolvidos, pois não se trata de
doações eleitorais registradas, mas de pagamentos efetuados, com
simulação, total ou parcial, de serviços prestados por terceiros, a
pedido de João Vaccari". Como estratégia de defesa, Dilma tenta erguer
uma espécie de cordão sanitário entra ela e o tesoureiro do PT. A
suspeita de caixa dois põe em xeque a solidez dessa barreira, que também
está ameaçada por outros dados de conhecimento das autoridades. Após a
descoberta do mensalão, o PT adotou um novo modelo de arrecadação e
instituiu dois tesoureiros - um para o partido, outro para o candidato a
presidente. Dilma alega que Vaccari atuava apenas para o partido. Não é
bem assim. Revista Veja
Oligarquia Criminosa da América Latina e Caribe O terrorismo radical no epicentro do regime imposto.
por Katia Anjos
Vamos abordar os maiores objetivos entre eles os mal e bem sucedidos atentados , vamos pontuar alguns dos muitos meios arquitetados por esta máfia contra nossa BRASILIDADE, IDENTIDADE e mais recentemente CRISTANDADE e outras religiões afins ou não.
Começando por um governo inexpressivo e desqualificado, onde o NOSSO PAÍS , andou forte por sua próprias qualidades, povo diligente e gente trabalhadora, mas sem gerência. Luís Inácio Lula da Silva, galgou sem nenhum mérito a frase: "Este é o cara..." de Barak Obama, onde deu-se por iniciada a "ERA ALTRUÍSTA" (expropriadora de cada um dos brasileiros e de nossa soberania), com "EMPRÉSTIMOS", "FINANCIAMENTOS SECRETOS", "PERDÃO DE DÍVIDAS", "CORRUPÇÃO", sem considerar que o mundo globalizado, não avisa o momento em que chegarão marolas ou tsunamis.
Em dado momento, vendo que começava a evidenciar que as coisas não estavam bem, mais uma vez o recurso da MAQUIAGEM, se fez presente na "política" dissimulada e irreal, com associações prévias com o BÉLICO NARCO TRAFICANTES, PNDH3 (que nada mais é que a implementação metódica e direciona para a implantação do COMUNISMO), desconstrução da imagem dos MILITARES FEDERAIS, com a malfadada COMISSÃO DA VERDADE, que simplesmente manipulou e ao menos tentou reescrever a história aos moldes de 1984 de George Orwell (1956 - https://www.youtube.com/watch?v=c4wuwEIQafg ), só não contavam com a memória dos que aqui estão, remanescendo deste mesmo período e que sobreviveram, com muita HONRA E SAUDADE.
Portanto lançaram mão de criar a cisão entre a população: POBRES x RICOS, HOMOSSEXUAIS x HETEROSSEXUAIS, EVANGÉLICOS x CATÓLICOS, EMPREGADO x PATRÃO, POVO CIVIL x POVO MILITAR, HOMENS x MULHERES, FILHOS x PAIS, ESPÍRITAS x DOGMÁTICOS, BRANCOS x NEGROS, etc. No entanto, mesmo usando destes métodos de causar cisão familiar e institucional da FAMÍLIA BRASILEIRA, não se deram conta que em todo NÚCLEO SAGRADO
Mesmo não sendo muito inteligentes, visto que com três décadas quase de MARXISMO CULTURAL, DIÁLOGO INTERAMERICANO, e com as instituições governamentais em mãos somados ao FORO DE SÃO PAULO e O PACTO DE PRINCETON (http://bunkerdacultura.blogspot.com.br/2015/01/o-pacto-de-princeton.html), associações cada vez mais escusas e altamente perigosas se fizeram necessárias, nada antes, conseguira ser o ESTOPIM da
Iniciou-se a IMPORTAÇÃO de PSEUDOS REFUGIADOS, homens, fortes, sem nenhum sinal de fragilidade emocional e de saúde, em idade militar, sem família e vindos dos mais impensados locais do mundo, onde supostamente deixaram suas terras mulheres e filhos e em reconstrução pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, ou ainda pelas FORÇAS DE PAZ DA ONU, vieram para NOSSA TERRA DE SANTA CRUZ, e já portam Carteira de Trabalho E TRABALHO (quando tantos brasileiros PERDERAM EMPREGOS), bolsa família (quando TANTOS BRASILEIROS MORREM NA SECA OU AFOGADOS), e o título de eleitor... GOZAM DO MESMO DIREITO privativo a BRASILEIRO.
