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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A PERIGOSA VERDADE SOBRE OS MÉDICOS CUBANOS

Drama dos médicos cubanos: praticam um “curandeirismo” escravos de paramilitares, diz doutor que fugiu a Miami


O cubano Gilberto Velazco Serrano, 32, aprendeu a ser médico com livros desatualizados, sem medicamentos nem equipamentos.

“É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, disse em entrevista a Aretha Yarak da “Veja” (31/08/2013).

Gilberto foi enviado à Bolívia em 2006 para uma “ação humanitária” e logo percebeu que estava em meio a uma manobra de pregação da ideologia comunista.

Velazco não aceitou o regime de servidão escravocrata e fugiu. De início pediu abrigo político no Brasil, mas obteve uma situação provisória.

Ele agora mora com a família em Miami, EUA e estuda para revalidar seu diploma.

Eis excertos de sua entrevista à “Veja”:

Como os médicos são selecionados para as missões?

Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso.

Se eles precisam de 100 médicos para uma missão, você precisa estar disponível. Normalmente, eles faziam uma filtragem ideológica, selecionavam pessoas alinhadas ao regime. Mas acredito que essa filtragem esteja menos rígida ou tenha até acabado.

Como foi sua missão?

Fomos enviados 140 médicos para a Bolívia em 2006. Disseram que íamos ficar no país por três meses para ajudar a população após uma enchente.

Quando cheguei lá, fiquei sabendo que não chovia há meses. Era tudo mentira. Os três meses iniciais viraram dois anos.

O pior de tudo é que o grupo de 140 pessoas não era formado apenas por médicos. Havia pelo menos 10 paramilitares.

A chefe da brigada, por exemplo, não era médica. Os paramilitares estavam infiltrados para impedir que a gente fugisse.

Paramilitares?

Vi armas dentro das casas onde eles moravam.

Eles andavam com dinheiro e viviam em mansões, enquanto nós éramos obrigados a morar nos hospitais com os pacientes internados.

Como era o trabalho dos paramilitares?

A chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”.

Eles nos diziam o que fazer, como nos comportar e eram os responsáveis por evitar deserções e impedir que fugíssemos.

A chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”.
Você foi obrigado a fazer algo que não quisesse?

Certa vez, eu fui para Santa Cruz para uma reunião, lá me disseram que eu teria de ficar no telefone, para cadastrar o número de atendimentos feitos naquele dia. Acabei tendo que alterar os dados, já que o estabelecido era um mínimo de 72 atendimentos por médico ao dia. Os dados foram falsificados.

Como é a formação de um médico em Cuba?

Muito ruim. É uma graduação extremamente ideologizada, as aulas são teóricas, os livros são velhos e desatualizados. Alguns tinham até páginas perdidas.

Aprendi sobre as doenças na literatura médica, porque não tinha reativo de glicemia para fazer um exame, por exemplo. Não dava para fazer hemograma.

A máquina de raio-X só podia ser usada em casos extremos.

Os hospitais tinham barata, ratos e, às vezes, faltava até água.

Vi diversos pacientes que só foram medicados porque os parentes mandavam remédios dos Estados Unidos.

Aspirina, por exemplo, era artigo raro.

É triste, mas eu diria que é uma medicina quase de curandeiro.

Você fala para o paciente que ele deveria tomar tal remédio. Mas não tem. Aí você acaba tendo que indicar um chá, um suco.

Como era feita essa "graduação extremamente ideologizada" que o senhor menciona?

Tínhamos uma disciplina chamada preparação militar.

Segundo o governo cubano, o imperialismo iria atacar a ilha e tínhamos que nos defender.

Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.

Como é o sistema de saúde de Cuba?

O país está vivendo uma epidemia de cólera. Nas últimas décadas não havia registro dessa doença. Agora, até a capital Havana está em crise.

A cólera é uma doença típica da pobreza extrema, ela não é facilmente transmissível. Isso acontece porque o sistema público de saúde está deteriorado. Quase não existem mais médicos em Cuba, em função das missões.

Por que você resolveu fugir da missão na Bolívia?

Minha realidade era: ao me formar médico eu teria um salário de 25 dólares. Em Cuba, o paramédico é uma propriedade do governo.

