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Rede Movimento de Rádios

domingo, 19 de abril de 2015

Pássaros de fogo sentando a pua, cobra fumando, onça bebendo água...


Nossos pássaros de fogo vão sentar a pua? A cobra vai fumar? 
A onça vai beber água? 
Da série: Crônicas de um cidadão comum
por Celso Brasil 


Esgotando as possibilidades de manutenção no poder, o PT deverá agir
de acordo com a cartilha comunista que segue na íntegra há anos.
Trata-se do decálogo de Lênin somado aos princípios de Gramsci.
Vaccari pode sim, acelerar um processo que o Foro de São Paulo um dia aventou a hipótese de que nem seria necessário e depois programou somente para daqui a alguns meses.
O Brasil assistiu um fato incontestável - a importação de guerrilheiros de vários países onde o regime totalitarista impera. Ou pelo menos tenta manter a ditadura escravista.
Trata-se de um cuidado tomado por todos que tentam tomar o poder seguindo a cartilha do comunismo moderno.
É verdade! O regime comprovadamente falido, por utilizar métodos e processos "administrativos" totalmente inviáveis, antigo inimigo do progresso e que sempre andou de mãos dadas com a miséria e a morte em massa, ganhou cara nova há alguns anos.
O cirurgião plástico é Antonio Gramsci que, com seu revolucionário método, evita mortes, combates e genocídio até o final da implantação. Usa a conhecida técnica de enganar a população depois de idiotizar boa parte dela.
A cirurgia gramscista mudou a cara do comunismo, porém, todos os órgãos deste corpo assassino continua apodrecido. Tão fétido quanto a mente daqueles que o tentam manter ativo.
Eu digo que evita o genocídio e confrontos até o final da implantação porque, depois dela começa o vale tudo. Tudo é permitido, inclusive propor as mais absurdas soluções para a manutenção do poder adquirido. Ou tomado. Ou invadido... Não importa! O fato é que estão no poder e pronto! Agora basta mantê-lo, não importando os meios. O fim sempre justificará os meios.
Parece até que o fim deve ser da população, pois tiram-lhe o direito de comer, morar, trabalhar, manter a família unida... Mas isso é um problema da população, enfim.
Não afeta em absolutamente nada o coração, a alma dos poderosos déspotas.
O importante é não afetar suas fortunas, adquiridas com muito esforço em desviar, montar esquemas escabrosos etc.
Ah!...  Não pode afetar a segurança também. Eles precisam estar seguros de que as desprezíveis leis não abortem o processo de poder.
Mas, de repente, virou Brasil. Como sempre, as coisas não andaram conforme o planejado. Porque colocaram, em suas equipes de coleta de bilhões, alguns elementos não tão confiáveis, fraquinhos demais na hora do aperto. O que mostra que, apesar da ousadia que lhes permitiu continuar desviando para patrocinar o tal regime que batizaram de socialismo bolivariano, eles ainda temem a força da lei. A mesma lei que, com muito esforço, o executivo tenta burlar e tornar inócua através do aparelhamento das instituições que deveriam defendê-la. Ou seja, com a nomeação de ministros e juízes que ditam suas próprias normas, mantendo impunes aqueles que cometem crimes, na verdade, hediondos.
Estes recursos utilizados pelos ditadores do poder, estão se enfraquecendo, graças aos pouquíssimos que não se vergaram à corrupção.
Este fenômeno, que não estava previsto, começa a ameaçar os mais poderosos - da base da pirâmide até o seu topo - o executivo.
Mensalão, petrolão e outros que estão por vir, são nomes dos fantasmas que tiram o sono dos criminosos.
Dom molusco, o fundador e verdadeiro ditador de tudo que se decide no Foro de São Paulo, acaba por perder o controle ou se perder em suas alucinações imbecis e ameaça colocar em ação as milícias nas quais investiram tanto para treinar e armar, confirmando o que o seu "ministro da guerra miliciana", Stedile - outro mentecapto - já havia afirmado. Dizendo que se ameaçarem o poder, agora assumido publicamente como comunismo bolivariano, eles vão às ruas.
Entenda a tradução desse ir às ruas. Significa juntarem numa só nomenclatura - MST - todos os treinados terroristas - nacionais e importados - para agredirem a inocente população civil, que nunca, em nenhum momento, pediu mudança de regime ou reforma política - o que permite, caso seja conseguido, uma alteração profunda e inversão de tudo o que reza nossa Carta Magna.
Aí, então, estará consolidado o regime que implantam há mais de vinte anos, a olhos vistos mas nunca contestado pelos corruptos que usam o pseudônimo de deputados, senadores, juízes, prefeitos, vereadores, religiosos etc etc etc. São meliantes, criminosos, safados... Porcos que cobrem de lama a verdadeira democracia.
Em meio a todo esse imbróglio, mais uma surpresa não programada - até os nordestinos, tradicional curral político dos enganadores, juntaram-se ao restante dos mais de 200 milhões de brasileiros, num alerta e pedido de afastamento da principal legenda do Foro de São Paulo e, num grito uníssono: Fora Dilma - Fora PT - Queremos o Lula investigado e preso - Queremos as Forças Armadas e mais dezenas de outros, versando sobre inúmeros motes.
Para aumentar a nuvem de desgraça que cobre a maior facção criminosa do planeta, foi preso o segundo homem do dinheiro, ou seja, mais um tesoureiro do bando. E não será necessário o uso da tortura para fazê-lo contar tudo ou confirmar tudo que já se sabe e envolver, incontestavelmente, o topo dessa podre pirâmide.
Conclusão:
Só resta aos meliantes alfa, ordenarem que se comece a bagunça. Ou o quebra-quebra. Ou ainda - a matança de inocentes, através de invasões de propriedade privada em maior número do que já fazem há anos e impunemente.  Bem como a intensificação de delitos e confrontos urbanos sangrentos.
Para quem entende disso, trata-se do estopim de uma guerra civil.
Mas como afirmam os analistas e observadores estudiosos, faltou-lhes tempo para desmilitarizar a polícia e destruir as bases das Forças Armadas.
Humilharam e combateram os bravos soldados da Força maior e das auxiliares, com a ajuda da imprensa cooptada e refém, com seus pseudo jornalistas que envergonham a classe.
Pois é! Esses militares ainda estão de pé e muito mais bravos com essa corja! Organizados, analisam à portas bem fechadas, o quadro atual, para não errarem nas ações, quando estas se fizerem necessárias.
Desculpem! Acho que falei demais, não?
Enfim, depois de tanta embromação, para que reflitam, deixo aqui minha pergunta, embora eu já saiba a resposta:
Será que está muito próxima a hora dos nossos pássaros de fogo sentarem a pua, da cobra fumar, da onça beber água e dos bravos gritarem  - SELVAAA!???
Os pássaros, a cobra, a onça, os bravos e até a selva, sabem a resposta. 
Até a próxima.


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Matéria Veja

Vaccari, o homem dos presidentes

A prisão do tesoureiro do PT mostra que o partido atuava no governo como uma organização criminosa e envolve a campanha da presidente Dilma Rousseff no escândalo da Petrobras