As evidencias circunstanciais do envolvimento do CONGRESSO NACIONAL, que fez vistas grossas a tudo isto acima citado, sem esquecer dos ACRÉSCIMOS EM VENCIMENTOS de todos estes, do EXECUTIVO e do JUDICIÁRIO, mais uma vez e novamente gritando ao NOSSO POVO A NOSSA GENTE, estamos unidos para destruir a CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA a IDENTIDADE BRASILEIRA e a RELIGIOSIDADE BRASILEIRA.
Estamos todos sendo TORTURADOS, nosso CALVÁRIO encontra-se na VIA CRUCIS, entramos agora a caminho do GÓLGOTA BRASILEIRO???
No advento JIHAD (GUERRA "SANTA" ISLÂMICA), matam sumariamente MARONITAS (Igreja particular sui juris católica, do rito oriental, em plena comunhão com a Sé Apostólica, ou seja, reconhece a autoridade do Papa, o Sumo Pontífice da Igreja Católica. Sua origem remonta à comunidade fundada por Maron, um monge siríaco-arameu do século IV venerado como santo. O primeiro patriarca maronita, São João Marun, foi eleito no final do século VII.), alguns são TORTURADOS até a morte, outros DECAPTADOS, ENFORCADOS e CRUCIFICADOS... E mesmo face a face com a morte, pois não há alternativa depuseram seus espíritos cansados aos PÉS DO ETERNO sem nenhum sinal de EMPATIA e ou PIEDADE de seus detratores.
Estes mesmos detratores, estão no BRASIL, em "DIÁLOGO" com a ocupante da presidência Dilma Vana Roussef http://eutenhofe.org.br/?option=com_content&view=article&id=25&Itemid=28 ), trazidos pelas mãos da CUMPLICIDADE DE ACESSO, por Luis Inácio Lula da Silva (http://olhonajihad.blogspot.com.br/2010/11/documentos-do-wikileaks-mostram.html)
(http://www.gabrieloliveira7.blogspot.com.br/2015/04/a-censura-aos-cristaos-do-brasil.html)
(http://www.lebanonfiles.com/news/816546)
JIHAD (http://verdadedoisla.blogspot.com.br/2012/11/intolerancia-religiosa-e-crime-onde.html)
(http://infielatento.blogspot.com.br/2014/08/propaganda-islamica-no-metro-de-SP.html)
JIHAD, HEZZBOLLAH E HAMAS, A ÚLTIMA CARTADA PARA CRIAR O ESTOPIM E A EXPLOSÃO CIVIL NA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, ARQUITETADA E LEVADA A CABO PELO FORO DE SÃO PAULO, E DAR PONTO FINAL A MINHA, A SUA E A NOSSA:
"BRASILIDADE, IDENTIDADE E RELIGIOSIDADE BRASILEIRAS, NÃO DEVEM TOLERAR O JIHAD, O HEZZBOLLAR E O HAMAS E PRA ISTO TEREMOS QUE PRIMAR PELA RECIPROCIDADE FRANCA" #NÃOVAMOSNOSDISPERSAR #POVOCIVILEPOVOMILITARPELOBRASIL #INTERVENÇÃOCÍVICOMILITARJÁ #SOMOSTODOSINTERVENTORES
DESTA INSTITUIÇÃO DIVINA, tem ao menos um indivíduo com tais características sejam elas RACIAIS, SEXUALIDADE, RELIGIOSIDADE entre tantas outras, esbororaram-se tais tentativa.
revolução social comunista. Entraram no perigoso campo das GUERRAS e seus protagonistas.