Eu não tinha opção. Eram pagos 5.000 dólares por médico, mas eu recebia apenas 100 dólares: 80 em alimentos que eles me davam e os 20 em dinheiro. Eu nunca fui pago corretamente, já que médico cubano não pode ter dinheiro em mãos, se não compra a fuga.

Você pediu asilo no Brasil?

Aleguei que faria o Revalida e iria para o Nordeste trabalhar em regiões pobres, mas a Polícia Federal disse que não poderia regularizar minha situação. Nesse meio tempo, fui à embaixada dos Estados Unidos e fui aprovado.

Após a sua deserção, sua família sofreu algum tipo de punição?

Meus pais nunca receberam um centavo do governo cubano enquanto estive na Bolívia, mas sofreram represálias depois que eu decidi fugir.

A primeira leva de cubanos no Brasil é composta por médicos mais experientes...

Pelo o que vivi, sei que isso é tudo uma montagem de doutrinação. No caso das pessoas mais velhas, é mais improvável que optem pela fuga e deixem seus familiares para trás. Geralmente, são pessoas que vivem aterrorizadas, que só podem falar com a imprensa quando autorizadas.

Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.
Os médicos cubanos que estão no Brasil deveriam fazer o Revalida?

A formação médica em Cuba está muito crítica. Eu passei o fim da minha graduação dentro de um programa especial de emergência.

A ideia era que eles reduzissem em um ano minha formação, para que eu pudesse ser enviado à Bolívia.

O governo cubano está fazendo isso: acelerando a graduação para poder enviar os médicos em missões ao exterior.
Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com.br

terça-feira, 9 de julho de 2013

DITADURA TOTALITARISTA - Resposta do desgoverno aos protestos dos médicos brasileiros

da redação OEB
Dilma penaliza os médicos com mais dois anos de estudo. Logo ela que quer trazer cubanos com muito menos estudo que nossos médicos. A medida é insana e totalitarista (como tudo que vem deste partido/facção).
O Conselho Federal de Medicina já está trabalhando no sentido de derrubar este absurdo que só poderia sair da cabeça dos desgovernantes atuais.
A contradição é clara!
Aceitar médicos cubanos sem a mínima condição de revalidar seus diplomas, por notória incompetência é uma ideia defendida pelos mesmos que estão impondo mais tempo de estudo e preparação para nossos médicos poderem começar a atuar, abrindo consultórios ou dando plantões.
A medida já está sendo classificada como revanchismo, marca registrada dos esquerdopatas.
Agora só falta o desgoverno começar uma manipulação para demonizar os médicos brasileiros, como está fazendo, abertamente, com nossos valorosos militares.
VÍDEO NO FINAL DESTE POST.
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Curso de medicina passará de seis para oito anos a partir de 2015

Conteúdo: FOLHA - FLÁVIA FOREQUE - JOHANNA NUBLAT - DE BRASÍLIA
O governo fará uma mudança nos cursos públicos e privados de medicina. Além de cursarem os seis anos hoje previstos, alunos que ingressarem na graduação no início de 2015 trabalharão dois anos na rede pública de saúde antes de conseguirem o registro definitivo de médico.
Nesse período extra, chamado de "2º ciclo" pelo governo, o médico continuará em formação, trabalhando exclusivamente em postos de saúde, pronto socorros e no Samu, sempre vinculado à instituição de ensino original. Ou seja, não poderá dar plantão por fora nem abrir consultório. Receberá uma bolsa do Ministério da Saúde, com valor ainda não definido --a expectativa é que fique entre R$ 3 mil e R$ 8 mil.
Essa medida faz parte de um pacote de ações na saúde que serão anunciadas, na tarde desta segunda-feira (8), pela presidente Dilma Rousseff. Entre elas, está ainda a vinda de médicos estrangeiros para o país.
O Ministério da Saúde diz ter se inspirado no modelo do Reino Unido para criar o novo formato do curso de medicina. O objetivo, segundo o ministério, é melhorar a formação do médico na atenção básica.
Apesar de o discurso oficial não ter esse foco, a expectativa é que o "2 ciclo" despeje 20 mil médicos na rede básica e pública de saúde em 2021.
A alteração será feita via uma medida provisória que será publicada no "Diário Oficial" da União de terça.