Por: Daniel Pereira e Robson Bonin 




A "IGREJA" CAIU - Com a ajuda de Vaccari, o PT arrecadou pelo menos meio bilhão de reais em propina apenas na estatal. Homem de confiança de Lula, ele pagou despesas eleitorais de Dilma com o dinheiro sujo
A "IGREJA" CAIU - Com a ajuda de Vaccari, o PT arrecadou pelo menos meio bilhão de reais em propina apenas na estatal. Homem de confiança de Lula, ele pagou despesas eleitorais de Dilma com o dinheiro sujo(Cristiano Mariz, Daniel Scelza/Ag. O Globo, Roberto Jayme/Estadão Conteúdo/VEJA)
No começo deste mês, a presidente Dilma Rousseff fez uma pausa em sua agenda de trabalho para discutir o rumo das investigações do petrolão, o maior esquema de corrupção da história do país. Numa conversa reservada, ela se mostrou impressionada com os depoimentos prestados por Pedro Barusco, o ex-gerente da Petrobras que acusou o PT de embolsar até 200 milhões de dólares em propinas arrecadadas de fornecedores da companhia. Sobre a forma, a presidente disse que Barusco era detalhista e organizado. Sobre o conteúdo, foi taxativa: "Ele entregou o Vaccari", declarou, referindo-se ao tesoureiro petista, João Vaccari Neto. Para a surpresa do interlocutor, a presidente não demonstrou apreensão. Depois de afirmar que o tesoureiro não tinha relações políticas com ela, Dilma insinuou que, se alguém deveria estar preocupado, esse alguém era o ex-presidente Lula. Naquela mesma semana, em um encontro em São Paulo, o antecessor também se fez de desentendido. A um petista graduado, Lula, mais uma vez, representou seu papel predileto, o do Capitão Renault, que no clássico Casablanca embolsa um envelope com seus ganhos na noite, enquanto finge surpresa com a descoberta do cassino em funcionamento no Ricks Cafe. Disse Lula Renault: "Eu quero saber se tem rolo nessas transações".
Desde 2003, quando o PT assumiu o poder, Lula nunca mais soube de nada. No caso do petrolão, não é diferente. Desde a eleição passada, quando se trata do esquema de corrupção, Dilma lava as mãos e posa como saneadora da Petrobras. Os dois querem se afastar de Vaccari, mas as informações colhidas pelas autoridades mostram que o "mochila" - ou Moch, como o tesoureiro era chamado - é um operador a serviço dos dois presidentes. Um operador que agora está preso e, na condição de investigado e encarcerado, tende a aumentar o desgaste da imagem do governo, do PT e de seus dois principais líderes. No fim do ano passado, o detalhista Barusco declarou às autoridades que agiu em parceria com Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, a fim de levantar dinheiro sujo para os cofres petistas. Vaccari nunca explicou por que se reunia tanto com Barusco e Duque, e sempre insistiu na tese de que as empreiteiras fizeram doações ao partido dentro da lei. Se no mensalão tudo não passara de "caixa dois", como alegara Delúbio Soares, o primeiro tesoureiro do PT preso, no petrolão tudo agora seria "caixa um", ou financiamento legal, na novilíngua de Vaccari, o segundo tesoureiro do PT preso num prazo de um ano e meio.
Essa versão já havia sido desmentida por empresários. Eles confirmaram que pagaram propina e que o tesoureiro usou a Justiça Eleitoral para esconder o crime. A novidade é que Vaccari, segundo as autoridades, também praticou o bom e velho "caixa dois", que teria custeado uma despesa da primeira campanha presidencial de Dilma Rousseff. Ao determinar a prisão dele, o juiz Sérgio Moro relatou informações prestadas por Augusto Mendonça, executivo da Setal. Um dos delatores do petrolão, Mendonça disse que, em 2010, Vaccari determinou a ele que repassasse 2,5 milhões de reais à Editora Atitude, controlada por sindicados ligados à CUT e ao PT. O dinheiro, de acordo com o delator, foi descontado da propina que a empreiteira devia ao partido como contrapartida por contratos na Petrobras. Os pagamentos começaram a ser realizados em junho daquele ano. Três meses depois de a Setal começar a desembolsar a propina, na véspera da eleição, a gráfica imprimiu 360 000 exemplares da Revista do Brasil, edição que trazia na capa a pré-candidata Dilma Rousseff e o título "A vez de Dilma".
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) puniu a gráfica por propaganda eleitoral irregular a favor da petista. Depois de eleita, Dilma nomeou o ex-vice presidente da CUT José Lopez Feijóo, um dos comandantes da Editora Atitude, para um cargo de destaque na Secretaria-Geral da Presidência, onde ele despacha até hoje. Disse o juiz Moro: "Observo que, para esses pagamentos à Editora Atitude, não há como se cogitar, em princípio, de falta de dolo dos envolvidos, pois não se trata de doações eleitorais registradas, mas de pagamentos efetuados, com simulação, total ou parcial, de serviços prestados por terceiros, a pedido de João Vaccari". Como estratégia de defesa, Dilma tenta erguer uma espécie de cordão sanitário entra ela e o tesoureiro do PT. A suspeita de caixa dois põe em xeque a solidez dessa barreira, que também está ameaçada por outros dados de conhecimento das autoridades. Após a descoberta do mensalão, o PT adotou um novo modelo de arrecadação e instituiu dois tesoureiros - um para o partido, outro para o candidato a presidente. Dilma alega que Vaccari atuava apenas para o partido. Não é bem assim.
Revista Veja

domingo, 5 de abril de 2015

O Brasil e a Era Foro de São Paulo

Oligarquia Criminosa da América Latina e Caribe
O terrorismo radical no epicentro do regime imposto.
por Katia Anjos
Vamos abordar os maiores objetivos entre eles os mal e bem sucedidos atentados , vamos pontuar alguns dos muitos meios arquitetados por esta máfia contra nossa BRASILIDADE, IDENTIDADE  e mais recentemente CRISTANDADE e outras religiões afins ou não.
Começando por um governo inexpressivo e desqualificado, onde o NOSSO PAÍS , andou forte por sua próprias qualidades, povo diligente e gente trabalhadora, mas sem gerência. Luís Inácio Lula da Silva, galgou sem nenhum mérito a frase: "Este é o cara..." de Barak Obama, onde deu-se por iniciada a "ERA ALTRUÍSTA"  (expropriadora de cada um dos brasileiros e de nossa soberania), com "EMPRÉSTIMOS", "FINANCIAMENTOS SECRETOS", "PERDÃO DE DÍVIDAS", "CORRUPÇÃO", sem considerar que o mundo globalizado, não avisa o momento em que chegarão marolas ou tsunamis.
Em dado momento, vendo que começava a evidenciar que as coisas não estavam bem, mais uma vez o recurso da MAQUIAGEM,  se fez presente na "política" dissimulada e irreal, com associações prévias com o BÉLICO NARCO TRAFICANTES, PNDH3 (que nada mais é que a implementação metódica e direciona para a implantação do COMUNISMO), desconstrução da imagem dos MILITARES FEDERAIS, com a malfadada COMISSÃO DA VERDADE, que simplesmente manipulou e ao menos tentou reescrever a história aos moldes de 1984 de George Orwell (1956 - https://www.youtube.com/watch?v=c4wuwEIQafg ), só não contavam com a memória dos que aqui estão, remanescendo deste mesmo período e que sobreviveram, com muita HONRA E SAUDADE.
Portanto lançaram mão de criar a cisão entre a população: POBRES x RICOS, HOMOSSEXUAIS x HETEROSSEXUAIS, EVANGÉLICOS x CATÓLICOS, EMPREGADO x PATRÃO, POVO CIVIL x POVO MILITAR, HOMENS x MULHERES, FILHOS x PAIS, ESPÍRITAS x DOGMÁTICOS, BRANCOS x NEGROS, etc. No entanto, mesmo usando destes métodos de causar cisão familiar e institucional da FAMÍLIA BRASILEIRA, não se deram conta que em todo NÚCLEO SAGRADO
Mesmo não sendo muito inteligentes, visto que com três décadas quase de MARXISMO CULTURAL, DIÁLOGO INTERAMERICANO, e com as instituições governamentais em mãos somados ao FORO DE SÃO PAULO e O PACTO DE PRINCETON (http://bunkerdacultura.blogspot.com.br/2015/01/o-pacto-de-princeton.html), associações cada vez mais escusas e altamente perigosas se fizeram necessárias, nada antes, conseguira ser o ESTOPIM da
Iniciou-se a IMPORTAÇÃO de PSEUDOS REFUGIADOS, homens, fortes, sem nenhum sinal de fragilidade emocional e de saúde, em idade militar, sem família e vindos dos mais impensados locais do mundo, onde supostamente deixaram suas terras mulheres e filhos e em reconstrução pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, ou ainda pelas FORÇAS DE PAZ DA ONU, vieram para NOSSA TERRA DE SANTA CRUZ, e já portam Carteira de Trabalho E TRABALHO (quando tantos brasileiros PERDERAM EMPREGOS), bolsa família (quando TANTOS BRASILEIROS MORREM NA SECA OU AFOGADOS), e o título de eleitor... GOZAM DO MESMO DIREITO privativo a BRASILEIRO.
As evidencias circunstanciais do envolvimento do CONGRESSO NACIONAL, que fez vistas grossas a tudo isto acima citado, sem esquecer dos ACRÉSCIMOS EM VENCIMENTOS de todos estes, do EXECUTIVO e do JUDICIÁRIO, mais uma vez e novamente gritando ao NOSSO POVO A NOSSA GENTE, estamos unidos para destruir a CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA a IDENTIDADE BRASILEIRA e a RELIGIOSIDADE BRASILEIRA.
Estamos todos sendo TORTURADOS, nosso CALVÁRIO encontra-se na VIA CRUCIS, entramos agora a caminho do GÓLGOTA BRASILEIRO???
No advento JIHAD (GUERRA "SANTA" ISLÂMICA), matam sumariamente MARONITAS (Igreja particular sui juris católica, do rito oriental, em plena comunhão com a Sé Apostólica, ou seja, reconhece a autoridade do Papa, o Sumo Pontífice da Igreja Católica. Sua origem remonta à comunidade fundada por Maron, um monge siríaco-arameu do século IV venerado como santo. O primeiro patriarca maronita, São João Marun, foi eleito no final do século VII.), alguns são TORTURADOS até a morte, outros DECAPTADOS, ENFORCADOS e CRUCIFICADOS... E mesmo face a face com a morte, pois não há alternativa depuseram seus espíritos cansados aos PÉS DO ETERNO sem nenhum sinal de EMPATIA e ou PIEDADE de seus detratores.
Estes mesmos detratores, estão no BRASIL, em "DIÁLOGO" com a ocupante da presidência Dilma Vana Roussef http://eutenhofe.org.br/?option=com_content&view=article&id=25&Itemid=28 ),  trazidos pelas mãos da CUMPLICIDADE DE ACESSO, por Luis Inácio Lula da Silva (http://olhonajihad.blogspot.com.br/2010/11/documentos-do-wikileaks-mostram.html)
(http://www.gabrieloliveira7.blogspot.com.br/2015/04/a-censura-aos-cristaos-do-brasil.html)
(http://www.lebanonfiles.com/news/816546)
JIHAD (http://verdadedoisla.blogspot.com.br/2012/11/intolerancia-religiosa-e-crime-onde.html)
(http://infielatento.blogspot.com.br/2014/08/propaganda-islamica-no-metro-de-SP.html)
JIHAD, HEZZBOLLAH E HAMAS, A ÚLTIMA CARTADA PARA CRIAR O ESTOPIM E A EXPLOSÃO CIVIL NA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, ARQUITETADA E LEVADA A CABO PELO FORO DE SÃO PAULO, E DAR PONTO FINAL A MINHA, A SUA E A NOSSA:
"BRASILIDADE, IDENTIDADE E RELIGIOSIDADE BRASILEIRAS, NÃO DEVEM TOLERAR O JIHAD, O HEZZBOLLAR E O HAMAS E PRA ISTO TEREMOS QUE PRIMAR PELA RECIPROCIDADE FRANCA"
#NÃOVAMOSNOSDISPERSAR
#POVOCIVILEPOVOMILITARPELOBRASIL
#INTERVENÇÃOCÍVICOMILITARJÁ
#SOMOSTODOSINTERVENTORES
DESTA INSTITUIÇÃO DIVINA, tem ao menos um indivíduo com tais características sejam elas RACIAIS, SEXUALIDADE, RELIGIOSIDADE entre tantas outras, esbororaram-se tais tentativa.
revolução social comunista. Entraram no perigoso campo das GUERRAS e seus protagonistas.