Chega Dona Dillma. Já basta de ideologias bolivarianas e de negocios ilícitos e malfeitos da sua súcia.
Militares não suportam mais as investidas comunistas e aguardam o povo nas ruas apenas para legitimar a ação.
O texto abaixo é de autoria do Cel. Maciel, R1 da Força Aérea Brasileira, e traduz a indignação do povo brasileiro pelos mal feitos da ditadura disfarçada dos petralhas que continua no poder por conta da paciência e da aposta na “democracia” feita por uma parcela de eleitores que não traduziu o pensamento da maioria dos brasileiros.
Muito cuidado dona Dilma: — Formiga que quer se perder cria asa. Corte enquanto pode as perigosas
asas dessa tal Comissão da Verdade com todas suas mentiras! Não sei o tamanho da vara da senhora; mas é muito, muito perigoso mexer leão com vara curta. Mostre sua brabeza com os fracos! — Brabeza com
os fortes é muito perigoso.
É muito fácil, muito fácil mesmo, minha querida presidente, colocar a culpa de tudo que acontece de
errado neste hoje tão errado Brasil , nos militares. — Nos “ditadores!”. — Nos “gorilas de 64” ! – Mas veja bem:
— Há mais de vinte anos estamos recolhidos nos quartéis, comendo o pão que o diabo amassou; de pires nas mãos! Fazendo das tripas coração! — Lembre-se que a senhora é a nossa Comandante-em-Chefe! — Chega de torturas! Chega de
perseguições! – Hoje já perdemos quase tudo! Quase, pois ainda nos resta um pouco de coragem, de honra, de dignidade, de vergonha na cara!
Não somos assassinos não! — Assassinos são esses que lhe acompanham e que deixaram centenas de famílias sem pais! Jovens sentinelas foram cruelmente assassinados nas guerrilhas urbanas, cujos delitos eram planejados, arquitetados, muito bem bolados por quem, hein dona Dilma?
— As Forças Armadas exigem respeito! — Somos o braço forte e amigo de todos os brasileiros! — Estamos cansados, putos da vida mesmo com tantas humilhações, tantas sacanagens! Cansados de sofrer humildemente as censuras dos encastelados no poder, incapazes de compreender, de refletir e avaliar
corretamente o que nós fizemos num passado recente por este Brasil tão grande, tão amado e hoje tão traído!
Mergulhados na indiferença, no desânimo, assistimos o circo pegar fogo.
Olhando de longe o Brasil mergulhando na guerra civil, na corrupção, nas drogas, no caos. — Será preciso outra Revolução? — Não!— Lógico que não! — Embora haja muita gente – muita gente mesmo cansada, de saco cheio de conviver com tanta esculhambação, tanta corrupção, tanta safadeza – achando que sim; achando que é preciso outra 64! — Achando que revolução mesmo é com sangue! Muito sangue!
Muitos “paredóns”, como fez Fidel Castro, a menina dos olhos dessas suas embriagadas e alegres esquerdas. E não fazer como fizemos naqueles idos, passando panos quentes nas bundas desses seus amigos terroristas que estão aí, ratos soltos na buraqueira, comendo o queijo e bebendo o leite dos nossos famintos brasileirinhos…
Cuidado, dona Dilma; muito cuidado com o pingo da gota d’água !
Veja bem o que está acontecendo na Turquia . . .
Publicado no Grupo Pátria Amada BRASIL por Rossini de Faria Lima. Autoria de texto do Coronel Maciel - R1 da Força Aérea Brasileira.
O Juiz Sergio Moro havia avisado que chegaria até o chefe, referindo-se claramente a Luiz Inácio Lula da Silva.
Começando por baixo é que se chega ao topo - foi mais ou menos esse o raciocínio. Única forma de se chegar ao chefe sem deixar os pequenos, médios e grandes responsáveis para trás.
Mas Lula continua travestido de tranquilidade, alardeando suas bravatas estúpidas e tentando espalhar o medo na população e naqueles que ameaçam sua impunidade, anunciando a ação do exército do não menos psicopata Stedile.
A realidade é outra!