Editoria de Arte/Folhapress








Plano do governo é vazio, eleitoreiro e totalitário, diz Conselho de Medicina

FILIPE COUTINHO - DE BRASÍLIA- 08/07/2013
O Conselho Federal de Medicina criticou nesta segunda-feira (8) o plano do governo para ter mais médicos no interior do país, lançado pela presidente Dilma Rousseff como uma resposta à onda de protestos.
Segundo o presidente da entidade, Roberto Luiz d'Ávila, as medidas não resolverão o problema da saúde no Brasil, que precisa de mais qualidade e não mais quantidade.
O conselho defende um aumento no orçamento da saúde e mais estrutura. "É um programa vazio e sem consistência, onde faltou a solução definitiva, e não medidas paliativas e eleitoreiras", disse o médico.
D'ávila afirma que o atendimento não vai melhorar nos próximos anos com o aumento de médicos.
"A população não pediu mais médicos. O governo inventou isso, depois de um gerenciamento incompetente, vem colocar a culpa dizendo que faltam médicos. É maldade colocar a responsabilidade que os médicos não querem ir ao interior. Queremos ir, mas falta estrutura. É impossível trabalhar se falta agulha, medicamento. É um sofrimento muito grande", disse.
O presidente do conselho de medicina comparou a obrigatoriedade para que os formandos trabalhem dois anos no SUS como um ato de país totalitário.
"Os países totalitários fazem isso, os países sérios criam condições para que os recém-formados possam ir espontaneamente ao interior. Por que só os médicos? Não faltam engenheiros? Se derem as condições e uma carreira, o médico estará em todo o lugar", afirmou.
D'ávila deu como exemplo Brasília, que proporcionalmente tem mais médicos que na Inglaterra, mas a qualidade é bem abaixo. A Inglaterra tem um dos modelos que inspirou o Ministério da Saúde neste novo plano.
"A diferença é que os países desenvolvidos colocam mais de 70% do total de dinheiro investido na saúde e o Brasil coloca 44% e as famílias colocam 56% em pagamentos diretos ou planos de saúde", afirmou.
ENFRENTAMENTO
O presidente do Conselho Federal de Medicina disse que a entidade vai trabalhar em duas frentes para derrubar o projeto do governo. A primeira é, ainda no Congresso, alterar os termos da Medida Provisória.
Além disso, o conselho disse que analisará o texto para questioná-lo na Justiça.
"Se acharmos que é ilegal, vamos a todos os tribunais. Temos duas frentes: a derrubada da medida provisória no Congresso e questioná-la judicialmente", afirmou.

"Existem apenas DUAS Universidades de Medicina em Cuba:
- 'La Habana': Forma em média 200 médicos por ano;
- 'Elam - Escuela Latino Americana de Medicina': Forma em média 100 médicos por ano;

Portanto seriam: 200 + 100 = 300 por ano.

Para ajuntar 6 mil médicos, seriam necessários todos
os médicos formados nos últimos 20 anos,
que teriam de estar disponíveis para vir trabalhar no Brasil."
Não queremos mais guerrilheiros comunistas no Brasil.
Os que temos já causam estrago grande demais.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Guerrilheiros - comunistas ideólogos estão sendo preparados há anos

da redação OEB

Há mais de dez anos o PT organiza aquilo que eles chamam de revolução. A mesma que já está custando vidas há tempos. Tanto na
indiferença quanto à miséria, como no sumiço (assassinato) de testemunhas (vide caso Celso Daniel) e denunciantes de falcatruas, corrupção e tudo de ilícito que estão fazendo.
Ocorre que tivemos um início de revolução, com o povo nas ruas que agora está abafado pela mídia ameaçada. Os protestos e movimentos continuam, porém, somente alguns comentários escapam na mídia e as notícias foram proibidas pelo Planalto. A ditadura está em plena atividade! A censura é a maior prova disso!
O povo não pode se calar agora!
É preciso acompanhar as redes sociais, a mesma que derrubou vários totalitários no resto do mundo e, no Brasil não será diferente.
O governo de transição, campanha que ganha força nas redes, é a única saída, porque o atual (na sua totalidade) não é possível de se recuperar. Recupera-se o que está danificado, mas o que está podre, deve ser eliminado.
O movimento que mais cresce nas redes é de aclamação às Forças

Armadas, para garantir a instituição de um governo provisório (já que os militares não querem governar) até a convocação de novas eleições, sem as claramente inseguras urnas eletrônicas que, por motivo óbvio, o PT insiste em manter.
                                   