Militares estão no limite da paciência

DESABAFO: CUIDADO É A GOTA D'ÁGUA!

Chega Dona Dillma. Já basta de ideologias bolivarianas e de negocios ilícitos e malfeitos da sua súcia.
Militares não suportam mais as investidas comunistas e
aguardam o povo nas ruas apenas para legitimar a ação.

O texto abaixo é de autoria do Cel. Maciel, R1 da Força Aérea Brasileira, e traduz a indignação do povo brasileiro pelos mal feitos da ditadura disfarçada dos petralhas que continua no poder por conta da paciência e da aposta na “democracia” feita por uma parcela de eleitores que não traduziu o pensamento da maioria dos brasileiros.

Muito cuidado dona Dilma: — Formiga que quer se perder cria asa. Corte enquanto pode as perigosas
asas dessa tal Comissão da Verdade com todas suas mentiras! Não sei o tamanho da vara da senhora; mas é muito, muito perigoso mexer leão com vara curta. Mostre sua brabeza com os fracos! — Brabeza com
os fortes é muito perigoso.

É muito fácil, muito fácil mesmo, minha querida presidente, colocar a culpa de tudo que acontece de
errado neste hoje tão errado Brasil , nos militares.
— Nos “ditadores!”. — Nos “gorilas de 64” ! – Mas veja bem:
— Há mais de vinte anos estamos recolhidos nos quartéis, comendo o pão que o diabo amassou; de pires nas mãos! Fazendo das tripas coração! — Lembre-se que a senhora é a nossa Comandante-em-Chefe! — Chega de torturas! Chega de
perseguições! – Hoje já perdemos quase tudo! Quase, pois ainda nos resta um pouco de coragem, de honra, de dignidade, de vergonha na cara!

Não somos assassinos não! — Assassinos são esses que lhe acompanham e que deixaram centenas de famílias sem pais! Jovens sentinelas foram cruelmente assassinados nas guerrilhas urbanas, cujos delitos eram planejados, arquitetados, muito bem bolados por quem, hein dona Dilma?

— As Forças Armadas exigem respeito! — Somos o braço forte e amigo de todos os brasileiros! — Estamos cansados, putos da vida mesmo com tantas humilhações, tantas sacanagens! Cansados de sofrer humildemente as censuras dos encastelados no poder, incapazes de compreender, de refletir e avaliar
corretamente o que nós fizemos num passado recente por este Brasil tão grande, tão amado e hoje tão traído!

Mergulhados na indiferença, no desânimo, assistimos o circo pegar fogo.
Olhando de longe o Brasil mergulhando na guerra civil, na corrupção, nas drogas, no caos. — Será preciso outra Revolução? — Não!— Lógico que não! — Embora haja muita gente – muita gente mesmo cansada, de saco cheio de conviver com tanta esculhambação, tanta corrupção, tanta safadeza – achando que sim; achando que é preciso outra 64! — Achando que revolução mesmo é com sangue! Muito sangue!

Muitos “paredóns”, como fez Fidel Castro, a menina dos olhos dessas suas embriagadas e alegres esquerdas. E não fazer como fizemos naqueles idos, passando panos quentes nas bundas desses seus amigos terroristas que estão aí, ratos soltos na buraqueira, comendo o queijo e bebendo o leite dos nossos famintos brasileirinhos…

Cuidado, dona Dilma; muito cuidado com o pingo da gota d’água !
Veja bem o que está acontecendo na Turquia . . .

Publicado no Grupo Pátria Amada BRASIL por Rossini de Faria Lima.
Autoria de texto do Coronel Maciel - R1 da Força Aérea Brasileira.

sábado, 4 de abril de 2015

100 Milhões em propina - Hora e vez de Lula & Dilma

Juiz Sérgio Moro - Curitiba - Paraná
por Celso Brasil
O Juiz Sergio Moro havia avisado que chegaria até o chefe, referindo-se claramente a Luiz Inácio Lula da Silva.
Começando por baixo é que se chega ao topo - foi mais ou menos esse o raciocínio. Única forma de se chegar ao chefe sem deixar os pequenos, médios e grandes responsáveis para trás.
Mas Lula continua travestido de tranquilidade, alardeando suas bravatas estúpidas e tentando espalhar o medo na população e naqueles que ameaçam sua impunidade, anunciando a ação do exército do não menos psicopata Stedile.
A realidade é outra!
Todos os envolvidos no desgoverno brasileiro sabem que não haverá outra solução a não ser partir para o que eles são mestres - a ignorância.
Muito antes do que previam, os exércitos terroristas estão correndo com os preparativos e hoje sabem que precisarão tirar as armas dos esconderijos e começarem o aquecimento.
Os meliantes
Por outro lado, qualquer brasileiro tem consciência de que comunista só sai na bala - já não é de conhecimento exclusivo das autoridades militares.
Assim sendo, a população civil bem informada lança seu grito de apoio às Forças Armadas e outros, mais apavorados, pedem seu socorro.
Agora, mais do que nunca, a sociedade civil precisa estar preparada para o grande e temido momento - a guerra civil, pois a operação Lava Jato começa a se aproximar dos mandantes, ou mais precisamente do mandante - o chefe e instrumento de toda desgraça social e financeira da Nação.
A hora dos exércitos, tanto de Stedile quanto as Forças Armadas e Auxiliares, entrarem em campo, está cada vez mais iminente.
Estocar alimentos não perecíveis e remédios de uso contínuo torna-se numa atitude sábia para todo cidadão brasileiro. Lembrando que na ameaça de greve dos caminhoneiros, em apenas uma semana pudemos sentir o início do desabastecimento.
O sinal de alerta já soou. Agora esperamos, para muito breve, momentos de tempos conturbados jamais vividos pelos brasileiros. 
Essa experiência, certamente, tornará o Brasil, após a tempestade, muito similar em cultura política, a outros da Europa. Aqueles que já sofreram o terror da implantação comunista e hoje tornaram crime a maldita marca da besta - a foice e o martelo.





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Abaixo, matéria da revista Isto É - na íntegra.

N° Edição:  2366 |  02.Abr.15 - 18:00 |  Atualizado em 04.Abr.15 - 15:06

Com a assinatura de Dilma

Documentos e testemunha mostram que a presidente Dilma avalizou o contrato de montagem do Estaleiro Rio Grande, envolvido desde a sua origem em esquemas fraudulentos e por onde escoaram mais de R$ 100 milhões em propinas para os cofres do PT e aliados

Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)