Todos os envolvidos no desgoverno brasileiro sabem que não haverá outra solução a não ser partir para o que eles são mestres - a ignorância.
Muito antes do que previam, os exércitos terroristas estão correndo com os preparativos e hoje sabem que precisarão tirar as armas dos esconderijos e começarem o aquecimento.
Os meliantes
Por outro lado, qualquer brasileiro tem consciência de que comunista só sai na bala - já não é de conhecimento exclusivo das autoridades militares.
Assim sendo, a população civil bem informada lança seu grito de apoio às Forças Armadas e outros, mais apavorados, pedem seu socorro.
Agora, mais do que nunca, a sociedade civil precisa estar preparada para o grande e temido momento - a guerra civil, pois a operação Lava Jato começa a se aproximar dos mandantes, ou mais precisamente do mandante - o chefe e instrumento de toda desgraça social e financeira da Nação.
A hora dos exércitos, tanto de Stedile quanto as Forças Armadas e Auxiliares, entrarem em campo, está cada vez mais iminente.
Estocar alimentos não perecíveis e remédios de uso contínuo torna-se numa atitude sábia para todo cidadão brasileiro. Lembrando que na ameaça de greve dos caminhoneiros, em apenas uma semana pudemos sentir o início do desabastecimento.
O sinal de alerta já soou. Agora esperamos, para muito breve, momentos de tempos conturbados jamais vividos pelos brasileiros.
Essa experiência, certamente, tornará o Brasil, após a tempestade, muito similar em cultura política, a outros da Europa. Aqueles que já sofreram o terror da implantação comunista e hoje tornaram crime a maldita marca da besta - a foice e o martelo.
Documentos e testemunha mostram que a
presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio
Grande, envolvido desde a sua origem em esquemas fraudulentos e por onde
escoaram mais de R$ 100 milhões em propinas para os cofres do PT e
aliados
A Operação Lava
Jato já concluiu que, a partir de 2010, pelo Estaleiro Rio Grande,
escoaram propinas de cerca de R$ 100 milhões para os cofres do PT e
aliados. A constatação foi extraída a partir de delações premiadas,
dentre elas a do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, e
de Gerson Almada, vice-presidente da Engevix. A partir das próximas
semanas, o Ministério Público terá acesso a um outro capítulo sobre as
falcatruas que envolvem o estaleiro e, pela primeira vez, um documento
com a assinatura da presidente Dilma Rousseff será apresentado aos
procuradores que investigam o Petrolão. Trata-se do contrato que deu
início a implementação do Estaleiro Rio Grande, em 2006. Dilma, na época
ministra da Casa Civil, assina como testemunha. Renato Duque,
ex-diretor de Serviços da Petrobras e hoje na cadeia, assina como
interveniente, uma espécie de avalista do negócio.
O documento será entregue aos procuradores
por um ex-funcionário da Petrobras que resolveu colaborar com as
investigações, desde que sua identidade seja preservada. Ele atua há 30
anos no setor de petróleo e durante 20 anos trabalhou na Petrobras. Além
do contrato, essa nova testemunha vai revelar aos procuradores que
desde a sua implementação o Estaleiro vem sendo usado para desviar
recursos púbicos e favorecer empresas privadas a pedido do PT. Na semana
passada, a testemunha antecipou à ISTOÉ tudo o que pretende contar ao
Ministério Público. Disse que o contrato para a implementação do
Estaleiro é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada a pedido da
cúpula do PT para favorecer a WTorre Engenharia”. Afirmou que, depois
de assinado o contrato, servidores da Petrobras “foram pressionados a
aprovar uma sucessão de aditivos irregulares e a endossarem prestações
de contas sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”. Um
mecanismo que teria lesado a estatal em mais de R$ 500 milhões.