Conteúdo wphotography


“Médicos cubanos”: eu não sabia e você???
By wphotography – 9 luglio 2013 Posted in: Brasil
alunos-de-medicina1Por Marco Aurélio Albuquerque
Em 2006 o PT abriu seleção de bolsas para estudar medicina em Cuba, exclusivamente para membros do PT e seus familiares ou amigos.
Não foi um concurso aberto, os beneficiários com estas bolsas, filhos de deputados, vereadores, senadores petistas e outros afiliados, se formaram em 2012 e querem voltar para o Brasil, mas não conseguem ser aprovados no exame Revalida.
A solução foi criar a farsa da importação de “médicos cubanos” com a desculpa de suprir postos de trabalho que os médicos brasileiros não querem ocupar.
Para isso seria necessária a licença automática para esses médicos atuarem no Brasil sem a prova de revalidação de diploma.
Obviamente estes postos não serão ocupados pelos filhos do PT, que certamente serão alocados em excelentes empregos dentro do próprio governo, mas pelos “médicos internacionalistas” (formação que equivale a enfermeiro, segundo o ministro da saúde paraguaia. São formados para atuar em situações de probreza extrema, dando assistência primária, fazendo curativos, dando injeções, pequenas cirurgias, tratando gripes e resfriados, etc.).
DEU PARA ENTENDER O PORQUE DA IMPORTAÇÃO DOS “MÉDICOS CUBANOS”?
“O povo brasileiro, mais uma vez está caindo numa farsa política em que a situação da saúde ficará apenas pior”.

Vamos divulgar mais essa vergonha!

Fonte: Grupo Dignidade Médica

sábado, 6 de julho de 2013

Médicos cubanos - Contrariando, mais uma vez, a voz do povo, governo insiste


da redação OEB*
Todas as ações do governo brasileiro são decididas no Foro de São Paulo. Após discutirem as estratégias de implantação do que foi decidido, o esquerdista que estiver no poder apenas executa.


O objetivo claro do projeto de contratação de médicos estrangeiros é trazer os supostos médicos cubanos.
Ocorre que Cuba, para formar 6.000 médicos, necessita de 20 anos, o que comprova a tese dos 6.000 guerrilheiros ideólogos disfarçados de médicos, sem a formação necessária para atender o povo.
Trazer, para o Brasil, a "democracia" cubana, nos mesmos moldes da Venezuela, é o objetivo principal, mesmo com as manifestações, o governo se recusa a atender a vontade popular e impõe sua ideologia comunista de todas as formas, embora o povo clame por democracia e condições de vida.
O Brasil tem todas as condições de oferecer o que o povo clama, porém, as vrebas para isso estão sendo "investidas" no armamento da maior facção comunista da América Latina.

Segue conteúdo do portal Terra/Agência Brasil:

Governo lança na segunda programa de contratação de médicos estrangeiros.

O governo vai lançar na próxima segunda-feira o Programa Mais Médicos para o Brasil, que prevê a ampliação de vagas de residência médica e contratação de milhares de médicos, inclusive profissionais estrangeiros. O anúncio será feito no Palácio do Planalto pela presidente Dilma Rousseff e os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Aloizio Mercadante.

Os objetivos do programa, segundo o governo, são melhorar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) e a formação dos médicos brasileiros. As propostas foram apresentadas pelo governo no fim de junho, em um pacote de anúncios para melhoria dos serviços públicos em resposta às manifestações que ocorreram no País.




A contratação de médicos estrangeiros é o ponto mais polêmico do programa e tem sido alvo de críticas de associações de médicos. Segundo Padilha, os médicos estrangeiros serão contratados para trabalhar em regiões pobres e no interior do País, quando as vagas não forem preenchidas por brasileiros.

Os profissionais estrangeiros vão passar por treinamento durante três semanas em universidades brasileiras para avaliar a capacidade de se comunicar em língua portuguesa e as habilidades em medicina. Só após o treinamento começarão atender aos pacientes. Os estrangeiros atuarão apenas na atenção básica à saúde e pelo período de três anos.

Entidades contrárias à medida, como o Conselho Federal de Medicina, argumentam que o problema da falta de atendimento à saúde no interior do País se deve à falta de estrutura e não de médicos, e exigem que os profissionais estrangeiros passem pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida, antes de começarem a trabalhar no Brasil.
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