A Operação Lava Jato já concluiu que, a partir de 2010, pelo Estaleiro Rio Grande, escoaram propinas de cerca de R$ 100 milhões para os cofres do PT e aliados. A constatação foi extraída a partir de delações premiadas, dentre elas a do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, e de Gerson Almada, vice-presidente da Engevix. A partir das próximas semanas, o Ministério Público terá acesso a um outro capítulo sobre as falcatruas que envolvem o estaleiro e, pela primeira vez, um documento com a assinatura da presidente Dilma Rousseff será apresentado aos procuradores que investigam o Petrolão. Trata-se do contrato que deu início a implementação do Estaleiro Rio Grande, em 2006. Dilma, na época ministra da Casa Civil, assina como testemunha. Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras e hoje na cadeia, assina como interveniente, uma espécie de avalista do negócio.
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O documento será entregue aos procuradores por um ex-funcionário da Petrobras que resolveu colaborar com as investigações, desde que sua identidade seja preservada. Ele atua há 30 anos no setor de petróleo e durante 20 anos trabalhou na Petrobras. Além do contrato, essa nova testemunha vai revelar aos procuradores que desde a sua implementação o Estaleiro vem sendo usado para desviar recursos púbicos e favorecer empresas privadas a pedido do PT. Na semana passada, a testemunha antecipou à ISTOÉ tudo o que pretende contar ao Ministério Público. Disse que o contrato para a implementação do Estaleiro é fruto de uma “licitação fraudulenta, direcionada a pedido da cúpula do PT para favorecer a WTorre Engenharia”. Afirmou que, depois de assinado o contrato, servidores da Petrobras “foram pressionados a aprovar uma sucessão de aditivos irregulares e a endossarem prestações de contas sem nenhuma comprovação ou visivelmente superfaturadas”. Um mecanismo que teria lesado a estatal em mais de R$ 500 milhões.
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O contrato que os procuradores irão receber foi assinado em 17 de agosto de 2006. O documento tem 43 páginas e trata sobre a construção física do estaleiro. De acordo com as revelações feitas pelo ex-funcionário da Petrobras, para escapar do rigor da lei das licitações, a estatal incumbiu a Rio Bravo Investimentos DTVM de conduzir a concorrência. O processo licitatório, segundo a testemunha, foi dirigido de modo que a WTorre superasse outras gigantes do setor e fechasse um negócio de R$ 222,9 milhões para erguer a infraestrutura física do estaleiro adequado à construção de plataformas semi-submersíveis. “A Camargo Corrêa chegou a oferecer uma proposta melhor do que a da WTorre, mas depois a retirou e apresentou outra com valor muito maior”, lembra o ex-funcionário da estatal. “A gente ouvia que a WTorre estava ajudando o PT em São Paulo e deveria ficar com a obra. Havia uma forte pressão da cúpula do PT”. O ex-funcionário da Petrobras não diz nomes, mas os procuradores da Lava Jato têm informações de que o ex-ministro Antônio Palocci seria o consultor da WTorre nessa operação. Tanto Palocci como a empreiteira negam. A WTorre afirma que participou de uma concorrência absolutamente regular, cumpriu com sua parte no contrato e posteriormente vendeu os direitos de exploração do estaleiro.
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Finalizada a concorrência para a montagem do Estaleiro, a Rio Bravo voltou à cena, segundo a testemunha, tornando-se gestora do negócio e adquirindo os direitos decorrentes da construção e do contrato de locação por dez anos. “A Rio Bravo converteu esses direitos em quotas do fundo imobiliário que foram adquiridos pela Petrobras (99%). Deu-se então outra operação heterodoxa: uma emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), gerando assim uma receita antecipada para os envolvidos na negociação. Em contratos públicos, normalmente a empreiteira só recebe após a comprovação de que realizou determinada etapa de uma obra. Nesse caso, o dinheiro caiu antes na conta”, afirma a testemunha. De acordo com o ex-funcionário, “a Petrobras assumiu todo o risco e bancou 80% do empreendimento”. Para o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho, toda a operação precisa ser apurada. “A presidente Dilma referendou um contrato repleto de suspeição, fruto de uma operação extremamente nebulosa, ao lado de um ex-diretor da Petrobras que foi preso pela Operação Lava-Jato. Caberá à CPI e à força-tarefa da Lava-Jato se debruçar sobre esse fato”, disse o parlamentar. Mendonça Filho ressalta que o contrato entre a Rio Bravo e o Estaleiro Rio Grande “é o primeiro documento nas investigações da Petrobras com a assinatura da então ministra e hoje presidente Dilma”. Para o líder parlamentar, a Petrobras foi “irresponsável”. “Tudo isso mostra uma relação absolutamente promíscua, que claramente lesa o interesse da própria empresa e repete a conexão de alimentação ilegal do sistema político”, afirmou.
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Ao revelar o que sabe para os procuradores da Lava Jato, a nova testemunha vai complicar a situação de Renato Duque e de Pedro Barusco. Segundo o ex-funcionário da estatal, em sua delação premiada Barusco omitiu o que ocorrera antes da venda do Estaleiro pela WTorre a Engevix, que conduziu as negociações para a compra dos navios-sonda, que renderam propinas de R$ 40 milhões ao PT. “A delação do Barusco se refere a algo posterior, depois que o estaleiro foi vendido pela WTorre para a Engevix e o Funcef. Mas, não sei por que razão, ele preferiu não dizer o que aconteceu antes disso”, disse o funcionário. Barusco, segundo a testemunha, acompanhou a obra do estaleiro desde a assinatura do contrato de 2006. “Tivemos algumas reuniões com ele. Era muito gentil e objetivo. Fazia perguntas técnicas sobre o projeto”, lembra. Para o trabalho “político”, o sub de Renato Duque também tinha um sub, o gerente de Implementação de Projetos, Antonio Carlos Alvarez Justi, apelidado de Barusco do Barusco.
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Outra fraude, revelada pelo ex-funcionário da Petrobras se refere a aditamentos milionários. De agosto de 2006 a setembro de 2010, segundo a testemunha, foram assinados 12 aditivos, tanto para reajuste do valor do contrato como para o alargamento de prazos. Alguns desses aditivos, de acordo com a testemunha, foram justificáveis, outros não. “Sempre a decisão política prevaleceu sobre a técnica”, diz. Em 2007, a Petrobras anunciou que encomendaria ao estaleiro, além das plataformas submersíveis, cascos de navios-sonda. Com isso, o projeto precisou ser ampliado. Foi firmado um novo contrato de R$ 216,8 milhões, totalizando R$ 440 milhões. Em 2008, a WTorre entrou com pedido de um aditivo de R$ 365 milhões. “Criou-se uma comissão de negociação para avaliar o pleito e o Justi cobrou uma solução rápida. Ele estipulou o prazo de 30 dias para a comissão analisar o pleito e elaborar a minuta do contrato, algo humanamente impossível”, revelou a testemunha. Justi, de acordo com o funcionário, resistia a que o tema fosse levado ao Departamento Jurídico da Petrobras por não querer questionamentos. Nesse caso, porém, uma comissão interna da estatal reagiu. Providenciou uma auditoria nas planilhas de custos apresentadas pela WTorre revelando que pelo menos R$ 150 milhões do total do aditivo solicitado eram injustificáveis. “Eram valores sem comprovação. Custos forjados para superfaturar o valor do contrato”, afirmou o ex-funcionário. Mas o alerta feito pela comissão interna da Petrobras não surtiu o efeito desejado. Dois anos depois, conforme planilhas da Rio Bravo, o valor da obra alcançou R$ 711,6 milhões. E, graças a uma nova suplementação de recursos, ao final, a obra foi orçada em R$ 840 milhões.
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Em 2010, foi anunciada a venda do Estaleiro Rio Grande para a Ecovix, uma companhia criada pela Engevix em parceria com o Funcef. Embora o negócio só tenha sido oficializado em junho, há indícios de que a transação já estava acertada nos bastidores desde o início do ano. A testemunha conta que Gerson Almada, vice-presidente da Engevix atualmente preso pela PF, foi comemorar o acerto num bar bastante reservado, localizado no interior de uma loja de bebidas no Centro do Rio. “Ele estava muito animado. Todos que estavam na mesa riam muito”, lembra. Para formalizar o negócio da Engevix com a Funcef, segundo a testemunha, Almada teria recorrido novamente aos préstimos de “um cacique do PT”. “O Almada nunca escondeu que contava com o apoio da cúpula do partido”, afirma a testemunha. À imprensa, a Engevix anunciou que todo o negócio envolvendo a compra do Estaleiro custou R$ 410 milhões. Para o ex-funcionário da estatal, “o valor real foi pelo menos o dobro.”
Com as revelações dessa nova testemunha, o Ministério Público deverá aprofundar a investigação em torno dos negócios envolvendo o Estaleiro Rio Grande. Os procuradores, no entanto, não poderão dar maior atenção ao fato de Dilma ter assinado o contrato. Caso encontrem indícios de crime no documento, todas as provas serão submetidas ao STF, dado ao foro privilegiado da presidente, que não pode ser investigado em primeira instância. No universo político a reação é outra. O deputado Mendonça Filho já adiantou que pedirá que a CPI entre no caso. A construção do Estaleiro Rio Grande já havia motivado requerimentos dos deputados Ivan Valente (PSOL-SP) e Eliziane Gama (PPS-MA). Valente pedirá prioridade na convocação do ex-ministro Antonio Palocci, depois que reportagem publicada na semana passara por ISTOÉ revelou que ele teria intermediado repasses ao PT a partir de consultorias para a WTorre.
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O fato de assinar o contrato não implica nenhum malfeito ou crime à presidente Dilma Rousseff. No entanto, especialistas ouvidos por ISTOÉ criticam o modelo de contratação do negócio e a participação da Petrobras como interveniente no contrato assinado por Dilma. O advogado Roberto Schultz, especialista em contratações públicas, acha que é importante analisar, no conteúdo do contrato, em que base se deu a participação da Petrobras. Segundo ele, é incomum ver uma empresa estatal ou de economia mista entrando como um terceiro num contrato entre empresas privadas. Esse interveniente geralmente é um “avalista” do acordo para casos de descumprimento de obrigações contratuais. “É muito raro. É difícil imaginar que alguém de uma empresa do porte da Petrobras colocaria seu carimbo em um contrato. Quando algo é muito feio você não diz que é feio, você diz que é diferente. Acho que é o caso”, afirma. A presença de Dilma e da Petrobras no contrato, segundo ele, espelharia o nível de envolvimento desses agentes com o projeto. “Mostra que as empresas envolvidas têm muita força, muita influência política”, diz. Schultz ressalta que “não faz sentido Dilma subscrever o contrato nem como ministra da Casa Civil nem como presidente do Conselho de Administração da Petrobras”. “Conselheiro não é um cargo de administração.”
Também atuante na área de contratos empresariais, a advogada Suelen Santos avalia como “atípica” a participação de autoridades públicas como “testemunhas” no contrato. No caso, apenas “sócios” ou administradores legitimamente constituídos deveriam avalizar o negócio. Ela lembra que a presença de testemunhas é um requisito para casos de litígio. Procurada pela reportagem, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou através de nota que a “instalação do Estaleiro Rio Grande é parte do programa de desenvolvimento da indústria naval brasileira. A produção no Brasil de equipamentos e bens para a exploração do pré-sal constitui uma grande ação de governo, gerando emprego e renda, ampliando as condições de crescimento da economia”.