O contrato que os procuradores irão receber
foi assinado em 17 de agosto de 2006. O documento tem 43 páginas e
trata sobre a construção física do estaleiro. De acordo com as
revelações feitas pelo ex-funcionário da Petrobras, para escapar do
rigor da lei das licitações, a estatal incumbiu a Rio Bravo
Investimentos DTVM de conduzir a concorrência. O processo licitatório,
segundo a testemunha, foi dirigido de modo que a WTorre superasse outras
gigantes do setor e fechasse um negócio de R$ 222,9 milhões para erguer
a infraestrutura física do estaleiro adequado à construção de
plataformas semi-submersíveis. “A Camargo Corrêa chegou a oferecer uma
proposta melhor do que a da WTorre, mas depois a retirou e apresentou
outra com valor muito maior”, lembra o ex-funcionário da estatal. “A
gente ouvia que a WTorre estava ajudando o PT em São Paulo e deveria
ficar com a obra. Havia uma forte pressão da cúpula do PT”. O
ex-funcionário da Petrobras não diz nomes, mas os procuradores da Lava
Jato têm informações de que o ex-ministro Antônio Palocci seria o
consultor da WTorre nessa operação. Tanto Palocci como a empreiteira
negam. A WTorre afirma que participou de uma concorrência absolutamente
regular, cumpriu com sua parte no contrato e posteriormente vendeu os
direitos de exploração do estaleiro.
Finalizada a concorrência para a montagem
do Estaleiro, a Rio Bravo voltou à cena, segundo a testemunha,
tornando-se gestora do negócio e adquirindo os direitos decorrentes da
construção e do contrato de locação por dez anos. “A Rio Bravo converteu
esses direitos em quotas do fundo imobiliário que foram adquiridos pela
Petrobras (99%). Deu-se então outra operação heterodoxa: uma emissão de
certificados de recebíveis imobiliários (CRI), gerando assim uma
receita antecipada para os envolvidos na negociação. Em contratos
públicos, normalmente a empreiteira só recebe após a comprovação de que
realizou determinada etapa de uma obra. Nesse caso, o dinheiro caiu
antes na conta”, afirma a testemunha. De acordo com o ex-funcionário, “a
Petrobras assumiu todo o risco e bancou 80% do empreendimento”. Para o
líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho, toda a operação precisa
ser apurada. “A presidente Dilma referendou um contrato repleto de
suspeição, fruto de uma operação extremamente nebulosa, ao lado de um
ex-diretor da Petrobras que foi preso pela Operação Lava-Jato. Caberá à
CPI e à força-tarefa da Lava-Jato se debruçar sobre esse fato”, disse o
parlamentar. Mendonça Filho ressalta que o contrato entre a Rio Bravo e o
Estaleiro Rio Grande “é o primeiro documento nas investigações da
Petrobras com a assinatura da então ministra e hoje presidente Dilma”.
Para o líder parlamentar, a Petrobras foi “irresponsável”. “Tudo isso
mostra uma relação absolutamente promíscua, que claramente lesa o
interesse da própria empresa e repete a conexão de alimentação ilegal do
sistema político”, afirmou.
Ao revelar o que sabe para os procuradores
da Lava Jato, a nova testemunha vai complicar a situação de Renato Duque
e de Pedro Barusco. Segundo o ex-funcionário da estatal, em sua delação
premiada Barusco omitiu o que ocorrera antes da venda do Estaleiro pela
WTorre a Engevix, que conduziu as negociações para a compra dos
navios-sonda, que renderam propinas de R$ 40 milhões ao PT. “A delação
do Barusco se refere a algo posterior, depois que o estaleiro foi
vendido pela WTorre para a Engevix e o Funcef. Mas, não sei por que
razão, ele preferiu não dizer o que aconteceu antes disso”, disse o
funcionário. Barusco, segundo a testemunha, acompanhou a obra do
estaleiro desde a assinatura do contrato de 2006. “Tivemos algumas
reuniões com ele. Era muito gentil e objetivo. Fazia perguntas técnicas
sobre o projeto”, lembra. Para o trabalho “político”, o sub de Renato
Duque também tinha um sub, o gerente de Implementação de Projetos,
Antonio Carlos Alvarez Justi, apelidado de Barusco do Barusco.
