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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

TUDO PREPARADO PARA A FARSA "ELEIÇÕES 2014"



Só o Brasil adota este instrumento de fraude
O PT conseguiu eliminar poderes que poderiam ameaçar seu plano totalitário de "puder". Mas ainda há resistência, não só do povo, mas de homens que pensam e honram as calças que veste, contrário ao chefe que nada sabe, nada vê, nada comenta e foge covardemente de qualquer questionamento.
Impedir que se solicite uma investigação em processos eleitorais é, no mínimo, uma confissão.
É um grito que avisa: VAMOS FRAUDAR!
O processo de cerceamento da justiça, ou seja, o impedimento para que as investigações ocorram é a maior prova do preparo para as fraudes. Todos sabemos que nos países sérios a punição é exemplar, porém, onde o comunismo existe, o Estado é supremo. Não se faz justiça - cumpre-se, apenas, o que dita o poder ditador.
Notamos que a fraude nas pesquisas preparam uma "vitória nas urnas" da candidata à perpetuação do poder petralha. As "confiáveis" urnas determinarão essa vitória e nenhum órgão ou instituição poderá contestar. Da mesma forma, o Ministério Público não poderá solicitar uma investigação.

A DIEBOLD - fabricante da urna fraudável foi, recentemente, multada pesadamente nos EUA por produzir um equipamento que não só permite, mas promove a fraude.
Tudo preparado para as "eleições 2014" que, de antemão, informo - será um circo, onde o povo não terá seu voto computado mas, sim, o que as urnas determinarem.
É a corrupção preparando, cada vez mais, a blindagem de tudo que já ocorre de errado e ocorrerá se o gigante continuar deitado em berço esplêndido.


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Janot ameaça ir ao STF para manter poder de investigação eleitoral do Ministério Público

Do UOL, em Brasília



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta terça-feira (14) ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que reconsidere decisão que diminuiu o poder do Ministério Público na investigação de crimes eleitorais. Ele ameaça recorrer ao Supremo Tribunal Federal se a medida for mantida.
A resolução 23.396, aprovada em dezembro de 2013 pelo TSE, retirou o poder do Ministério Público de instaurar inquéritos policiais para apurar indícios de crimes eleitorais.
A nova norma, relatada pelo ministro Dias Toffoli, que assume a presidência da Corte em maio, obriga a Procuradoria a pedir autorização prévia da Justiça para a abertura de investigação policial.
Em nota divulgada nesta terça, a Procuradoria-Geral da República informa que Janot já preparou o texto da Adin (ação direta de inconstitucionalidade) que protocolará no Supremo caso a resolução continue em vigor.
O grupo executivo do Ministério Público Federal que trata de eleições também divulgou nesta terça moção assinada por todos os seus membros pedindo a revisão da medida.
Os procuradores entendem que a resolução fere a Constituição Federal ao restringir o poder de investigação Promotoria.