Com reportagem de Josie Jeronimo 
Revista Isto É
http://www.istoe.com.br/reportagens/412014_COM+A+ASSINATURA+DE+DILMA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

quinta-feira, 2 de abril de 2015

NÓS NÃO VAMOS NOS DISPERSAR

NÓS NÃO VAMOS NOS DISPERSAR* (Ref. 12/04/2015)
por Katia Anjos
Aos Amigos e Amigas do BRASIL para corações brasileiros de fato!!!
Vamos todos às ruas, TOMAR POSSE do que é de cada brasileiro de fato, assumir nossa identidade e diversidade brasileiras, encarar frente a frente as atrocidades contra o que somos como raiz, gritando bem alto: A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBERANA, LIVRE E NÃO ALINHADA A QUAISQUER VERMELHO INTERNACIONAL SEJA ELE LATINO OU NÃO.
Dia 12 é o novo dia de gritarmos que a nossa NAÇÃO BRASILEIRA onde estamos com novo TRABALHO DE RECONSTRUÇÃO, onde cada um, cada profissional, cada dono ou dona de casa, cada cidadão e cidadã de bem e pagadores de impostos, homem, mulher, jovem e criança, cada empresário ou empregado, cada funcionário ou servidor público federal, estaduais ou municipais, civil e militar, QUE EXIGE E SE DÁ AO RESPEITO, heterossexuais e homossexuais, precisamos de todos e de cada um, e cada um está a depender intimamente NO QUE TANGE AO NOSSO PAÍS do outro, vamos desenvolver a empatia positiva com aquela pessoa que estará em nosso lado, respeitar e
‪#‎REPÚBLICAFEDERATIVADOBRASILSOBERANA‬
#INTERVENÇÃOCÍVICOMILITAR
ser respeitado, com a sua, com a minha e o mais importante com as NOSSAS REIVINDICAÇÕES, e cada civil e cada militar é tão importante quanto nosso vínculo histórico com a VERDADE DE VERDADE, portanto não nos deixemos enganar, O DIVIDIR PARA DOMINAR CONTINUA... chega de guerra de classe, raciais, sexo ou sexualidade, o que importa é que o BRASIL TEM MUITAS CORES e as mais importantes de todas neste exato momento são: VERDE, AMARELO AZUL E BRANCO E INTERVENTORES SOMOS TODOS NÓS!!!

http://oebrasileiro.blogspot.com.br/2015/04/nos-nao-vamos-nos-dispersar.html

domingo, 1 de março de 2015

A Revolução das Elites



Série: CRÔNICAS DE UM CIDADÃO COMUM
por Celso Brasil

As elites, finalmente, resolveram reagir, depois de sentir na pele os desmandos desgovernamentais brasileiros. Todos aceitavam passiva e pacificamente, até notarem que o dinheiro, muito brevemente, não servirá nem mesmo para os fins daquele produto que era vendido em rolo e até hoje falta na Venezuela. Isso leva a crer que os elitistas estão ficando mais maduros. Então, resolveram reagir.
A elite que vive nas favelas decidiu não mais participar das manifestações de apoio ao governo por simples ideologia. Estão com as famosas bolsas furadas e o pão com mortadela não é mais distribuído com Ki-suco após as passeatas, onde gritavam e colocavam para fora os mais elevados pensamentos que brotavam da alma.
Como se não bastasse, a elite que dirige o setor de transporte, despachando de dentro de uma boléia em movimento, resolveu parar de se movimentar.
Outras elites, como aquela que, talvez por não precisar, foi dispensada do trabalho nas indústrias que entraram em processo de desfazimento em todo País, também cruzou os braços – por livre e espontânea vontade... dos governantes, claro! E assim, muitos falam fugir do Brasil, enquanto outros decidiram fazer da desgraça alheia, uma fonte de renda, vendendo-se à instituição que mais prosperou nos últimos anos – o Foro de São Paulo. Estes, sem qualquer sentimento humano, travestiram-se de direitistas conservadores e, abusando da fé daquela elite do teclado das redes sociais, recebem para levarem os idealistas, verdadeiros amantes da Nação hoje falida, a acreditarem que são os salvadores. Espalham boatos, se dizem bem informados pela inteligência ou amigos de personalidades que nem sabem que estes existem. Mas há quem acredite neles.
Enquanto houver clientes consumindo, o negócio não quebra.
Aparece de tudo nessa revolução das elites. Enquanto isso, os chefes da enorme gang que saqueou o Brasil, reúnem-se com frequência nunca vista na história deste País, tentando acelerar a finalização do processo de tomada e consolidação do podre poder que tanto planejaram e articularam por bem mais de vinte anos. Caras de pau deslavadas, desconhecedores dos termos – ética e moral - promovem falsos levantes anunciados como ações determinantes para solucionar os problemas da República Tupiniquim. Querem a troca da gerenta, talvez, por um gerente mais eficiente que continue a executar o que o chefe determina.
Só sei que os pombos aguardam, ansiosos, o prometido erguimento de uma grande estátua do chefe dessa corja, para que possam fazer justiça por nós.
A mídia só resolveu abrir a boca, embora ainda com certo comedimento, porque sabe que não sobrarão estatais para anunciar e seus equipamentos e retransmissoras estão prestes a serem estatizados. Os pseudos jornalistas sabem que logo terão que explicar o enriquecimento acelerado, a ascensão profissional que tiveram nos últimos doze anos.
 Não teremos estatais, bancos, indústrias, comércio, estradas, hospitais e tantas outras coisas dispensáveis no regime que milagrosamente resolve todos os problemas da população sem esses artifícios inúteis.
E assim, conseguiremos, com muito esforço, chegar ao status da promissora Cuba. Mas não queremos isso e, então, lembramos o famoso dito popular que diz: querer é poder. E não queremos este podre poder. Não queremos chefes de Estado psicopatas, com problemas cognitivos que nos envergonham ao falarem, achando que nos representam, numa reunião da ONU ou em qualquer evento internacional.
Ao chefe, a sua gerenta e seus sequazes, queremos dizer que nos preocupamos com nossos filhos e seus descendentes. Queremos lembrar que atrás de uma criança não existe um cachorro salafrário manipulando seu desvio social e sim, pais preocupados com seu futuro e educação. E verdadeiros pais dão a vida pelos filhos. Queremos lembrar que seus intentos falharam no mundo inteiro e que a história sempre se repete. Queremos lembrar que não existe força na terra que consiga segurar 200 milhões de corações feridos, que sempre lutaram e trabalharam por uma Nação justa e soberana. Então, vocês amanhã lembrarão, quem sabe num calabouço, que ali estão não por culpa de uma elite branca, mas, sim, pela ação de vários pelotões de elite verde oliva.
Até a próxima.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Congresso preocupado ou mais um teatro?

Podre por podre, vamos tentar acreditar mais uma vez!

por Celso Brasil
A farra da maior facção formada pela união de pseudos partidos, conta com uma equipe gigantesca de corruptos mancomunados com o objetivo de blindagem e obstrução de qualquer tipo de investigação, apuração, julgamento e condenação de seus integrantes.
É a maior prova de que nenhum dos integrantes do governo mais corrupto da história da humanidade, quer apuração e, desta forma, buscam criar mecanismos para interromper, sempre de forma brusca e bem orquestrada, todo o processo investigatório.
O poder, tomado pelos déspotas que, através da mentira deslavada, prometeu ao inocente povo idiotizado a solução de todos os problemas sociais, está envolvido em todas as suas instâncias no mais recente escândalo brasileiro - apenas mais um - porém, gigantesco. Existe um outro que promete tornar o atual em uma "marola", tamanha a expectativa de falcatruas que são esperadas.
O Congresso Nacional, por sua vez, nota que será esmagado e tomado pelo executivo que já o domina quase totalmente e, assim, resolveu reagir, chamando aqueles que promoveram as medidas estratégicas sujas executadas na calada da noite carnavalesca brasileira. Tudo enquanto o povo brincava em meio à desgraça que o assola.
Desta forma, este fragilizado mas, também, apodrecido Congresso, resolveu chamar alguns cabeças desta vergonhosa articulação para uma explicação. Ou seria para dar mais tempero à mais nova receita da Pizzaria Brasil?
O dinheiro envolvido em toda essa avalanche de desvios é muito grande. É enorme! É, eu diria, incontável! Pelo menos para um cidadão comum.
O povo tentando ir para as ruas, sem saber quem seguir, espera, diante das imagens e altares, que a solução caia do céu, já que isso é o que lhes resta.
Por outro lado, forças fazem força para que as Forças intervenham. Outros gritam pelo simples afastamento e cassação de direitos, numa sonora e melódica palavra - impeachment!!!
Enquanto isso, sem dormir - com toda certeza - os mandantes se reúnem tentando manter suas fabulosas fortunas desviadas pelo leito do suor de um povo que ainda espera - sem saber exatamente o que.





Poder aparelhado pode informar antes da investigação


Executivos foram alertados na véspera da Lava Jato

As evidências mostram que o aparelhamento é muito maior do que se podia avaliar.
A corrupção pode ser alertada com antecedência.

Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal mostram que o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, e o vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, foram alertados na véspera da deflagração da sétima fase da Operação Lava Jato, no dia 14 de novembro de 2014.


Segundo a PF, os documentos obtidos com as interceptações trazem "indícios substanciais de que ocorreu o vazamento das informações sobre a deflagração" da operação.

No documento anexado nesta quarta-feira (18) a um dos processos relacionados à Lava Jato, as escutas e interceptações de mensagens telefônicas mostram que o advogado Renato Tai, que representa Ricardo Pessoa, alertou o executivo em mais de uma oportunidade sobre a deflagração da operação.
Em um dos trechos destacados pela polícia, o advogado avisa Pessoa de que há "potencialmente" um problema. Questionado pelo executivo se o problema "vem do sul do país", Tai confirma.
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, é titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, no Paraná.
Ricardo: [...] Algum problema?
Renato: Potencialmente sim!
Ricardo: E da onde vem esse problema? Do sul do país?
Renato: Ah...
Ricardo: Hein?
Renato: É previsão, Ricardo! Não é certeza, mas é uma previsão.
Ricardo: Vem do sul?
Renato: É!
RICARDO: É em função da reunião que teve lá hoje?
Renato: Não sei te dizer. Não sei se tem relação, mas...
Em outro trecho, Ricardo Pessoa pergunta ao advogado o que estão "marcando" para acontecer no dia seguinte. O defensor, então, afirma que são "procedimentos" e que os responsáveis são "os inimigos".
Ricardo: O que é que tão marcando cedo aqui? Seus colegas?
Renato: Procedimentos!
Ricardo: Os seus colegas?
Renato: Não!
Ricardo: Os nossos colegas tão marcando procedimentos ou os outros?
Renato: Os inimigos!
Ricardo: É "memo"?
Renato: É!
Ricardo: Informação vem da onde?
Renato: Ah, de vários!
Também advogado de Pessoa, Alberto Toron classificou como "grande bobagem" dizer que ele ou cliente souberam previamente que a Lava Jato seria deflagrada. Ele disse que havia "boataria" sempre às quintas-feiras de que na sexta seguinte uma nova etapa da operação seria deflagrada contra as empreiteiras.
"É uma grande bobagem essa afirmação. Em primeiro lugar, se isso fosse verdade, meu cliente deu uma bela mostra de respeito à Justiça, porque [quando foi preso] estava na casa dele. Então, mostra com clareza que ele não tinha interesse em fugir", disse.
"Em segundo lugar, é uma grande bobagem porque toda quinta-feira tinha uma enorme boataria que iria eclodir uma operação contra as empreiteiras. E, mesmo com a boataria, ele não fugiu, continuou trabalhando normalmente", assegurou Toron.
Além das conversas telefônicas com um de seus advogados, Ricardo Pessoa também teria avisado um de seus sócios na UTC, João Argollo, que as empresas seriam alvo de operação no dia 14.
"Joao. Estao todos avisando (advs) que amanha podera ter cafe da manha muito cedo. Aqui. Em WP. Ai etc. Abs", disse em uma mensagem de texto. "Em apinh tb. Ja foi avisado. Abs".
Segundo a Polícia Federal, a sigla "WP", usada por Pessoa no texto, se refere ao diretor da UTC, Walmir Pinheiro. Já a sigla "apinh" é usada para se referir ao presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho.
Gerson Almada
As escutas telefônicas apontam ainda que Gerson Almada recebeu uma ligação no dia 13 de novembro, na qual o advogado Fábio Tofic, que representa Almada, avisa ao executivo que "amanhã é um dia ruim para a gente fazer reunião".
A Polícia Federal afirma no documento que "não foram utilizadas palavras expressas por Gerson [Almada] ou Fábio acerca da operação da PF", mas que o teor da conversa deixa "evidente a intenção de Fábio avisar Gerson sobre algo que iria ocorrer no dia seguinte."
Fábio: É...então, mas ele “tava” te passando um recado de que amanhã de manhã é um dia ruim pra gente fazer reunião.
Gerson Tá...
Fábio: Entendeu? Amanhã de manhã é um dia ruim, aliás, em geral. Entendeu? É isso que ele tentou te...
Gerson: Ah...tá bom.
Fábio: Tá?
Gerson: Ok.
O advogado Fábio Tofic afirmou ter ouvido "boatos" de que a operação seria deflagrada e, em razão disso, avisou ao cliente. O advogado defendeu que a Polícia Federal investigue como as informações vazaram da corporação, não como os responsáveis pelas defesas dos investigados souberam dos "boatos".
"É de causar enorme indignação que as conversas entre advogados e clientes estejam sendo utilizadas no processo. Segunda coisa, é a coisa mais normal do mundo um advogado comunicar ao seu cliente boatos que ocorrem sobre processos em que eles são alvos. Os boatos eram inegáveis, a PF tem que investigar é como isso vazou da PF, não as conversas dos advogados com seus clientes", disse Tofic.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A lei fora da Lei - Ternos e Togas podres (e as Fardas?)

A lei da Irresponsabilidade Fiscal - com a conivência dos canalhas de plantão.
por Celso Brasil
Na troca de interesses, nenhum político se salva naquela pocilga.
Um centro de negociações onde o povo... Oras, o povo! Que coma brioches!
O Brasil se tornou um País ímpar!
Onde bandidos no poder não permitem que seus "colegas de trabalho" sejam punidos.
Trata-se da maior vergonha dos últimos tempos!
O maior descalabro da sociedade contemporânea que, na certeza da impunidade, tiram vidas, direta ou indiretamente, sem qualquer compromisso com a ética, a moral e os bons costumes.
Os mesmos que quebram o maior país da América Latina, legislam em causa própria, alterando leis que os incriminariam.
Sim!
É isso mesmo!
Se a "presidenta" cometeu um crime de lesa Pátria, cometeu uma infração inadmissível, segundo a Carta Magna, que por lei e nos padrões da justiça (independente se legislada ou por conceito puro), com toda certeza provocaria seu impeachment, aí então surge a solução:
- Mude a Lei para que eu deixe de ser uma criminosa, incompetente e perca o cargo por uma besteirinha de alguns bilhões apenas.
Então, na balburdia a claras luzes (antes os bandidos agiam na calada da noite), na certeza da vitória do mal sobre o bem, vota-se a lei fora da Lei.
Quisera tivéssemos Juízes suficientes que honrassem suas togas no Supremo Tribunal Federal, para salvar a Nação de mais esse escândalo!
Na festa da vergonhosa improbidade, Lula sumiu, Dilma não sabe o que acontece e, os idiotas úteis do Congresso Nacional e do Senado, labutam pela impunidade, como porcos imundos que são, pois nem se lembram que seus filhos, netos e toda a sua continuidade, sofrerão sérias consequências de seus impensados atos.
São os crápulas que ocupam cargos, nos quais necessitamos, urgentemente, colocar gente séria e com moral suficiente para minimizar o alto custo que caberá a nós e todas as gerações vindouras.
Inocentar a maior criminosa do Brasil, gerida pelo maior criminoso destruidor da Nação é, na melhor das hipóteses, o maior caso de conivência com o mal já ocorrido em nossa história.
Reitero: Porcos imundos que gozam da cegueira daqueles que deveriam honrar suas togas e do silêncio do último grupo de defensores com os quais podemos contar - as Forças Armadas.
Ternos e togas podres - vejamos em breve tempo se as fardas também apodreceram ou não.
Um recado a estes que assistem nossa falência de braços cruzados:
Eu tenho muito, mas muito nojo, também, de vocês.

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 Abaixo, na íntegra, matéria da Veja:

Comissão de Orçamento aprova projeto do governo que dribla meta fiscal

Texto permite abater do resultado fiscal do ano todos os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias

Marcela Mattos, de Brasília
Congresso Nacional e Esplanada dos Ministérios
Congresso Nacional e Esplanada dos Ministérios (Ricardo Stuckert/VEJA)
(Atualizado à 0h25)
Em uma força-tarefa capitaneada por parlamentares governistas, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta segunda-feira, após mais de três horas de sessão, o projeto do Executivo que autoriza o governo a descumprir a meta de economia prevista para o pagamento da dívida pública, o chamado superávit primário. O texto foi enviado ao Congresso há duas semanas e acaba com o limite fixo de 67 bilhões de reais para o abatimento das desonerações tributárias e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A medida ainda tem de ser aprovada em plenário, o que pode acontecer já nesta terça-feira durante sessão do Congresso Nacional. 
Na semana passada, a matéria foi aprovada a toque de caixa na comissão graças a uma manobra de aliados do Planalto. Sob protesto da oposição, a sessão foi anulada e retomada nesta segunda, dia atípico de trabalhos deliberativos no Congresso Nacional. No esforço para a  aprovação do projeto, outras três reuniões da CMO estavam agendadas para esta terça-feira, mas, com o apoio da “tropa de choque” governista, entre eles dos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), o texto foi aprovado já nesta noite.
A proposta encaminhada ao Congresso permite que o governo desconte do resultado primário os gastos com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias concedidas em 2014. O Ministério do Planejamento justificou a mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) devido ao baixo crescimento da economia brasileira. Se aprovado, na prática, o projeto desobriga o Executivo de realizar um superávit, já que de janeiro a setembro os gastos com o PAC somam 47,2 bilhões de reais e as desonerações chegam a 75,7 bilhões de reais, segundo dados do Tesouro. E esse montante total de 123 bilhões de reais deve subir até o fim do ano.
“Esse é mais um momento de muita preocupação para essa Casa, que não tem nada a ver com o crime praticado pelo governo da presidente Dilma em omitir da população o não cumprimento da meta fiscal. A presidente apresentou nos últimos dias do ano um projeto para tentar transferir para o Congresso Nacional essa responsabilidade. O governo simplesmente apresenta um projeto para não ter responsabilidade com nada e a partir daí todo crime realizado será convalidado por essa Casa”, disse o líder do DEM, o deputado Ronaldo Caiado (GO). “Qualquer atitude que comprometa o orçamento é crime. Não somos nós que estamos dizendo isso, está na Constituição. A não ser que vamos aprovar aqui uma anistia a todos os consumidores, porque é o que o governo federal está querendo. O que o governo vai dizer agora quando as dívidas não forem pagas? Que está tudo bem? O que o governo está sinalizando é que a lei de Responsabilidade Fiscal não vale nada para o país”, afirmou o deputado Izalci (PSDB-DF).
O texto aprovado nesta segunda traz apenas uma mudança em relação ao encaminhado pelo governo: a que troca a expressão “meta de superávit” por “meta de resultado”, já que não se sabe se 2014 fechará com déficit ou com superávit primário. A alteração foi feita pelo relator Romero Jucá (PMDB-RR). Deputados e senadores de oposição apresentaram 80 emendas – todas rejeitadas pelo relator. Durante a sessão desta noite, outras 39 alterações foram apresentadas, e também negadas.
A aprovação da matéria em plenário dá aval para a presidente Dilma Rousseff anunciar o novo ministro da Fazenda. Na semana passada a presidente chegou a escolher o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy para comandar a pasta, mas decidiu aguardar a deliberação da proposta no Congresso Nacional. Com isso, o novo titular da Fazenda seria anunciado em cenário onde o governo teria resolvido, ainda que por meio de manobra, o desajuste fiscal.
Confusão – A aprovação do projeto se deu em meio a tumulto e bate-boca entre parlamentares governistas e de oposição. A confusão começou após o presidente do colegiado, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), encerrar a discussão sem dar a palavra ao deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), inscrito entre os oradores. O tucano elevou o tom contra Ribeiro: “Eu me inscrevi para falar. Eu não sou moleque”, disse, aos gritos e com o dedo em riste. “Ninguém é moleque aqui. Vossa Excelência fique calado. Eu gostaria que Vossa Excelência se sentasse”, rebateu. No plenário, um grupo de manifestantes ergueu faixas de protesto criticando a medida do governo. A maior parte dos protestantes não pôde entrar na sala da CMO. 
Após a aprovação desta noite, a oposição promete dificultar a sessão desta terça-feira que pode concluir a votação do projeto do Executivo. Antes de a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ser pautada, está agendada a votação de 38 vetos presidenciais. A estratégia dos oposicionistas é discutir cada veto individualmente e recorrer a manobras regimentais para protelar a aprovação do texto.

domingo, 23 de novembro de 2014

Anão diplomático - Imagem de decadência e desgoverno


Ainda sobre o ANÃO DIPLOMÁTICO - O Brasil cumpre seu estúpido papel, levando a imagem de Nação decadente e desgovernada, com claras tendências terroristas e totalitárias.
Trata-se do pior período atravessado pelo País, que, em queda livre em todas as áreas, enfrenta a divulgação de sua pior imagem em 500 anos de história de glórias, experiências, crises e grande tomada de desenvolvimento - tudo isso destruído em apenas 12 anos de desgoverno total, com dilapidação do patrimônio público, construido com o suor do povo que paga o maior imposto do mundo sem retorno, para assistir a maior avalanche de escândalos de corrupção da América Latina.
A matéria abaixo prova como está o retrato do Brasil lá fora.

  
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Brasil
após a eleição presidencial: Negociações com o ISIS, em vez de acordos de livre comércio com o Ocidente
do original:
Veröffentlicht:  
Brasilien nach der Präsidentschaftswahl:
Verhandlungen mit der ISIS statt Freihandelsabkommen mit dem Westen


TRADUÇÃO NA INTEGRA - by post FB Eliana Gonçalves
No domingo, Dilma Rousseff, foi reeleito como presidente do Brasil. Em seu discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU em setembro, o ex-guerrilheiro marxista tinha chamado para um diálogo com ISIS e criticou os ataques militares lideradas pelos Estados Unidos contra a milícia terrorista mais brutal dos tempos modernos. Como um avião de passageiros da Malásia foi abatido sobre a leste da Ucrânia por rebeldes pró-Rússia, em julho, o presidente permaneceu em silêncio. Depois de tons de sua reeleição não mais pragmáticas e pró-oeste na política externa brasileira será o esperado.
Até mesmo o principal ideólogo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Garcia, havia apoiado a legitimidade de grupos rebeldes, como o grupo guerrilheiro colombiano FARC. O preferem Havana como orientar a Washington assessor de política externa parcerias Brasílias cunhadas na região através do fórum São Paulo com partidos e organizações marxistas, incluindo Venezuela e Argentina. Economicamente formar os estados de esquerda do Mercosul bloco, cujos membros por anos para bloquear um acordo de livre comércio com a UE. Fora da América do Sul do Brasil voltada para a cooperação Sul-Sul com a África, e (novamente) as potências emergentes como a Rússia ea China. Isso completa a postura anti-ocidental da política externa brasileira.
Controlada em uma pequena cela no presidenciais brasileiras usado Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT), estes política externa como ferramenta de campanha, tentando desviar as críticas de Washington e da sobrevalorização do papel do Brasil no mundo da falta de sucessos políticos internos significativos. Deixa seus diplomatas experientes do lado esquerdo. Diplomatas estrangeiros e também: mais de vinte embaixador em Brasília - entre outras coisas, o novo embaixador alemão - esperar meses após assumir o cargo ainda em suas credenciais.
Só escapou por pouco do presidente no segundo turno na derrota de domingo. Menos de 52% dos eleitores confirmaram o preço atual da política brasileira, baseada na ideologia, em vez de pragmatismo. O discurso político sobre a "Dilma", como é chamado pelos brasileiros, chamou Embora mais por ataques pessoais, Korruptionsverwürfe e falta de soluções para os problemas econômicos, mas também a falta de perfil de política externa na campanha para indicar que não há mudanças significativas na A política externa do Brasil pode ser esperado.

O presidente vai continuar em seu curso e cimentou compromisso brasileiro com as estruturas regionais com os países vizinhos socialistas. A mudança para países orientados para o mercado da Aliança do Pacífico, incluindo Chile, Peru e Colômbia, permanece, assim, fora. Além disso, não se espera que a Brasília promove relações econômicas com os EUA e a UE, que tem o potencial resultado FTAs paralisação. Isso já sugeriu a aproximação de Brasília para Moscou, porque as suas relações comerciais foram alargadas consideravelmente pela crescente exportação de carne, milho e soja para a proibição das importações de alimentos do Ocidente.
Além da mudança perdido na política econômica, Dilma vai continuar a trabalhar para menos democracia, e mais para a estreita colaboração com regimes autoritários como Cuba e Irã. Esta definição é mais uma indicação de que a divisão com o Ocidente é baseada não só na política econômica, mas também é impulsionado por uma dimensão política.
Assim, espera-se que a política externa Brasília continuará a basear-se em uma pretensão de liderança em um mundo multipolar. Com menos de um por cento de crescimento económico, de um orçamento insuficiente para a reforma das forças armadas desatualizados, assim como a falta de investimento em educação e pesquisa, a discrepância entre as expectativas ea realidade no segundo mandato de Dilma não é pequena. China continuará a desempenhar um papel importante na economia brasileira e uma cooperação mais estreita com os Estados Unidos ou até mesmo com a NATO na resolução de conflitos internacionais permanece improvável.
Para continuidade a reeleição de Dilma Alemanha e oportunidades perdidas para os mesmos meios de tempo. Além de laços culturais para o sul do Brasil, a energia renovável, de políticas cyber, reforma, do G20 e missões de paz da ONU continuará a cooperar nos setores. Não há evidências de que as barreiras comerciais Dilma vai soltar, o que significa que os produtos alemães altamente tributados estão encontrando seus caminhos não facilmente entrar no Carrinho de Compras da classe média em ascensão. Burocracia e uma política fiscal reformado, o que poderia levar a uma renovação do acordo de dupla tributação iria promover investimentos alemães no Brasil e tornar o mercado brasileiro para empresas de médio porte mais rentáveis. Além disso, o permanece apenas wishful thinking entre Dilma.
Mas poderia ter sido diferente. Vindo de um challenger político dinastia Aécio Neves distinguiu-se durante sua carreira como Governador do Estado de Minas Gerais emblemática e como membro do Partido Democrático Social (PSDB) no Senado Federal pelo pragmatismo ao invés de batalhas oportunistas. Ele se distanciou do discurso socialista de Dilma e criticou o cancelamento da visita de Obama ao caso de escuta pela NSA, porque, assim, violado os interesses econômicos brasileiros.
Seus apoiadores teria sido dominado oeste. O assessor de política externa de Londres-treinados para Aécio Neves, Rubens Barbosa, serviu sob Fernando Henrique Cardoso como embaixador do Brasil em Washington. Ele atua há anos como Presidente da Câmara de Comércio de São Paulo e como consultor para a empresa de lobby do ex-secretário de Estado dos EUA Madeleine Albright.
Com mais de 48% dos votos, enquanto quase metade dos eleitores tinham por um tipo diferente de presidente - e, assim, para uma reforma da política externa brasileira - pronunciada. Isso mostra que a política externa de Dilma não são sem controvérsia, mas não há alternativa.
Cabe a Berlim, Bruxelas e Washington, Dilma convencê-los dos benefícios da cooperação com o Ocidente. Enquanto não haverá reorientação estratégica da potência emergente, mas você não deve dar-se os antigos aliados. Em quatro anos, mais uma vez não é uma escolha, e, a estreita derrota do candidato de centro-direita tem demonstrado que uma política pró-ocidental no Brasil é possível hoje. Resta saber se a política brasileira pode umbesinnen apesar de sua forte ancoragem socialista. Mas vamos ser honestos, os brasileiros foram os europeus e os americanos sempre foram muito mais perto do que os russos e os chineses.