Outra fraude, revelada pelo ex-funcionário
da Petrobras se refere a aditamentos milionários. De agosto de 2006 a
setembro de 2010, segundo a testemunha, foram assinados 12 aditivos,
tanto para reajuste do valor do contrato como para o alargamento de
prazos. Alguns desses aditivos, de acordo com a testemunha, foram
justificáveis, outros não. “Sempre a decisão política prevaleceu sobre a
técnica”, diz. Em 2007, a Petrobras anunciou que encomendaria ao
estaleiro, além das plataformas submersíveis, cascos de navios-sonda.
Com isso, o projeto precisou ser ampliado. Foi firmado um novo contrato
de R$ 216,8 milhões, totalizando R$ 440 milhões. Em 2008, a WTorre
entrou com pedido de um aditivo de R$ 365 milhões. “Criou-se uma
comissão de negociação para avaliar o pleito e o Justi cobrou uma
solução rápida. Ele estipulou o prazo de 30 dias para a comissão
analisar o pleito e elaborar a minuta do contrato, algo humanamente
impossível”, revelou a testemunha. Justi, de acordo com o funcionário,
resistia a que o tema fosse levado ao Departamento Jurídico da Petrobras
por não querer questionamentos. Nesse caso, porém, uma comissão interna
da estatal reagiu. Providenciou uma auditoria nas planilhas de custos
apresentadas pela WTorre revelando que pelo menos R$ 150 milhões do
total do aditivo solicitado eram injustificáveis. “Eram valores sem
comprovação. Custos forjados para superfaturar o valor do contrato”,
afirmou o ex-funcionário. Mas o alerta feito pela comissão interna da
Petrobras não surtiu o efeito desejado. Dois anos depois, conforme
planilhas da Rio Bravo, o valor da obra alcançou R$ 711,6 milhões. E,
graças a uma nova suplementação de recursos, ao final, a obra foi orçada
em R$ 840 milhões.
Em 2010, foi anunciada a venda do Estaleiro
Rio Grande para a Ecovix, uma companhia criada pela Engevix em parceria
com o Funcef. Embora o negócio só tenha sido oficializado em junho, há
indícios de que a transação já estava acertada nos bastidores desde o
início do ano. A testemunha conta que Gerson Almada, vice-presidente da
Engevix atualmente preso pela PF, foi comemorar o acerto num bar
bastante reservado, localizado no interior de uma loja de bebidas no
Centro do Rio. “Ele estava muito animado. Todos que estavam na mesa riam
muito”, lembra. Para formalizar o negócio da Engevix com a Funcef,
segundo a testemunha, Almada teria recorrido novamente aos préstimos de
“um cacique do PT”. “O Almada nunca escondeu que contava com o apoio da
cúpula do partido”, afirma a testemunha. À imprensa, a Engevix anunciou
que todo o negócio envolvendo a compra do Estaleiro custou R$ 410
milhões. Para o ex-funcionário da estatal, “o valor real foi pelo menos o
dobro.”
Com as revelações dessa nova testemunha, o
Ministério Público deverá aprofundar a investigação em torno dos
negócios envolvendo o Estaleiro Rio Grande. Os procuradores, no entanto,
não poderão dar maior atenção ao fato de Dilma ter assinado o contrato.
Caso encontrem indícios de crime no documento, todas as provas serão
submetidas ao STF, dado ao foro privilegiado da presidente, que não pode
ser investigado em primeira instância. No universo político a reação é
outra. O deputado Mendonça Filho já adiantou que pedirá que a CPI entre
no caso. A construção do Estaleiro Rio Grande já havia motivado
requerimentos dos deputados Ivan Valente (PSOL-SP) e Eliziane Gama
(PPS-MA). Valente pedirá prioridade na convocação do ex-ministro Antonio
Palocci, depois que reportagem publicada na semana passara por ISTOÉ
revelou que ele teria intermediado repasses ao PT a partir de
consultorias para a WTorre.