Abaixo, a matéria original alemã - http://www.huffingtonpost.de/robert-helbig/brasilien-nach-der-praesi_b_6098270.html?utm_hp_ref=politik

O artigo ao lado é o original
publicado na Alemanha
Brasilien nach der Präsidentschaftswahl: Verhandlungen mit der ISIS statt Freihandelsabkommen mit dem Westen

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Am Sonntag wurde Dilma Rousseff als Präsidentin Brasiliens wiedergewählt. In Ihrer Eröffnungsrede vor der UN-Vollversammlung im September hatte sich die einstige marxistische Guerillakämpferin für einen Dialog mit ISIS ausgesprochen und die US-geführten Militärschläge gegen die wohl brutalste Terrormiliz der Neuzeit kritisiert. Als im Juli ein malaysisches Passagierflugzeug über der Ostukraine von pro-russischen Rebellen abgeschossen wurde, blieb die Präsidentin stumm. Nach ihrer Wiederwahl werden keine pragmatischeren und pro-westlicheren Töne in der brasilianischen Außenpolitik zu erwarten sein.
Schon der Chefideologe des ehemaligen Präsidenten Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Garcia, hatte die Legitimität von Rebellengruppen wie der kolumbianischen Guerillabewegung FARC unterstützt. Der sich lieber nach Havanna als nach Washington orientierende außenpolitische Berater prägte Brasílias Partnerschaften in der Region durch das Forum São Paulo mit marxistischen Parteien und Organisationen, u.a. aus Venezuela und Argentinien. Wirtschaftlich bilden die linksgerichteten Staaten den Mercosur-Block, deren Mitglieder seit Jahren ein Freihandelsabkommen mit der EU blockieren. Außerhalb Südamerikas orientiert sich Brasiliens an der Süd-Süd-Kooperation mit Afrika und den (wieder)aufsteigenden Mächten wie Russland und China. Das vollendet die anti-westliche Haltung der brasilianischen Außenpolitik.
Gesteuert in einer kleinen Zelle im Brasilianischen Präsidialamt benutzt Dilma Rousseff von der Arbeiterpartei (PT) diese Außenpolitik als Wahlkampfinstrument und versucht, durch Kritik an Washington sowie die Überbewertung von Brasiliens Rolle in der Welt von fehlenden signifikanten innenpolitischen Erfolgen abzulenken. Dabei lässt sie ihre erfahrenen Diplomaten links liegen. Ausländische Diplomaten allerdings auch: über zwanzig Botschafter in Brasília - u.a. der neue deutsche Botschafter - warten Monate nach Amtsantritt noch auf ihr Beglaubigungsschreiben.
Nur knapp entging die Präsidentin in der Stichwahl am Sonntag einer Niederlage. Weniger als 52% der Wähler bestätigten den momentanen Kurs der brasilianischen Politik, der sich auf Ideologien statt Pragmatismus stützt. Der politische Diskurs über „Dilma", wie sie von den Brasilianern genannt wird, zeichnete sich zwar mehr durch persönliche Attacken, Korruptionsverwürfe und fehlende Lösungen für wirtschaftliche Probleme aus, doch auch das Fehlen eines außenpolitisches Profils im Wahlkampf deutet an, dass keine signifikanten Veränderungen in Brasiliens Außenpolitik zu erwarten sind.
Die Präsidentin wird ihren Kurs fortsetzen und brasilianische Bekenntnis zu den regionalen Strukturen mit den sozialistischen Nachbarn zementiert. Eine Verlagerung zu den marktwirtschaftlich orientierten Staaten der Pazifik-Allianz, u.a. Chile, Peru und Kolumbien, bleibt damit aus. Des Weiteren wird nicht erwartet, dass Brasília die Wirtschaftsbeziehungen mit den USA und der EU vorantreibt, was den Stillstand möglicher Freihandelsabkommen zur Folge hat. Das deutete schon die Annährung Brasílias an Moskau an, denn deren Handelsbeziehungen sind durch wachsende Fleisch-, Mais- und Sojaexporte nach dem Importverbot für Nahrungsmittel aus dem Westen deutlich ausgeweitet worden.
Neben dem verpassten Wechsel in der Wirtschaftspolitik wird sich Dilma auch weiterhin weniger für Demokratie, und mehr für die enge Zusammenarbeit mit autoritären Regimen wie Kuba und dem Iran einsetzen. Diese Einstellung ist ein weiteres Indiz dafür, dass die Spaltung mit dem Westen nicht nur auf Wirtschaftspolitik basiert, sondern auch durch eine politische Dimension getrieben wird.
So bleibt zu erwarten, dass Brasílias Außenpolitik weiterhin auf einem Führungsanspruch in einer multipolaren Welt basieren wird. Mit unter einem Prozent Wirtschaftswachstum, einem unzureichenden Budget für die Reform der veralteten Streitkräfte, sowie mangelnden Investitionen in Bildung und Forschung wird die Diskrepanz zwischen Anspruch und Wirklichkeit in Dilmas zweiter Amtsperiode nicht kleiner. China wird weiterhin eine wichtige Rolle in der brasilianischen Wirtschaft spielen und engere Kooperation mit den USA oder gar mit der NATO in der Lösung internationaler Konflikte bleibt unwahrscheinlich.
Für Deutschland bedeutet Dilmas Wiederwahl Kontinuität und verpasste Chancen zugleich. Neben kulturellen Verbindungen zum Süden Brasiliens wird in den Sektoren der erneuerbare Energien, Cyberpolitik, VN-Reform, G20 und Friedensmissionen weiterhin kooperiert werden. Es gibt keine Indizien dafür, dass Dilma Handelsschranken lockern wird, was bedeutet, dass die sehr hoch besteuerten deutschen Produkte ihre Wege nicht leichter in die Einkaufswagen der aufsteigenden Mittelschicht finden werden. Bürokratieabbau und eine reformierte Steuerpolitik, die zu einer Erneuerung des Doppelbesteuerungsabkommens führen könnte, würden deutsche Investitionen in Brasilien vorantreiben und den brasilianischen Markt für mittelständische Unternehmen profitabler machen. Auch das bleibt unter Dilma nur Wunschvorstellung.
Aber es hätte auch anders kommen können. Der aus einer Politikerdynastie stammende Herausforderer Aécio Neves zeichnete sich während seiner Karriere als Gouverneur des Vorzeigestaats Minas Gerais und als Mitglied der Sozialdemokratischen Partei (PSDB) im Brasilianischen Senat durch Pragmatismus statt opportunistischer Schlachten aus. Er distanzierte sich von Dilmas sozialistischem Diskurs und kritisierte die Absage ihres Obama-Besuchs nach der Abhöraffäre durch die NSA, weil sie damit brasilianische Wirtschaftsinteressen verletze.
Auch seine Hintermänner wären westlich geprägt gewesen. Der in London ausgebildete außenpolitischer Berater von Aécio Neves, Rubens Barbosa, diente unter Fernando Henrique Cardoso als brasilianischer Botschafter in Washington. Er ist seit Jahren als Präsident der Außenhandelskammer São Paulos und als Berater für die Lobbyfirma der ehemaligen amerikanischen Außenministerin Madeleine Albright aktiv.
Mit über 48% der Stimmen hatte sich knapp die Hälfte der Wähler für einen anderen Präsidententypus - und damit auch für eine Reform der brasilianischen Außenpolitik - ausgesprochen. Das zeigt, dass Dilmas Außenpolitik weder unumstritten, noch alternativlos ist.
Es liegt an Berlin, Brüssel und Washington, Dilma von den Vorteilen der Kooperation mit dem Westen zu überzeugen. Zwar wird es keine strategische Neuausrichtung der aufstrebenden Macht geben, aber man sollte den alten Verbündeten nicht aufgeben. In vier Jahren gibt es wieder eine Wahl, und die knappe Niederlage des Mitte-Rechts Kandidaten hat gezeigt, dass auch heute noch eine pro-westliche Politik in Brasilien möglich ist. Es bleibt die Frage, ob sich die brasilianische Politik trotz ihrer starken sozialistischen Verankerung umbesinnen kann. Aber seien wir mal ehrlich, Brasilianer waren den Europäern und Amerikanern schon immer viel Näher als den Russen und Chinesen.