O fato de assinar o contrato não implica
nenhum malfeito ou crime à presidente Dilma Rousseff. No entanto,
especialistas ouvidos por ISTOÉ criticam o modelo de contratação do
negócio e a participação da Petrobras como interveniente no contrato
assinado por Dilma. O advogado Roberto Schultz, especialista em
contratações públicas, acha que é importante analisar, no conteúdo do
contrato, em que base se deu a participação da Petrobras. Segundo ele, é
incomum ver uma empresa estatal ou de economia mista entrando como um
terceiro num contrato entre empresas privadas. Esse interveniente
geralmente é um “avalista” do acordo para casos de descumprimento de
obrigações contratuais. “É muito raro. É difícil imaginar que alguém de
uma empresa do porte da Petrobras colocaria seu carimbo em um contrato.
Quando algo é muito feio você não diz que é feio, você diz que é
diferente. Acho que é o caso”, afirma. A presença de Dilma e da
Petrobras no contrato, segundo ele, espelharia o nível de envolvimento
desses agentes com o projeto. “Mostra que as empresas envolvidas têm
muita força, muita influência política”, diz. Schultz ressalta que “não
faz sentido Dilma subscrever o contrato nem como ministra da Casa Civil
nem como presidente do Conselho de Administração da Petrobras”.
“Conselheiro não é um cargo de administração.”
Também atuante na área de contratos
empresariais, a advogada Suelen Santos avalia como “atípica” a
participação de autoridades públicas como “testemunhas” no contrato. No
caso, apenas “sócios” ou administradores legitimamente constituídos
deveriam avalizar o negócio. Ela lembra que a presença de testemunhas é
um requisito para casos de litígio. Procurada pela reportagem, a
Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou através de
nota que a “instalação do Estaleiro Rio Grande é parte do programa de
desenvolvimento da indústria naval brasileira. A produção no Brasil de
equipamentos e bens para a exploração do pré-sal constitui uma grande
ação de governo, gerando emprego e renda, ampliando as condições de
crescimento da economia”.
Com reportagem de Josie Jeronimo
Revista Isto É http://www.istoe.com.br/reportagens/412014_COM+A+ASSINATURA+DE+DILMA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
NÓS NÃO VAMOS NOS DISPERSAR* (Ref. 12/04/2015)
por Katia Anjos
Aos Amigos e Amigas do BRASIL para corações brasileiros de fato!!!
Vamos todos às ruas, TOMAR POSSE do que é de cada brasileiro de fato, assumir nossa identidade e diversidade brasileiras, encarar frente a frente as atrocidades contra o que somos como raiz, gritando bem alto: A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBERANA, LIVRE E NÃO ALINHADA A QUAISQUER VERMELHO INTERNACIONAL SEJA ELE LATINO OU NÃO.
Dia 12 é o novo dia de gritarmos que a nossa NAÇÃO BRASILEIRA onde estamos com novo TRABALHO DE RECONSTRUÇÃO, onde cada um, cada profissional, cada dono ou dona de casa, cada cidadão e cidadã de bem e pagadores de impostos, homem, mulher, jovem e criança, cada empresário ou empregado, cada funcionário ou servidor público federal, estaduais ou municipais, civil e militar, QUE EXIGE E SE DÁ AO RESPEITO, heterossexuais e homossexuais, precisamos de todos e de cada um, e cada um está a depender intimamente NO QUE TANGE AO NOSSO PAÍS do outro, vamos desenvolver a empatia positiva com aquela pessoa que estará em nosso lado, respeitar e #REPÚBLICAFEDERATIVADOBRASILSOBERANA
#INTERVENÇÃOCÍVICOMILITAR
ser respeitado, com a sua, com a minha e o mais importante com as NOSSAS REIVINDICAÇÕES, e cada civil e cada militar é tão importante quanto nosso vínculo histórico com a VERDADE DE VERDADE, portanto não nos deixemos enganar, O DIVIDIR PARA DOMINAR CONTINUA... chega de guerra de classe, raciais, sexo ou sexualidade, o que importa é que o BRASIL TEM MUITAS CORES e as mais importantes de todas neste exato momento são: VERDE, AMARELO AZUL E BRANCO E INTERVENTORES SOMOS TODOS NÓS!!!